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PINHEIRÃO: DO AUGE AO ABANDONO outubro 15, 2010

Posted by Barbosa in 4JOAN, Cidadania, Cultura, Esporte, Eventos, História, Lazer, Moradores, Segurança, Tarumã.
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Por: David Musso, Denis Barbosa e Ramon Assis

 

Em 1985, o projeto inicial do Pinheirão, de Ayrton Cornelsen, foi apresentado pela construtora HD, de Carlos Eduardo Andrade e Carlos Eduardo Almeida.

 

Projetado inicialmente para comportar cerca de 120 mil pessoas; famoso por ter sido palco de disputas históricas, como entre Brasil e Chile em 1986, sediou os timesdo Atlético-Pr e Paraná Clube durante reformas nos respectivos estádios, e foi sede do Real Brasil em 2006, e; por ter subsidiado uma pista modelo de atletismo, o “Elefante Branco”, interditado desde 2007, é famoso hoje por outros motivos.

Por oferecer abrigo a dois cães de guarda, bem como servir de casa esporádica para moradores de rua, as dependências decadentes do Estádio Pinheirão são utilizadas corriqueiramente para acolher indivíduos carentes nas noites frias e chuvosas da capital paranaense.

Para ser reutilizado, o estádio, inaugurado em 1985, precisa ter suas dívidas pagas (que chegam a R$ 63 mi) e diversas reformas, que revitalizariam o Elefante, devem ser feitas. “Para abrir o estádio e possibilitar a realização de jogos, cerca de R$ 2 mi deveriam ser investidos”, garante Hélio Curi, presidente da Federação Paranaense de Futebol.

O problema maior do estádio é a penhora de cerca de R$ 50 milhões por dívidas com o INSS, prefeitura de Curitiba e outros credores menores – entre eles o Atlético e o advogado Augusto Mafuz.

Como não houve recurso o estádio ficou lá, esquecido, e a sombra do abandono deixada pelo “assombroso” Pinheirão atrapalha até quem mora próximo a ele. “Uma região que poderia ser muito mais valorizada se ela fosse mais bonita e conservada”, comenta a Ana Carolina Rocha, moradora da região. “Deveria ter alguém que se preocupasse com a qualidade de vida dos moradores”, completa.

Enquanto isso não for resolvido, é provável que a vizinhança do elefante branco continue sofrendo os reflexos maléficos da construção que não pode ser passada adiante. Isso se é possível esquecer um estádio daquele porte.

O que se desenhava como um melancólico desfecho pode sofrer uma reviravolta. Antes rejeitado, o estádio pode até dar sua contribuição para a Copa em Curitiba. Com a indicação da Arena da Baixada para o mundial, o que parecia ser o último prego no caixão, é uma das prováveis fontes de uma sobrevida para o Pinheirão. O Atlético ficará “sem teto” durante as obras de conclusão da Arena, por cerca de dois anos, e pode precisar da outrora desprezada hospedaria.

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FESTA DA INDEPENDÊNCIA outubro 14, 2010

Posted by lylafischer in 4JOAN, Cultura, Eventos, História, independência, Lazer, Política, Ruas, Uncategorized.
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Por Louize Fischer e Nelma Suzan

No dia sete de setembro é comemorada a Independência do Brasil. Porém, nem todos conhecem o significado desta data. O que a maioria sabe é que se trata de um feriado nacional. No dia 7 de setembro de 1822 Dom Pedro I deu o grito de independência. Desde então o Brasil se tornou ex-colônia de Portugal.

Em todo o país ocorrem desfiles em comemoração à data, que foi valorizada no período da Ditadura Militar. Naquela época, além dos militares, a participação nos desfiles era obrigatória para alunos de escolas públicas. A matéria de “Educação Moral e Cívica” deixava evidente o patriotismo naquele período histórico. Desde o fim da Ditadura, o desfile deixou de ser obrigatório para os alunos. Ainda assim, militares e alunos de escolas militares participam até hoje.

O Colégio Militar de Curitiba participa atualmente com 300 alunos. De acordo com o Comandante Coronel Luiz Quintino Martins de Figueiredo, a participação dos alunos é voluntária e a procura é grande. “Muitos ficam de fora porque há um limite de vagas, até para o desfile não ficar cansativo”. Participam também escolas estaduais e municipais da rede pública de ensino. Algumas delas incentivam a participação dos alunos com pontuação extra nas matérias em que não estão tão bem. No Colégio Estadual Prieto Martinez, o aluno Sidney Fiori Junior desfilou vestido de D. Pedro I. “Algumas fantasias precisaram ser locadas, mas a minha foi cedida pelo colégio”.

No entanto, o significado da data não é tão explorado. A maioria dos adolescentes, muitas vezes, nem se interessam pela história ou confundem os personagens. “Pedro Àlvares Cabral chegou ao Brasil e declarou “Independência ou morte!”, diz um estudante da sétima série. Alguns, ainda, não conhecem quase nada sobre a história do Brasil. Nem sabem que o Brasil deixou de ser colônia de Portugal, como disse outro aluno da sexta série.

Para o professor de história e geografia João Luis, o patriotismo deveria ficar na época do regime militar. “Hoje, acho que a escola não devia nem participar, pois não tem nada a ver com o aluno”.

Fizeram parte da programação da semana da pátria em Curitiba a apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná, juntamente com as bandas militares. Além do tradicional desfile no dia 7, foram disponibilizados serviços gratuitos no programa “Paraná em Ação”.

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Nostalgia Cíclica outubro 14, 2010

Posted by ringo4president in 4JOAN, Cultura, História.
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Por Yuri Vasselai e Carlos Eduardo Lisemberg

Discos de Vinil. Compactos de 12 rotações. Capas Sanduíche. O “clima” em uma loja de discos usados vai de vintage à reprensagens 180 gramas. O preço, hora convidativo hora não, nos leva a um elo entre “Slider” do T.Rex até “Slave Mass” de Hermeto Pascoal. Na Loja do aposentado Clóvis, ou “Seu Clóvis”, a variedade de artigos “bolachões” raros, é incrível. Comparada a outras lojas do ramo, é a que mais “ratos” de sebo indicam e consomem.

Localizada no centro de Curitiba, atrai um público nada restrito. Hoje em dia, o comercio do Vinil ultrapassa barreiras e conquista seguidores em pleno ano de 2010. Logicamente a concorrência com o MP3 não pode ser desconsiderada, uma vez que este último pode ser adquirido sem custo algum. A Magia do LP é encontrada numa capa bem abrangente, quadrada e na maioria das vezes, bem colorida e chamativa – coisa que um download não traz ao mundo material-sonoro. O que faz o colecionador ir atrás de raridades e discos “pirata” é justamente o fato de ser muito difícil de encontrar por ter poucas edições.

Não só o sebo “só Música” do seu Clóvis é especialista em velharias raras. Uma das mais famosas lojas do ramo fonográfico, a Vinyl Club, localizada também no centro – Ébano Pereira, na galeria do antigo cinema Condor – obtém uma boa munição contra downloads baratos. Um estupendo exemplo disso é o Disco Brazilian Guitar Fuzz Bananas que somente lançado lá fora, é acolhido por Marco Pereira, dono da loja. Algumas edições vieram pro Brasil e uma está aqui – mas por um preço bem salgado.

Aposentado e levando a loja como Hobby, Sr Clóvis renova o seu estoque uma vez por mês e sabe na certa o que cada cliente em especial, quer. “Um dia desses ainda apareceu um garoto que vinha toda semana atrás de um LP e de uma hora pra outra, sumiu”. A Frequencia quase que “religiosa” dos clientes, não assusta o vendedor. “O Gozado é que justamente quando ele faltou seu “compromisso”, o disco chegou e foi embora rapidinho”, complementa o aposentado.

Nas categorias dos Lp’s, o de sempre: em ordem alfabética para o consumidor não se perder com o gênero para a preferência. Temos duas prateleiras (cheias) em duas paredes, e as outras duas são completadas por pôsteres ou pela vitrine que faz brilhar os olhos de quem passa pela galeria e se imagina lá dentro. Seja comprando, trabalhando ou apenas olhando.

“Não preciso de ninguém aqui comigo, me viro muito bem sozinho mesmo às vezes não tendo conhecimento de algum produto”, exclama o comerciante após o assunto em voga naquele momento: Funcionários na loja junto ao chefe, o próprio Clóvis.

A Galeria César Franco, assim como o Sebo “Só Música” abrem as nove e fecham por volta das 19 horas. E aos sábados, até as 13h30. O acesso é fácil e o atendimento é digno de um sebo.

Descrição – O jóquei outubro 6, 2009

Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cotidiano, História.
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Entrar no ônibus, descer no Tubo e caminhar até a Unibrasil. Esta é a rotina de muitos. A vida anda em ritmo acelerado, nem nos damos conta de coisas simples. Quem olha para o lado na Rua Konrad Adenauer, vislumbra o mundo em outro compasso. O ritmo dos cavalos em sua caminhada matinal e seus tratadores respeitando este tempo. Tudo isso nos transporta a uma atmosfera bucólica e inspiradora.  Uma simplicidade que não sabemos mais apreciar. Olhar para lá é reencontrar  a alma.

Está dada a largada junho 27, 2009

Posted by guilhermegiorgio in Esporte, Eventos, História, Lazer, Tarumã.
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É assim, através da voz do locutor, que uma dose de adrenalina é despejada nas veias dos presentes no Jóquei Clube de Curitiba. Todo início de páreo representa expectativa e esperança a quem acredita na sorte e aposta em seu cavalo favorito. Quando os cavalos cruzam a linha de chegada, apenas alguns poucos comemoram. A grande maioria espera pelo novo páreo e por uma nova chance de ganhar.

Treino no Jockey Clube do Paraná (Foto: Guilherme Giorgio)

Treino no Jockey Clube do Paraná (Foto: Guilherme Giorgio)

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O Capão tem muito mais que Imbuia na sua história junho 27, 2009

Posted by valdimillaferreira in Capão da Imbuia, História, Lazer, Meio Ambiente.
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Araucária e a Imbuia são usadas pelas indústrias moveleiras e de papel celulose. Foto: Valdimilla Ferreira
Araucária e a Imbuia são usadas pelas indústrias moveleiras e de papel celulose. Foto: Valdimilla Ferreira

Quem passa hoje pelo bairro Capão da Imbuia talvez não imagine que um dia todo o território já foi mata fechada. A paisagem descobertava uma imagem de plantas nativas de nosso estado (o Pinheiro-do-Paraná era um deles). O espaço contemplava também várias outras espécies como as Canelas e as muitas Imbuias, daí o nome atribuído ao bairro – Capão (mata fechada) da Imbuia (árvore presente em todo o território). Vítimas da exploração comercial, a mata foi aos poucos se abrindo em razão das derrubadas das Araucárias e Imbuias, que passaram a interessar à economia florestal e às madeireiras do país. Essas árvores já estavam fadadas a serem transformadas em móveis e papel celulose. (mais…)

Quem foi Konrad Adenauer? junho 12, 2009

Posted by aninhamoreira in História, Ruas, Tarumã.
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capada revista time de 1954

O que mais impressiona em saber quem é Konrad Adenauer é que ele nunca veio ao Brasil. A figura deste homem para o mundo é de grande importância, pois ele foi primeiro Chanceler da República Federal da Alemanha. Foi o responsável pela reconstrução da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Não é somente o nome da rua no bairro Tarumã que homenageia o chanceler alemão. Em Fortaleza, há a Fundação Konrad Adenauer, que funciona como uma ponte entre o Brasil e Alemanha, com pesquisas, cursos e oferece bolsas de estudos.

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Konrad Adenauer, minha pior lembrança junho 11, 2009

Posted by mayara09 in Cotidiano, História, Moradores, Ruas, Tarumã.
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A rua Konrad Adenauer é a pior rua da cidade na opinião de Pedro Ferreira, 25 anos, que perdeu seu pai Belarmino há dois anos. Tudo porque todos os dias às 7h30 da manhã ele é tomado por uma lembrança que não está totalmente enterrada. Leia o relato na íntegra. (mais…)

Calçada da fama sem dias de glória junho 10, 2009

Posted by adrianalopes in Esporte, História, Tarumã.
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Pegada do Dr. Otto Sponholz

Pegada do Dr. Otto Sponholz

O que era para ser um lugar reservado para os atletas de futebol e outras personalidades deixarem a marca dos pés, virou uma simples calçada. Ela rodeia o estádio Pinheirão, no bairro Tarumã, em Curitiba. Construída em 2003 , a calçada continua sem a manutenção que precisa pois a Federação Paranaense de Futebol  não tem verbas para manter o lugar arrumado. (mais…)

Padre Valdir pode deixar a comunidade do Bairro Alto dezembro 15, 2008

Posted by daiaqss in Bairro Alto, Cotidiano, História, Moradores.
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Após nove anos como sacerdote na Paróquia Maria Mãe da Igreja, no Bairro Alto, o Padre Valdir Borges (Frei Valdir) deve deixar a comunidade. A mudança acontece no início de 2009, após uma reunião que envolve todos os padres da Ordem dos Servos de Maria (OSM). O encontro que decide o destino de todos os padres pertencentes à OSM acontecerá no dia 13 de janeiro de 2009, exatamente ao meio-dia, na cidade de Turvo, em Santa Catarina.

Destino de Frei Valdir deve ser definido em janeiro
Destino de Frei Valdir deve ser definido em janeiro.

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Pinheirão possui calçada da fama sem sucesso dezembro 10, 2008

Posted by amandasu08 in Esporte, História, Tarumã.
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Uma tentativa frustrada de calçada da fama é que o existe ao redor do estádio Pinheirão, no bairro Tarumã, em Curitiba. Ela está em péssimo estado de conservação. Algumas das placas foram roubadas e não há como identificar de quem é aquela pegada. O estádio foi interditado pelo Ministério Público há mais de um ano por irregularidades e falta de segurança. O Pinheirão deixa morrer gradativamente parte de sua história.

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O ex-craque Barcímio Sicupira deixou suas pegas no Pinheirão.

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Funcionárias relembram 30 anos de dedicação à educação dezembro 1, 2008

Posted by day in Bairro Alto, Educação, História.
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A Escola Municipal Araucária inaugura a cancha coberta, comemora 32 anos de existência e inicia o projeto Comunidade Escola que trabalha para reduzir a violência. Dia 29 de novembro também foi um dia de homenagem a funcionários que ajudaram na educação das crianças desde 1976. A aposentada Lourdes Fernanda Melo trabalhou 30 anos na escola como chefe da cantina. Ela foi uma das homenageadas. Conta que o maior desafio era preparar a sopa de feijão. “Chegava cedo para poder ir de ônibus comprar feijão, macarrão e os temperos no mercado para poder preparar a sopa e ainda pegava a condução toda lotada e cheia de sacola e com medo de não derrubar nada”, relata. (mais…)

Painéis ao redor do Pinheirão foram feitos por crianças outubro 28, 2008

Posted by Lucas Gabriel Marins in Cultura, Educação, História, Tarumã.
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Desde 2007, interditado por ordem judicial, o estádio Pinheirão está sujo, descuidado e lotado de pichação. No primeiro passo após ultrapassar o portão que separa a Avenida Victor Ferreira do Amaral, no Tarumã, do centro esportivo, percebe-se na parte superior da estrutura diversos desenhos, únicos artifícios que proporcionam beleza a local tão maltratado. Ao verificar as assinaturas abaixo de figuras mais que belas, a surpresa é constatar que os mosaicos foram feitos por crianças.

Bruno

Bruno Monreal expõe originais dos mosaicos dispostos no Pinheirão.

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Da conversa de botequim à panela de pressão outubro 11, 2008

Posted by polianaaa in Cajuru, Comércio, Cotidiano, História.
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Palito de churrasco, aparelho de telefone, fôrma para bolo, cadernos, materiais de construção, roupas, bebidas, bola de sinuca, fios, serrotes. Já imaginou uma loja em que você “só não encontra o que você não precisa”? A maçaneta da porta quebrou ou faltou uma cor de linha para a costura ficar pronta? Procura desde materiais escolares até artigos para pesca? Sempre falta uma coisinha ou outra, e nem toda lojinha ou boteco na esquina tem o que precisamos. Se precisar mandar um fax, recarregar o celular, ou encadernar um livro, ou até mesmo fazer um interurbano pra aquele seu parente que mora longe, com certeza tem uma loja aqui em Curitiba onde dá pra encontrar tudo isso.

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Alunos entrevistam grandes nomes da história do rádio setembro 24, 2008

Posted by silwana in História, Mídia, Tarumã.
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O rádio transformou a vida das pessoas. Quem não acompanhava a programação radiofônica já foi considerado “fora da realidade”. A rádio novela era o sucesso na época em que a televisão era um apenas um sonho no Brasil. Abalava e prendia o receptor para não perder nenhuma parte. Os profissionais daquele tempo viviam do desejo de cada dia transmitir algo mais para o ouvinte. Esses foram os relatos de Paulo Branco, Ubiratan Lustosa, José de Bastos, Silvio de Tarso, Mario Celso Cunha, Rosaldo Pereira, José Basso e Fernando Gomes, profissionais do rádio que participaram do programa ZYZ (“onde a rádio e o jornalismo se encontram”), programa realizado pelos alunos do sexto período de Jornalismo da Unibrasil (6º JOAN). (mais…)

Interbairros ΙΙ faz parte da história do Tarumã setembro 20, 2008

Posted by Tiago Piontekievicz in História, Transporte.
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Um dos mais famosos ônibus de Curitiba, o Interbairros II, é também um dos principais meios de chegar ao Tarumã e ao Capão da Imbuia. Apelidado por alguns de “Falcão Verde”, “Verdão” ou “Verdinho”, nasceu em meados de 1970, a partir da idéia de pagar apenas uma passagem e atingir a maior parte possível da cidade. O Verdinho, na época, foi considerado o “bicho-papão” das linhas, pois fazia uma viagem super longa; ao contrário do seu irmão Interbairros I, que estava numa região central e fazia uma linha bem mais curta. Com o crescimento da cidade ele ganhou mais cinco “irmãos”, mas nenhum deles seguiu a idéia inicial de circular pela cidade e sim a de ligar dois pontos específicos.

Tiago André Piontekievicz