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Cavalos têm melhores condições de vida que muitas pessoas em Curitiba outubro 14, 2010

Posted by unibrasileiro in Uncategorized.
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Por: Allan Scheid e Altair Silva

No Jockey Clube do Paraná estão alojados cerca de 700 cavalos. Esses bichos recebem um tratamento especial, invejável, pois precisam render bem nas corridas para satisfazer seus donos e o público. A despesa de cada animal é bancada pelo seu próprio dono que gasta entre R$ 700,00 e R$1.100,00 por mês. Os proprietários desses animais fazem isso visando o lado do entretenimento, esporte e lazer.

Os cavalos levam uma vida extremamente confortável, com um bom tempo para descansar, cerca de oito horas para dormir. Fazem duas refeições por dia, uma de manhã e outra pela tarde. E ainda se estiverem doentes recebem tratamento do médico veterinário.

Quem olha essa realidade fica realmente encantado. Mas bem perto dali existem milhares de curitibanos que não têm nem quem compre a eles um sanduíche. O salário mínimo no Brasil é de R$ 510,00, menos da metade do valor máximo do custo mensal de um cavalo. Com essa renda, é quase impossível que um pai com uma família de três pessoas consiga pagar despesas de água, luz, telefone, comida, vestimenta e prestações do imóvel.

Um cavalo como esse chega a valer R$ 60 mil, o preço de uma casa para muitos curitibanos

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço da cesta básica em Curitiba é de R$ 215,61. É a nona cesta mais cara do país. Esse número é quase a metade do montante mínimo para se cuidar de um cavalo.

Para o desempregado, Daniel Domingos, o mais revoltante é a diferença social. “Essas pessoas que vivem bem financeiramente deviam começar a ajudar de alguma forma as pessoas carentes ao invés de se importar primeiramente com os bichos”. Para Domingos, o entretenimento tem que vir depois, primeiro deve se pensar em ajudar de alguma forma o próximo devido a desigualdade econômica e a falta de oportunidade das pessoas para estudar.

No Jockey, inúmeras pessoas cuidam dos cavalos. Dentre elas, estão os treinadores, jockeys e funcionários. Os empregados que tratam os animais todos os dias ganham R$ 1.200 por mês e ainda podem dormir nos alojamentos. “Para mim apenas uma oportunidade de trabalhar lá dentro já estava bom”, diz Luiz Antônio Jacob, desempregado.

Desabamentos e enchentes preocupam moradores no Tarumã outubro 14, 2010

Posted by deconto in Uncategorized.
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Sem saneamento básico, luz elétrica e iluminação pública; é assim que vivem as pessoas que moram próximo ao Córrego Capão da Imbúia, no bairro Tarumã, em Curitiba. Além destes problemas, ainda precisam se preocupar com os desmoronamentos, que podem ocorrer a qualquer hora. Encontrar casas à beira de barrancos, com perigo de deslizar para dentro d’água, é comum. A fim de conter eventual desabamento, moradores usam pneus de caminhão fincados com estacas entre o rio e as casas, numa tentativa provisória de evitar uma tragédia.

A auxiliar de limpeza, Salete Domingues Ferreira, de 41 anos, é uma das moradoras que sofrem com o problema das enchentes. “Fui mordida por um rato na última vez que alagou por aqui”. Inundações também é outro fator que provoca medo na comunidade. Durante os meses de chuva, a enchente se torna inevitável. Feitas de madeira, as paredes dos barracos têm a marca do nível de água que entrou nas casas durante a última cheia. Consequentemente, o risco de doenças graves serem transmitidas aumenta. “Meu filho pegou hepatite A e B”, diz a moradora Marilde Lisboa, de 38 anos.

 

"Fomos esquecidos, nem político querendo voto vem aqui", diz M. S.

 

Para evitar o desmoronamento das encostas, a Prefeitura instalou recentemente barreiras de contenção na margem do córrego, próximo à Avenida Victor Ferreira do Amaral, pela qual o rio atravessa. Contudo, as obras feitas a 80 metros da rua não contemplam a comunidade que está a menos de 200 metros de distância. Quanto a este fato, ninguém da Secretaria de Obras quis se manifestar.

 

Inocentes. Crianças brincam no Córrego do Capão da Imbuia

 

“A contenção, além de não ajudar os moradores, pode agravar o problema”, é o que afirma o ambientalista Carlos Sauer, coordenador de uma escola estadual da região. Segundo ele, a contenção elimina o curso natural do rio. “Durante a chuva, caso a água não consiga escoar mais adiante, o trajeto artificial vai fazer com que inunde mais rápido do que o natural”. Sauer explica que o ideal seria arborizar as margens do rio, mas reconhece que a sugestão é inviável porque falta espaço natural nas encostas do córrego.

Rua sem sinalização causa acidentes no Tarumã outubro 14, 2010

Posted by fourjoan in Uncategorized.
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Os moradores do bairro estão revoltados com a falta de sinalização na Rua José Veríssimo esquina com a Konrad Adnauer. Essa rua dá acesso a Faculdades Integradas do Brasil (Unibrasil) e a Escola Municipal Madre Antônia. Com o grande número de estudantes no local o problema é maior no início e fim das aulas. A falta de semáforo dificulta a passagem tanto de pedestres quanto de motoristas.

A moradora Maria Lúcia Machado, passa pelo local a pé todos os dias, para ela o perigo é constante, “as pessoas tem que atravessar em meio aos carros, é uma bagunça, pois quando as crianças saem da escola, já presenciei vários atropelamentos.”.

A rua desregrada é assunto de discussão na Unibrasil, os alunos estão revoltados e inseguros, pois os carros passam pela rua em alta velocidade. Carlos de Souza, aluno do curso de Design, desabafa: “qualquer hora vai acontecer algo grave aqui, será que precisa alguém morrer para a prefeitura fazer alguma coisa?”.

Raul Urban assessor da Urbs (urbanização de Curitiba) informou que as ruas José Veríssimo e Konrad Adnauer, estão na programação deste ano para terem suas respectivas sinalizações instaladas para maior segurança dos motoristas. “A Rua José Veríssimo está no cronograma de obras para que tenha o piso refeito” , comentou ele.

Urban ressaltou ainda a importância de se iniciar as obras no cruzamento entre essas ruas “Carros procedentes do centro e com direção à universidade ou imediações, passam a usar o cruzamento aguardando no acostamento, evitando assim, dobrar à esquerda na avenida, com riscos de atropelamentos por parte dos carros oriundos da rodovia federal ou da própria Victor Ferreira do Amaral”.

MORADORES APONTAM QUE FALTA POLICIAMENTO NA ZONA LESTE DE CURITIBA outubro 14, 2010

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MEDO quem tem algum comércio na região do Uberaba é obrigado a conviver com os constantes assaltos e homicídios no bairro

 Por Francine Maria e Jéssica Soares

     Mês passado os curitibanos se depararam com a notícia de que a capital passou 72 horas sem qualquer tipo de homicídio. O recorde foi interrompido na noite do dia 20 de agosto, quando um jovem de 16 anos foi morto no Tatuquara e outros três corpos foram encontrados no Bairro Alto, Campo Comprido e Xaxim. A cada dia a violência cresce mais no estado do Paraná. Dados do IBGE(Instituto Brasileiro de geografia e Estatística) afirmam que só no primeiro trimestre deste ano, os assassinatos aumentaram 50,8%.

     Esses números são diariamente apresentados nos jornais. O último dado da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp/PR) de 2008 demonstrou que dos cinco bairros mais violentos de Curitiba, dois estão na zona leste: Uberaba e Cajuru.

 Os próprios moradores e comerciantes da região ficam apreensivos com a falta de segurança. Isso se constata quando se dá a eles a oportunidade de falar e eles simplesmente se calam ou não querem se identificar. Segundo um comerciante do bairro Uberaba o problema é sério. “É difícil falar quando podemos sofrer um ameaça de morte a qualquer momento. Só posso dizer que já estou acostumado, eu sofro com assaltos, e a farmácia aqui perto é assaltada a cada dois dias”.

     Já o segurança D.M. de 42 anos diz: “Faço meu serviço, mas não ando armado, então eles observam e esperam o melhor momento”. Quando perguntado sobre o policiamento e ele alega. “A segurança dessa região é fraca como em qualquer parte de Curitiba. Falta um projeto de segurança melhor, mais policias que cumpram com o seu papel e assumam sua obrigação de uma forma responsável e transparente”.

    O núcleo de comunicação da Sesp/PR foi procurado por nossa equipe de reportagem, mas não quis comentar o assunto.  Já o assessor da Aifu (Ação Integrada de Fiscalização Urbana), Edival Melo, resume: “as pessoas acham que as áreas mais afetadas com a violência abrangem somente as periferias, mas no centro também há muita violência”.

FESTA DA INDEPENDÊNCIA outubro 14, 2010

Posted by lylafischer in 4JOAN, Cultura, Eventos, História, independência, Lazer, Política, Ruas, Uncategorized.
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Por Louize Fischer e Nelma Suzan

No dia sete de setembro é comemorada a Independência do Brasil. Porém, nem todos conhecem o significado desta data. O que a maioria sabe é que se trata de um feriado nacional. No dia 7 de setembro de 1822 Dom Pedro I deu o grito de independência. Desde então o Brasil se tornou ex-colônia de Portugal.

Em todo o país ocorrem desfiles em comemoração à data, que foi valorizada no período da Ditadura Militar. Naquela época, além dos militares, a participação nos desfiles era obrigatória para alunos de escolas públicas. A matéria de “Educação Moral e Cívica” deixava evidente o patriotismo naquele período histórico. Desde o fim da Ditadura, o desfile deixou de ser obrigatório para os alunos. Ainda assim, militares e alunos de escolas militares participam até hoje.

O Colégio Militar de Curitiba participa atualmente com 300 alunos. De acordo com o Comandante Coronel Luiz Quintino Martins de Figueiredo, a participação dos alunos é voluntária e a procura é grande. “Muitos ficam de fora porque há um limite de vagas, até para o desfile não ficar cansativo”. Participam também escolas estaduais e municipais da rede pública de ensino. Algumas delas incentivam a participação dos alunos com pontuação extra nas matérias em que não estão tão bem. No Colégio Estadual Prieto Martinez, o aluno Sidney Fiori Junior desfilou vestido de D. Pedro I. “Algumas fantasias precisaram ser locadas, mas a minha foi cedida pelo colégio”.

No entanto, o significado da data não é tão explorado. A maioria dos adolescentes, muitas vezes, nem se interessam pela história ou confundem os personagens. “Pedro Àlvares Cabral chegou ao Brasil e declarou “Independência ou morte!”, diz um estudante da sétima série. Alguns, ainda, não conhecem quase nada sobre a história do Brasil. Nem sabem que o Brasil deixou de ser colônia de Portugal, como disse outro aluno da sexta série.

Para o professor de história e geografia João Luis, o patriotismo deveria ficar na época do regime militar. “Hoje, acho que a escola não devia nem participar, pois não tem nada a ver com o aluno”.

Fizeram parte da programação da semana da pátria em Curitiba a apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná, juntamente com as bandas militares. Além do tradicional desfile no dia 7, foram disponibilizados serviços gratuitos no programa “Paraná em Ação”.

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Propaganda eleitoral se prolifera por Curitiba outubro 14, 2010

Posted by fourjoan in Uncategorized.
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Elisana Fuckner, Jessica Stella 4° JOAN

 

Em outubro acontecem as eleições 2010 e as propagandas começam cedo pelas ruas. As campanhas políticas geram trabalhos informais e beneficiam parcela da população desempregada. Em Curitiba são vistos desde agosto cartazes, bandeiras e materiais dos principais partidos. Porém, ao mesmo tempo em que beneficia parte da população, outra parte se sente incomodada pelas propagandas.

Benedita Souza não gosta da abordagem nas ruas, panfletos, e bandeiras. “Eles atrapalham o trânsito e a visão dos motoristas com as bandeiras, fora a sujeira que fazem na cidade”, afirma. Muitos como Benedita, não se interessam por campanha ou eleições e se sentem desrespeitados.

A recepcionista Gracielli da Silva acredita que as campanhas causam além da poluição ambiental, poluição visual e sonora. “Além dos panfletos deixarem as ruas imundas, as bandeiras são tantas, que misturadas não conseguimos identificar o nome dos candidatos e os caminhões de som deveriam ser utilizados só no carnaval”, reclama a motorista.  Assim como Graciele, Karina dos Santos, que é ministra religiosa, acredita que a poluição visual tira a beleza da cidade.  “Perde-se todo o estilo europeu de Curitiba e fica parecendo uma grande feira”, afirma.

Existem regras a serem seguidas quanto às propagandas políticas. Segundo a legislação eleitoral os cavaletes, por exemplo, são liberados desde que não atrapalhem o trânsito e os pedestres, esses materiais também não podem estar fixados. De acordo com a lei eleitoral, a mobilidade dessas propagandas é caracterizada pela colocação e retirada dos objetos entre as seis e 22 horas.

É proibido fixar placas, estandartes, faixas ou pichação em bens públicos ou de uso comum, como postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, paradas de ônibus, mesmo que de propriedade privada. A circulação de carros de propaganda com som é liberada entre oito e 22 horas até a véspera da eleição, mas é proibido que os veículos passem em distância inferior a 200 metros das sedes dos poderes executivos e legislativos. Brindes como camisetas, chaveiros e bonés são proibidos também.

Uma das curiosidades das campanhas políticas é a quantidade de pessoas colocadas nas ruas, fora o que é gasto com materiais de propaganda. O coordenador de campanha do partido PTB, Ivens, conta que há cerca de 2000 cabos eleitorais no Paraná, sendo que cada um ganha em média 30 reais por dia, durante praticamente dois meses de campanha. O dinheiro da propaganda vem de doações de empresários que apóiam as coligações, e os partidos disponibilizam aos candidatos apenas panfletos, conhecidos como “santinhos”,  o  restante é bancado pelo próprio candidato.

 Quem trabalha envolvido com a propaganda política diz que esse emprego é tranqüilo quando comparado a outros serviços.  Joaquim Ferreira de Souza, que trabalha como cabo eleitoral, conta que o salário pelas 6 horas diárias compensa. “Está bom de 35 a 40 reais por dia, servente de pedreiro ganha 40 reais e trabalha mais de 8 horas”, conta.

Quanto às condições de trabalho dos cabos eleitorais, Souza afirma ainda que nunca permanece no sol, ele procura se alojar em algum local com sombra, apesar do comitê fornecer protetor solar.Umas das dificuldades citadas é a ida ao banheiro.  “Se não tem ninguém para revezar, temos que levar a bandeira junto e ainda utilizar os banheiros do comércio da região”, comenta.

Para Mara Ana Silva trabalhar com campanha é o melhor tipo de emprego. “Larguei meu emprego para trabalhar com isso, o horário é bom, gosto de falar com as pessoas e o salário compensa”, afirma. Alguns trabalhadores como Mara entram por indicação, pelo emprego informal ou a renda que obtém e acabam gostando.

A poucas semanas das eleições a questão das irregularidades com a propaganda política cresce. Até a última quinta-feira, 387 materiais de candidatos em situação irregular já foram retirados das ruas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR). O cidadão pode colaborar como fiscal nessas situações, denunciando para a Segunda Zona Eleitoral pelos telefones (41) 3330-8811 ou (41) 3330-8812 e pelo e-mail zona002@tre-pr.gov.br.

 

 

Parque Tupã estimula o comércio ambulante de alimentos na Avenida Victor Ferreira do Amaral dezembro 17, 2009

Posted by Christiano Kubis in 4JOAD, Alimentação, Cidadania, Comércio, Cotidiano, Cultura, Economia, Eventos, Lazer, Tarumã, Trabalho, Uncategorized.
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Christiano Kubis

Há oito anos o garçom aposentado Derli Claudio Soares trabalha na venda de espetinhos no local, e há cinco anos é uma figura recorrente em estádios de futebol e  grandes eventos pela cidade. “Eu gosto é de movimento, gosto de fazer fumaça e vender muito espetinho. Como o meu produto é barato e custa apenas R$2,00 preciso ganhar na quantidade, em um dia movimentado consigo vender até 350 espetinhos. Tenho um cardápio variado, barato e com qualidade que inclui carne bovina, carne de frango e coraçãozinho de galinha.”, afirma Derli, mais conhecido como Senhor Claudio.

Ao Lado da barraca do Senhor Claudio está a Luciana Miler Ferreira, com seus crepes de massa de panqueca com queijo parmesão, que ela comercializa há quatro anos. “Foi uma forma que achei de complementar a minha renda e não depender financeiramente do meu marido”, afirma Luciana.

Feitos em uma chapa que esquenta a uma temperatura de 300 graus, os crepes custam R$2,50 cada. “Vendo aqui no Parque Tupã há dois anos, a minha chapa consome muita energia elétrica, o bom é que os responsáveis pelo parque nos fornecem energia e até nos avisam quando vem para Curitiba”.

A simpática Luciana Miler Ferreira aproveita o movimento do Parque Tupã para engordar a renda da sua família com bom humor. Foto: Christiano Kubis

Com R$3,00 também é possível comprar um cachorro-quente da Neusa Aparecida da Silva, que há 16 anos corre para o seu “ponto” assim que recebe a notícia de que o parque chegou ao local.

Ela é manicure e depiladora de uma grande rede de salões de beleza da cidade e nessa época do ano enfrenta uma dupla jornada de trabalho. “Meu dia começa bem cedo, sou a primeira a montar a barraca. Sempre contrato uma pessoa para comercializar e não perder de ganhar dinheiro enquanto estou no salão, depois que saio de lá venho correndo e fico por aqui até o parque fechar”.

Com um “ponto” privilegiado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, Neusa garante empolgada que o esforço vale a pena, pois consegue vender entre 100 e 200 cachorros-quentes ao dia. Fora da temporada a equipada barraquinha fica muito bem guardada a espera do próximo ano.

Quando o parque fecha e as luzes se apagam, o Senhor Claudio desmonta toda a parafernália rapidamente e espera a churrasqueira esfriar. Luciana aguarda a chegada do marido ansiosa para ir para casa e ver a filha de apenas um ano. E a Neusa que todos os dias monta e desmonta sua barraca sozinha, sai satisfeita e feliz para descansar e recuperar as energias para o próximo dia de trabalho.

Tupã está de volta a Curitiba
Como chegar ao Parque Tupã
Conheça a estrutura do Parque
Conheça a história do Parque

Reforma da estação-tubo do terminal Capão da Imbuia incomoda motoristas e passageiros dezembro 17, 2009

Posted by leandrovalentim in Uncategorized.
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Repórter Leandro Valentim

Leandro Valentim

Passarelas foram improvisadas para o embarque e desembarque

A estação-tubo do Inter 2 no terminal do Capão da Imbuia passa por reforma para adaptação ao novo modelo do ônibus, que agora possui três portas e é articulado. A ampliação visa reduzir a lotação que é comum nessa linha, especialmente nos horários de pico. A nova estação terá agora 11 metros, quatro a mais do que os tubos antigos.

O grande problema é que para esta reforma, foi improvisada uma passarela de madeira, o que obriga o ônibus parar no meio da rua. Isso impossibilita o tráfego de veículos, e ainda gera desconforto aos passageiros, especialmente nos dias de chuva, já que esta passarela é descoberta.

O estudante Thiago Oro conta que é irritante passar pelo terminal: “Está horrível, espero que esta reforma termine logo. Hoje estou de carro, mas nem de moto dá pra passar por aqui quando o Inter 2 está parado”. Thiago ainda diz que já ficou parado por bastante tempo esperando a saída do ônibus: “Uma vez, quando eu estava voltando para casa, o motorista desceu do ônibus e ficou mais de cinco minutos parado. Todos estavam buzinando. Tive de subir na calçada com a moto para não ficar preso ali”, conta.

Já a aposentada Juraci Maria Batista diz que aprova a reforma: “Acho muito bom. Eu preciso utilizar esta linha muitas vezes durante a semana, e é complicado quando pego horário de saída ou entrada de expediente. Sei que agora a reforma está atrapalhando os motoristas e os passageiros também, mas depois vai ficar muito melhor”, afirma.

A reforma da estação-tubo do Capão da Imbuia está em andamento e seu término depende das condições do tempo.

Leia também:

Reforma em tubo atrapalha a vida de passageiros e fucionários:

https://zonaleste.wordpress.com/2009/12/17/7934/

Estações-tubo da linha Inter 2 serão ampliadas para ônibus articulados:

http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=864415

Impaciência e falta de atenção são as principais causas de acidentes que conturbam o trânsito de Curitiba dezembro 17, 2009

Posted by Amanda Bozza in Uncategorized.
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Repórter Amanda Bozza

O trânsito de Curitiba está em situação cada vez mais caótica, engarrafamentos, motoristas estressados, falta de lugar para estacionar. Porém apesar do caos, a Polícia Militar aponta que cerca de 10% dos problemas de trânsito na cidade são relacionados por acidentes envolvendo pedestres descuidados.

Hoje no país 35% da população se locomove a pé, enquanto 28% locomovem-se de carro, fato que registra aproximadamente seis mil mortes anualmente, sendo que para cada morte, duas pessoas ficam inválidas e sete com sequelas.

Entre as colisões mais comuns está o atropelamento de pedestres, em 4º lugar com 667 ocorrências. Um bom exemplo é a Avenida Victor Ferreira do Amaral, que durante o ano de 2009 esteve entre as primeiras colocadas em acidentes.  A avenida é muito movimentada e apresenta trechos onde o pedestre deve ter o dobro de cuidado na travessia. 

Os pontos mais críticos da Avenida são os cruzamentos com a BR-476, no Tarumã e com a Rua Brasílio de Lara, na divisa com o município de Pinhais.  Para o pedestre resta seguir as leis de trânsito e lembrar que em uma situação se é pedestre, noutra passageiro e em outro condutor, e que seguir as normas pode salvar vidas.

De acordo com Cristofer Borges, palestrante do projeto educação no trânsito do DETRAN, o que é necessário é uma mudança de hábito. “O pedestre precisa entender que o seu mau comportamento influencia, e ser educado no trânsito é fundamental”.

Para a professora Ane Luize Perrout a educação para o trânsito começa desde cedo. “Temos que orientar as crianças a também serem bons pedestres, se todos nós tomássemos os devidos cuidados o trânsito seria um lugar melhor”.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro no artigo 254, o pedestre está proibido de andar ou permanecer na rua (exceto quando estiver atravessando de um lado para o outro), cruzar a rua em cima de viadutos, pontes ou túneis, andar fora da faixa de pedestre quando existem passarelas e passagens subterrâneas e desobedecer à sinalização. A desobediência é enquadrada como infração leve e pode gerar multa.

 

A grande extensão e movimentação de carros da Avenida Victor Ferreira do Amaral, pede cuidado redobrado do pedestre.

 Para saber mais sobre a educação no trânsito acesse:  http://www.educacaotransito.pr.gov.br/

Segurança pública nos terminais dezembro 17, 2009

Posted by vnoelmascunha in Uncategorized.
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Vigilância e segurança humana

Repórter  Noelma Cunha

A falta de segurança na região do bairro capão da imbuía ainda assusta muitos moradores da região. Curitiba aparece como a terceira cidade mais violenta do Brasil no Mapa da Violência, levantamento divulgado pelo Ministério da Justiça. A capital paranaense está atrás apenas de Camaragibe (Pernambuco) e Duque de Caxias (Rio de Janeiro) em número de crimes de morte intencionais.

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Uma tradição chamada cavalo dezembro 9, 2009

Posted by anac11 in Uncategorized.
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Reportagem de Ana Carolina Skrepec e Bruna Carneiro

A sexta-feira para a família Menegolo é dia de encontro no Jockey Club de Curitiba.  Os Menegolos são tradicionais nos Jockeys do país pela criação e treinamento dos animais.A paixão começou na década de 60 quando o patriarca da família, Antenor Menegolo, comprou o primeiro cavalo. “Depois disso nunca mais ele parou, tomou gosto pela coisa”, comenta o filho Adélcio Menegolo.

Miguel Menegolo e Adelcio Menegolo. Filho e pai desfrutam da mesma paixão.

 

 

 

O último vencedor e sua coleção de prêmios dezembro 9, 2009

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O cavalo Indecent já ganhou mais de 10 prêmios.

A família tem haras em Curitiba e Rio de Janeiro, e seus cavalos uma coleção de prêmios. Ao todo são 103 animais sob os cuidados dos herdeiros de Antenor Menegolo.

Antenor Menegolo Neto representa a tradição em Curitiba. Cria 30 animais, entre eles o cavalo Indecent, ganhador do 9º Páreo do último dia 20. Segundo o dono, o animal tem seis anos e seis vitórias. Além do primeiro lugar, coleciona prêmios de 2º, 3º e 5º lugar.  “Ele já teve vários donos, e vem de uma linhagem de vencedores. Seu pai já ganhou seis corridas. É um bom cavalo”, conta.

Antenor Neto é formado em Administração, mas segundo ele só cursou a faculdade para ter um diploma “Só fiz administração para ter o diploma, minha paixão sempre foi os cavalos, acho que é coisa de sangue”, define.

Treinar para ser um vencedor dezembro 9, 2009

Posted by anac11 in Uncategorized.
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Os filhos continuaram a criação dos animais e adotaram como profissão. “Treino 73 cavalos no Rio de Janeiro, vivo disso. Requer muita dedicação. São animais fascinantes”, declara Adélcio.

O haras de Adélcio conta com 21 funcionários, entre veterinários, domadores e galopadores. “Eu fico com os treinamentos, para torná-los aptos a correr.Os outros funcionários me ajudam no preparo físico do animal”, explica.

Para o cavalo chegar a ganhar uma corrida precisa de treinamento constante. “A preparação atlética começa quando o cavalo completa dois anos” explica o treinador.

Essa tarefa inicia todos os dias às 5h da manhã e se estende durante todo o dia. Para aqueles que cuidam é um trabalho árduo que exige disciplina e empenho. “No mês tenho três  folgas, não vejo minha família com freqüência. Moro aqui no Jockey”, conta  Marcio de Souza, domador.

O animal é levado para andar no pasto até as 10h30, têm duas refeições ao dia, em que sal é elemento obrigatório. “Colocamos em um cocho alfafa e ração  com uma quantia de sal. Assim ele sente bastante sede e toma muita água. É uma maneira de manter o cavalo hidratado”, explica a tratadora Josi Aparecida Ferreira.

Apostar não é tão simples assim dezembro 9, 2009

Posted by anac11 in Uncategorized.
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Para aqueles que desejam apostar pela primeira vez no Jockey Club, há alguns segredos. Miguel Andrade aposta regularmente há 40 anos, e explica o que se deve levar em conta quando for escolher um cavalo. “Eu estudo a filiação do animal, não existe um cavalo melhor, mas sim o que se saiu melhor nas corridas anteriores. Normalmente, cavalo com pai e mãe vencedor tem tendência a ser um vencedor”.

Para Adelcio Menegolo o iniciante não pode se deixar levar pela aparência física do animal. “As pessoas que apostam pela primeira vez, quase sempre, escolhem pela cor do pêlo, pela altura ou pelo nome. Não está certo, podem ter sorte no dia e acabar ganhando, mas para quem realmente não quer perder tem que analisar a campanha, os de melhor retrospecto, pois esses são os favoritos”, conta.

As apostas mínimas do jockey Club de Curitiba são de R$ 1, e não há uma máxima. O prêmio é dividido entre os ganhadores.

Coreografia encanta o público com sua graciosidade e ritmo. dezembro 8, 2009

Posted by Amanda Bozza in Uncategorized.
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A professora e seguidora Draupadi Devi Dasi, conta que não foram convidados oficialmente para o evento. “Quando vi a programação pensei que nenhum festival de cultura seria completo sem a nossa dança, ela tem sido uma grande aliada na propagação da consciência e cultura de Krishna. Em quinze minutos de apresentação houve um aumento considerável de público que acompanhava o evento, teve até quem ensaiou umas palmas para acompanhar o ritmo quente da dança.

Créditos:Ivan Gama(2º JOAN)

Dança, religião e cultura. dezembro 8, 2009

Posted by Amanda Bozza in Uncategorized.
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Vinda nos anos 50, junto com o Yoga, a dança Indiana é essencial para a difusão da cultura no Vaishnavismo, nome correto da religião que ficou conhecida como Hare Krishna, pois, além de ser um modo de adoração é um marco da igualdade dentro da religião e da Índia. Em tempos remotos apenas os cidadãos de casta podiam ser os dançarinos do templo.

Segundo o seguidor da doutrina Hare, Moham, a dança agrega a cultura védica e tenta passar os ensinamentos dos livros sagrados. Ele afirma que a religião está totalmente ligada a cultura e é a partir dela que será preservada.

Créditos: Ivan Gama (2º JOAN)

Dança Bollywoodana em Curitiba dezembro 8, 2009

Posted by Amanda Bozza in Uncategorized.
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Em Curitiba o grupo Krishna Nathyan começou com a dança Clássica , e aos poucos foram sendo atraídos também pelo furacão que é a dança moderna de Bollywood (nome da indústria Cinematográfica Indiana). As danças apresentadas misturaram dança clássica, dança fólclórica, Bhangra, dança do ventre, street, e até um tanto de Hip Hop.

Para saber mais acesse: www.harekrishnacuritiba.com/

Bastidores e profissionais envolvidos dezembro 8, 2009

Posted by Michele Saide in Uncategorized.
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Aluno do curso de jornalismo entrevistando alagoano, cuidador de cavalos jo Jockey

Entre seguranças, cuidadores, jockey’s, administração, existem também os trabalhadores free lancer que trabalham para empresas que prestam serviços para o jockey, como transmissão ao vivo para a TV Jockey e Brasil Sat.

O trabalho é realizado quando tem corridas e dura cerca de 5 a 6 horas. Luiz Carlos Teixeira é um destes trabalhadores temporários e trabalha como cinegrafista há 3 anos para a produtora Cromamix.

Entre nossas conversas com o pessoal uma das caixas que trabalha no Jóckey, que não quis revelar o seu nome, diz que presenciou um apostador que jogou tudo e no final acabou entregando sua própria aliança como forma de penhora para poder apostar mais uma jogada.

Mais informações: Jockey Club do Paraná. Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2.291 – Tarumã. Informações: (41) 3075-2109 ou pelo site www.jockeypr.com.br.

 

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Hobby que virou paixão dezembro 8, 2009

Posted by Michele Saide in Uncategorized.
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Luis Cardoso apostador há 60 anos

O prêmio do dia 20 de novembro saiu para 20 apostadores. Um dos ganhadores foi Luis Cardoso. Apostador há 60 anos, Luis é um dos freqüentadores assíduos do local. ‘’Pelo menos quatro vezes por semana venho nas reuniões ao encontro dos amigos que fiz.’’, comenta.

Em 1950, quando tinha 15 anos, Luis vendia amendoim e apostava metade do dinheiro das vendas escondido da mãe. Naquela época o jóquei era situado no hipódromo do Guabirotuba. Sua esposa sempre apoiou e participou dos encontros no jóquei e hoje já falecida, Luis diz que se não fosse o hobby que adotou como lazer e entretenimento, já teria morrido pela falta dela.

O maior prêmio do apostador foi em 1984, quando apostou R$ 8 numa dupla exata e levou R$ 5.000 somente nesta aposta. E na noite de 20 de novembro Luis apostou R$ 32 e saiu com R$ 80, ganhando nove apostas no total.

 

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20% da população vai contrair a gripe A em um ano e meio dezembro 8, 2009

Posted by Fabiana Franzosi in Uncategorized.
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A previsão é feita pelo Dr. Marcelo Ducroquet, epidemiologista do Hospital do Trabalhador. A pandemia de 2009 teve dos quase 100 mil casos suspeitos, mais de 39 mil confirmados e 285 óbitos até o final de novembro. As “ondas” de contágio duram oito semanas e o estado já começa a se preparar para a próxima, que deve ter o auge nos meses de julho e agosto.

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SEMINÁRIO SOBRE A GRIPE A dezembro 8, 2009

Posted by Fabiana Franzosi in Uncategorized.
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O tema foi debatido no semiário  gripe A e seus reflexos na saúde e economia do Paraná, realizado no teatro do SESC da Esquina pela FUNPAR em 18 de novembro. Participaram das discussões a professora Marta Fragoso da UFPR, o secretário do saúde do estado Gilberto Martins, doutor Marcelo Ducroquet do Hospital do Trabalhador, o doutor Flavio de Queiroz Telles Filho do Hospital de Clínicas da UFPR, o doutor Alexandre Biondo Pesquisador de Patologia Veterinária e Zooneses, o doutor Luiz Felipe Caron, pesquisador de patologia animal: influenza, vacinologia e virologia e professor da UFPR.

20% da população vai contrair a gripe A em um ano e meio

Prevenção e Esclarecimentos

Planos funerários em época de Gripe A

DIFERENCIAIS DE SERVIÇOS

Informações e endereço de praças na região dezembro 8, 2009

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Veja algumas informações sobre as praças localizadas no bairro segundo levantamento do IPPUC Curitiba

http://ippucnet.ippuc.org.br/Bancodedados/Curitibaemdados/anexos/2005_%20Capão%20da%20Imbuia%20-%20Áreas%20de%20Lazer.pdf

Preservação e Conservação dos espaços de lazer dezembro 8, 2009

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A prefeitura informou que a limpeza e manutenção dos locais mantidos por ela são feitas dentro de um cronograma. Dependendo do lugar, a periodicidade varia entre 15, 20 e 25 dias. No verão o tempo é menor para manutenção devido ao crescimento rápido do mato.

“A nova iluminação e as obras vão proporcionar mais segurança e o uso noturno da praça”, diz o gerente de Praças da Secretaria do Meio Ambiente, Jean Brasil.

A praça foi inaugurada em julho de 2007, e o nome do espaço e uma homenagem para o Mansueden dos Santos Prudente, conhecido como “Chocolate” (1931-1984), “ele tinha a cor e a força transformada em samba na bateria da escola que fundou a Ideais do Ritmo”.

Informações e endereço de praças na região

Iluminação traz segurança na praça Chocolate dezembro 8, 2009

Posted by unicoprodutosnaturais in Cidadania, Lazer, Uncategorized.
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Nova Iluminação e quadras reformadas na praça Chocolate . Foto Elize Brasil

As quadras de esportes ganham iluminação e trazem segurança aos moradores da região. ”Agora tem como aproveitar e jogar bola com mais tranqüilidade, até mesmo a noite”, diz Guilherme Russo, estudante de 17 anos.

Antes vista como ponto para uso de bebidas e drogas por adolescentes, devido à falta de manutenção e segurança, após a reforma ter começado a mostrar resultados, a comunidade voltou a freqüentar o local e utilizar o espaço de lazer ,leia reportagem, Praça Mansueden dos Santos Prudente recebe melhorias.

Mesmo com a reforma alguns moradores da região explicam que existe um espaço não aproveitado na praça. ”A quadra de boche nunca foi usada porque não tem bolas para jogar, é usado como lugar para adolescentes namorar. Esse espaço devia ser trocado por uma pista de skate, seria mais útil“, diz Célia Melo, comerciante.

O espaço atrai moradores de outros bairros “Sempre freqüento a praça quando posso para distrair e conversar com amigas”, diz Janaina, estudante 21 anos moradora da Vila Oficinas.

Preservação e Conservação dos espaços de lazer

Bonde elétrico é opção para desafogar trânsito em Curitiba dezembro 8, 2009

Posted by Cris Fortes in Uncategorized.
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A linha férrea ao lado do terminal Capão da Imbuia facilitará a implantação do bonde elétrico para atender usuários do transporte coletivo do bairro e região. Foto: Cristiane Fortes

O bonde elétrico é uma alternativa viável para a população de Curitiba e região metropolitana que hoje convive com tantos problemas de trânsito.

                                                Repórter: Cristiane Fortes

Projeto é de autoria do deputado Estadual Neivo Beraldin

Vantagens do bonde elétrico

Opiniões

Conclusão

Projeto é de autoria do deputado Estadual Neivo Beraldin dezembro 8, 2009

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O projeto para implantação do bonde elétrico é de autoria do deputado estadual Neivo Beraldin, o qual visa o aproveitamento da linha férrea já existente. Com 102 quilômetros de extensão, esse projeto prevê a interligação de vários municípios como Piraquara, Pinhais, Araucária, Colombo, Rio Branco do Sul e Almirante Tamandaré. Segundo Beraldin, os bondes elétricos são seguros, menos poluentes e silenciosos. Além disso, podem contribuir para desafogar o trânsito do centro de Curitiba e para agilizar os deslocamentos diários da população. “Os bondes iriam transitar a uma velocidade média de sessenta quilômetros por hora, sem tráfego. Seria uma opção de transporte bem mais rápida e ecologicamente correta”, explica Beraldin. Para colocar o projeto em prática, o deputado cita que seria necessário a realização de reforço de leito nos trilhos, construção de alguns trilhos paralelos aos já existentes, instalação de trincheiras e cancelas, além de realização de um projeto de paisagismo.

Bonde elétrico é opção para desafogar trânsito em Curitiba

Vantagens do bonde elétrico

Opiniões

Conclusão

Vantagens do bonde elétrico dezembro 8, 2009

Posted by Cris Fortes in Uncategorized.
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O tráfego de trens dentro do centro urbano é um perigo constante. Implantar o sistema de bonde elétrico nas regiões onde existe a linha férrea diminuirá o perigo para pedestres e outros veículos. Foto: Cristiane Fortes

De acordo com o estudo, o expresso metropolitano como é chamado, teria 28 estações, uma capacidade de transportar 233 mil passageiros por dia e um custo total de implantação de US$ 73 milhões. O valor é bem menor do que o projeto do metrô subterrâneo, que também está sendo estudado para Curitiba. Neste caso, haveria 22 estações, uma capacidade para 500 mil passageiros por dia, e um custo total de quase US$ 1,2 bilhão. Entre os benefícios do sistema metroviário, podemos relacionar o baixo custo da implantação; não fazem barulho; utilizam pneus de borracha; são ecologicamente corretos e há também o rigor do horário, pois são programados por computadores. Além de todas estas vantagens, destacamos que este sistema desafogaria o trânsito de Curitiba. A população necessita de uma solução imediata para o transporte rápido e seguro.

O fato de Curitiba ser escolhida como uma das sedes da Copa de 2014 vai exigir uma estrutura de transporte adequada para satisfazer o imenso fluxo turístico durante os jogos. O Bonde Elétrico é uma ótima opção. Ressaltando que há poucos dias a ministra Dilma Rousseff despejou um balde de água fria no projeto do metrô subterrâneo, negando recursos do PAC para este alto investimento. As negociações foram retomadas, mas existe a questão de tempo hábil necessário para as obras, que poderão não ser concluídas até a Copa.

Bonde elétrico é opção para desafogar trânsito em Curitiba

Projeto é de autoria do deputado Estadual Neivo Beraldin

Opiniões

Conclusão

Grupo Hare Krishna incendeia Festival de Cultura do Paraná dezembro 8, 2009

Posted by Amanda Bozza in Uncategorized.
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Repórter Amanda Bozza 

Quem arrastou o sári pelo mercado, no sábado 21 de novembro, pode conferir na Praça Santos Andrade, os belos pés descalços das dançarinas do Grupo Krishna Nathyan, do Templo Hare Krishna de Curitiba. O evento fez parte da edição 2009 do Festival de Cultura do Paraná, que integrou diferentes grupos, pontos e entidades culturais por meio de shows, debates e oficinas artísticas. 

 Dança, religião e cultura 

 Dança Bollywoodana em Curitiba

Conclusão dezembro 8, 2009

Posted by Cris Fortes in Uncategorized.
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Retirar os trens barulhentos e poluentes dos bairros de Curitiba, diminuir o fluxo de ônibus e utilizar as linhas de trem já existentes, é a forma mais acessível e econômica para os governos municipal, estadual e federal resolverem um problema que assola os grandes centros urbanos. A parceria desses poderes será a garantia de um sistema de transporte com qualidade, afinal o bonde elétrico não beneficiará somente Curitiba, mas toda a região metropolitana por onde passam os trens.

Próximo ao terminal de transporte coletivo “Capão da Imbuia” o fluxo de ônibus, veículos e pedestres é intenso. A linha férrea próximo ao terminal facilitará a implantação do bonde elétrico para atender usuários da região. Vídeo produzido por Cristiane Fortes.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/403054/?noticia=IMPLANTACAO+DE+BONDE+ELETRICO+E+DEBATIDA+EM+CURITIBA

http://www.neivoberaldin.com.br/14-10-2009/index.php

(mais…)

Opiniões dezembro 8, 2009

Posted by Cris Fortes in Uncategorized.
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Jaime Sunye Neto, presidente do Instituto de Engenharia do Paraná  (IEP), considera o sistema metroviário, agregado ao sistema rodoviário, uma saída para o transporte de passageiros na Grande Curitiba. Segundo ele, um estudo feito em 1985, pelo engenheiro Peter Paulicheck para a Superintendência de Desenvolvimento da Região Sul (Sudesul), mostra a viabilidade do sistema por aproveitar a malha ferroviária e a linha de transmissão da Companhia Paranaense de Energia (Copel) existente na região. “Esse sistema tem um custo de implantação razoável, rápida execução e um baixo impacto socioambiental”.

Luiz Hayakawa, arquiteto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), disse que a Prefeitura de Curitiba vem trabalhando num plano multimodal para agregar vários tipos de transportes, como ônibus, ciclovias e trens. Junto com os governos estadual e federal, estuda ainda implantar uma conexão para absorver os turistas que passam por Paranaguá a bordo de transatlânticos. “Esse plano tem uma grande abrangência, incorporando vários projetos que envolvem transporte de passageiros e de turistas. Temos a preocupação que o transporte não seja segregador, dividindo a cidade em duas. Todo transporte deve servir a toda a cidade”, explicou.

Julia Barboza (18ª), estudante de educação física, mora próximo ao terminal do Capão da Imbuia e diz que se ocorrer a implantação desse sistema de transporte, vai diminuir o fluxo de ônibus e o intenso barulho que ocorre dia e noite, o qual incomoda  muito os moradores locais. “Além de que ficará mais ágil e prático para nós usuários”, complementa.

Bonde elétrico é opção para desafogar trânsito em Curitiba

Projeto é de autoria do deputado Estadual Neivo Beraldin

Vantagens do bonde elétrico

Conclusão

O que é o cicloturismo dezembro 7, 2009

Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Lazer, Meio Ambiente, Tarumã, Trabalho, Transporte, Uncategorized.
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cicloturismo é uma forma de turismo que consiste em viajar utilizando como meio de transporte uma bicicleta. É uma maneira muito saudável, econômica e ecológica de se fazer turismo.

Neste video, Gestennberger Reis  fala sobre o cicloturismo e ciclismo.

http://www.bikesul.com/site/

Leis para ciclistas
As dificuldades em aderir ao uso da bike
Ciclovias de Curitiba
Ciclista e pedestres dividem espaço na Victor Ferreira
Economia para quem utiliza a bicicleta
Quanto custa a brincadeira
A bicicleta é uma boa alternativa para moradores do Tarumã

Espaço de lazer é revitalizado e anima moradores do Capão da Imbuia dezembro 7, 2009

Posted by unicoprodutosnaturais in Cidadania, Uncategorized.
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Maior praça do bairro ganha reforma de quadras e brinquedos . Foto Elize Brasil

Perto das férias escolares, o espaço de lazer Mansueden dos Santos Prudente, localizada em uma região movimentada do Capão da Imbuia, ganha um novo visual. A prefeitura trabalha na troca de areia das quadras, no plantio de grama e instalação de iluminação em toda a praça. A entrega das obras está prevista para a metade deste mês.

Iluminação traz segurança na praça Chocolate

Um novo problema para os comerciantes. dezembro 7, 2009

Posted by aurosantos in Uncategorized.
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      No que diz respeito a circulação de caminhões na região central, este é um problema que na verdade deverá ser feito um estudo  aprofundado,uma vez que é através deles que o comércio é abastecido.Segundo Suzana Mendes representante  da sindiloja sindicato dos lojistas do comércio de Curitiba  afirma que tal  “medida acarretará inúmeros problemas tendo em vista que a prefeitura, se esta medida entrar em vigor, permitira que somente a noite os caminhões circulem na área central”.No entanto como diz aquele velho ditado popular,  “tudo tem o seu preço”.

Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados.

O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira.

Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade.

Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito

Ampliação do comércio no Tarumã traz boas perspectivas dezembro 7, 2009

Posted by maiconganske in 4JOAD, Comércio, Tarumã, Uncategorized.
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Entre os estabelecimentos comerciais que se destacam no bairro do Tarumã, estão as revendedoras de carros. Em uma caminhada pelas ruas do bairro é possível encontrar várias lojas de automóveis, principalmente na Avenida Victor Ferreira do Amaral.

 Só em 2009, segundo dados da Prefeitura Municipal de Curitiba, foram concedidos seis alvarás para a abertura de comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários usados. Outro tipo de comércio que se destaca é o varejista de artigos do vestuário e acessórios, que teve neste ano cinco alvarás de abertura concedidos.

O comerciante Lorival Linhares acredita em uma melhora no movimento com o passar do tempo.

 Apesar de ainda não ter uma grande clientela, em virtude do pouco tempo de atividade, Lorival crê que aos poucos as coisas vão melhorar.“Tenho boas perspectivas. Espero que o movimento melhore com o tempo”, disse ele. Um dos trunfos para ter um aumento da clientela é o fato de a lanchonete ficar próxima ao DETRAN e de  outros estabelecimentos como bancos e farmácias. “As pessoas que vão ao DETRAN e ao banco, são algumas daquelas que podem vir a consumir em meu estabelecimento”, afirma Lorival.

Crescimento do Tarumã alavanca empreendedorismo 

Comércio do Tarumã ainda não consegue suprir necessidades dos moradores

Alvarás concedidos nos últimos anos no Tarumã

Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados. dezembro 7, 2009

Posted by aurosantos in Uncategorized.
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               Entre essas soluções está a proibição do estacionamento em horários de pico em dias úteis em determinadas vias. Neste ano, mais ruas serão incluídas no projeto, como a via rápida Centro- Portão, entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua Álvaro Jorge, a Vicente Machado e a Silva Jardim. “Nas ruas onde o sistema já funciona como Ângelo Sampaio, Coronel Dulcídio e Brigadeiro Franco, houve redução no tempo de trânsito naquele local”, avalia Raquel Medeiros Golveia, gerente de operação do trânsito da Urbs e enfatiza “uma intervenção necessária e que ajudaria muito a circulação de veículos no centro da cidade seria um anel viário, composto por ruas que circundariam a região central,mas isto seria feito com recursos do Estado, que foram negados para Curitiba. Agora, estamos atrás de recursos”, lembra.

Um novo problema para os comerciantes.

O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira.

Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade.

Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito

O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira. dezembro 7, 2009

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Mesmo que curitibano considere o trânsito complicado,quando se fala em tomar determinadas medidas deve ser avaliados o impacto que estas tem sobre parte da população “O panorama ainda não requer a adoção de medidas drásticas, como o rodízio de veículos ou até mesmo a proibição de caminhões na área central ,tem que promover campanhas como carona solidária, ou incentivar uso do transporte público  afirma Fábio. “Com o rodízio, muitas pessoas comprariam outro carro, especialmente usado, para garantir o final da placa. Aí, o sistema de rodízio vai por água abaixo, porque não tiraria veículos do trânsito. “Existem outras soluções antes do rodízio”, conclui o especialista.

Um novo problema para os comerciantes.

Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados.

Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade.

Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito

Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade. dezembro 7, 2009

Posted by aurosantos in 4JOAD, Tarumã, Transporte, Uncategorized.
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     Ruas congestionadas, motoristas estressados buzinas, alguns acidentes e várias multas aos que tentam “dar um jeitinho “para passar mais rápido pelos congestionamentos. Em seis anos a frota de carros na capital paranaense aumentou 40%,e o resultado disso é percebido no caos em que se encontra o trânsito em Curitibanos horários de maior movimento(7h30;e 18h30).  Na região do bairro tarumã esta realidade não é diferente, principalmente na Avenida Victor Ferreira do Amaral que por sua vez, faz ligação órgãos públicos como o DETRAN e faculdades como a Unibrasil,além de ser uma saída para a BR 116,portanto muito usada por caminhões que por conseguinte tornam o trânsito na região lento.Segundo a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran), vinculada à Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), para amenizar este problema esta sendo estudado o que já ocorre em São Paulo e em Belo Horizonte ,onde caminhões com peso bruto acima de seis mil quilos são proibidos de circular  na área central.

Um novo problema para os comerciantes.

Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados.

O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira.

Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito

Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito dezembro 7, 2009

Posted by aurosantos in Uncategorized.
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Quando se fala em trânsito de Curitiba, já se pensa em medidas que podem tornar a circulação de veículos na cidade mais tolerável do que é hoje. Para amenizar o problema do trânsito a prefeitura analisa algumas medidas até mesmo antipopulares. Rodízio, pedágio, proibição de caminhões na área central, e estacionamento proibido, são alguns dos recursos propostos

Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade.

O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira.

Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados.

Um novo problema para os comerciantes.

Temporada 2009 dezembro 7, 2009

Posted by jeanpaolo in 4JOAD, Bairro Alto, Esporte, Uncategorized.
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A equipe principal do time entrou 2009 com expectativa de realizar uma boa temporada, (veja na matéria do Zona Leste), mas o clube acabou terminando o ano sem conquistar nenhum titulo. Mas a equipe proporcionou lindas imagens em seus jogos em casa. A equipe normalmente realiza seus treinos nas quartas-feiras à noite, mas nem sempre todos os jogadores podem comparecer, pois vários deles estudam ou trabalham neste horário.

Veja o video da situação do estádio.

Campo do Bairro Alto fica a abandonado nas férias

O campo poderia ser aberto para a população

A importância do estádio Pedro de Almeida

A importância do estádio Pedro de Almeida dezembro 7, 2009

Posted by jeanpaolo in 4JOAD, Bairro Alto, Esporte, Uncategorized.
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O Clube Atlético Bairro Alto, é um dos clubes mais tradicionais do futebol amador de Curitiba e região metropolitana. Para o jogador Zé Luiz do Maracanã Esporte Clube, clube amador de Colombo, sempre é difícil enfrentar o Bairro Alto. “É um clube que já tem uma tradição, e principalmente no seu estádio é muito forte”, conta Zé. Para o lateral Tiago de Lima, o clube da zona leste de Curitiba é um dos mais difíceis de enfrentar. “A maioria dos jogadores do Bairro Alto moram perto do estádio e são torcedores do time, desta forma eles jogam com mais dedicação que o normal”, complementa Tiago. O Bairro Alto foi fundado em 1987 e já ganhou diversos títulos no futebol amador curitibano e paranaense. Confira um pouco da história e dos títulos do Bairro Alto.

Campo do Bairro Alto fica a abandonado nas férias

O campo poderia ser aberto para a população

Temporada 2009

O campo poderia ser aberto para a população dezembro 7, 2009

Posted by jeanpaolo in 4JOAD, Bairro Alto, Esporte, Uncategorized.
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O estádio está completamente abandonado, o gramado do campo está alto, sem condição alguma de receber um jogo de futebol. Além disso, as arquibancadas estão destruídas, os vestiários e bancos de reservas estão inteiros pixados. Mas o principal ponto do descaso e do vandalismo são as cabines de imprensa que estão inteiras depredadas e pixadas.

Gramado alto e traves no chão retratam a situação do estádio. Foto Jean Ceccon

 Para o vendedor Marcelo de Souza Mello, é uma pena a situação do gramado. “Eles poderiam abrir o campo para a população poder jogar, nem que cobrassem aluguel pelos horários”, comenta. O estádio tem capacidade para aproximadamente 1.000 expectadores. Em jogos de campeonatos importantes, o número de torcedores normalmente ultrapassa a capacidade.

Jogo do Bairro Alto com casa cheia, torcida sempre costuma lotar o Pedro Almeida. Foto Paraná Online

Campo do Bairro Alto fica a abandonado nas férias

A importância do estádio Pedro de Almeida

Temporada 2009

Condições atuais: dívidas e abandono dezembro 7, 2009

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Pinheirão está abandonado desde 2007.

Lacrado há dois anos e meio, o Pinheirão encontra-se em estado de profundo abandono, com infiltrações nos vestiários, banheiros e arquibancadas, falta de manutenção elétrica e cuidados com o gramado, sofre com as ações do tempo e serve de abrigo para mendigos e animais. A dívida que hoje é estimada em R$ 30 milhões, cresce a cada ano.

Gigante abandonado acumula dívida de R$ 30 milhões

A conturbada administração de Onaireves Moura

Projeto ambicioso

Veja o que já foi publicado sobre o Pinheirão:

Pinheirão possui calçada da fama sem sucesso

Polícia Rodoviária Federal treina policiais no Pinheirão

Projeto ambicioso dezembro 7, 2009

Posted by felipenassar in Uncategorized.
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Projetado para ser um dos principais estádios de futebol do Brasil, inspirado no Maracanã, o Pinheirão começou a ser planejado em 1956, com o intuito inicial de ser construído no centro de Curitiba, porém, em 1968 o então prefeito Omar Sabag doou um terreno em frente ao Jockey Club Paranaense para a contrução do estádio, o que alterou o projeto inicial. As obras só foram iniciadas em 1972 e a inauguração aconteceu em 15 de junho de 1985, já na administração de Onaireves Moura, com a partida inicial terminando em Seleção Paranaense 1 x 3 Seleção Catarinense.

Ouça registros históricos da inauguração do estádio em 15 de junho de 1985.

Gigante abandonado acumula dívida de R$ 30 milhões

A conturbada administração de Onaireves Moura

Condições atuais: dívidas e abandono

A conturbada administração de Onaireves Moura dezembro 7, 2009

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Desde que assumiu o posto máximo da entidade, em 1985, o ex-presidente Onaireves Nilo Rolim de Moura acumulou em sua polêmica administração, processos, dívidas e imbróglios com a Polícia Federal e o Ministério Público, o que culminou na interdição do Complexo Esportivo Pinheirão em 30 de maio de 2007.

Naquela tarde, os portões do estádio foram lacrados por oficiais da 18ª Vara Civil. Os principais motivos alegados pela Justiça para tal medida foram dívidas em âmbito federal relacionadas ao não pagamento do INSS (valor estimado em R$ 22 milhões) e com a Prefeitura de Curitiba pelo não pagamento do IPTU (cerca de R$ 8 milhões).  Com o intuito de receber parte do valor da dívida, o governo federal leiloou, em setembro de 2007, o terreno de 124.553 metros quadrados, porém a Federação Paranaense de Futebol conseguiu a anulação desta medida e o Grupo Tacla, que havia arrematado o Complexo Esportivo pela quantia de R$ 11,2 milhões, não recorreu.

Gigante abandonado acumula dívida de R$ 30 milhões

Projeto ambicioso

Condições atuais: dívidas e abandono

Gigante abandonado acumula dívida de R$ 30 milhões dezembro 7, 2009

Posted by felipenassar in Uncategorized.
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Há dois anos e meio, o que era para ser o maior complexo esportivo do estado do Paraná foi impiedosamente lacrado pelo Ministério Público e desde então abandonado por esportistas, dirigentes e autoridades paranaenses. Por conta de más administrações, o Pinheirão acumula uma dívida de cerca de R$ 30 milhões, valor que cresce a cada ano.

A conturbada administração de Onaireves Moura

Projeto ambicioso  

Condições atuais: dívidas e abandono

Entrevista sobre Agroecologia dezembro 6, 2009

Posted by Robério Marcolino Filho in Uncategorized.
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Apostar não é tão simples assim dezembro 3, 2009

Posted by anac11 in Uncategorized.
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Para aqueles que desejam apostar pela primeira vez no Jockey Club, há alguns segredos. Miguel Andrade aposta regularmente há 40 anos, e explica o que se deve levar em conta quando for escolher um cavalo. “Eu estudo a filiação do animal, não existe um cavalo melhor, mas sim o que se saiu melhor nas corridas anteriores. Normalmente, cavalo com pai e mãe vencedor tem tendência a ser um vencedor”.

Para Adelcio Menegolo o iniciante não pode se deixar levar pela aparência física do animal. “As pessoas que apostam pela primeira vez, quase sempre, escolhem pela cor do pêlo, pela altura ou pelo nome. Não está certo, podem ter sorte no dia e acabar ganhando, mas para quem realmente não quer perder tem que analisar a campanha, os de melhor retrospecto, pois esses são os favoritos”, conta.

As apostas mínimas do jockey Club de Curitiba são de R$ 1, e não há uma máxima. O prêmio é dividido entre os ganhadores.

Treinar para ser um vencedor dezembro 3, 2009

Posted by anac11 in Uncategorized.
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Os filhos continuaram a criação dos animais e adotaram como profissão. “Treino 73 cavalos no Rio de Janeiro, vivo disso. Requer muita dedicação. São animais fascinantes”, declara Adélcio.

O haras de Adélcio conta com 21 funcionários, entre veterinários, domadores e galopadores. “Eu fico com os treinamentos, para torná-los aptos a correr.Os outros funcionários me ajudam no preparo físico do animal”, explica.

Para o cavalo chegar a ganhar uma corrida precisa de treinamento constante. “A preparação atlética começa quando o cavalo completa dois anos” explica o treinador.

Essa tarefa inicia todos os dias às 5h da manhã e se estende durante todo o dia. Para aqueles que cuidam é um trabalho árduo que exige disciplina e empenho. “No mês tenho três  folgas, não vejo minha família com freqüência. Moro aqui no Jockey”, conta  Marcio de Souza, domador.

O animal é levado para andar no pasto até as 10h30, têm duas refeições ao dia, em que sal é elemento obrigatório. “Colocamos em um cocho alfafa e ração  com uma quantia de sal. Assim ele sente bastante sede e toma muita água. É uma maneira de manter o cavalo hidratado”, explica a tratadora Josi Aparecida Ferreira.

Período de profissionalização dificulta participação de grupos nos festivais de teatro dezembro 3, 2009

Posted by Everton Mossato in 4JOAN, Eventos, Lazer, Pinhais, Uncategorized.
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Reportagem de Everton Mossato e José Pires

CCT na última apresentação do Fetaepi 2009.

O IV Festival de Teatro Amador Estudantil de Pinhais, o Fetaepi, encerrou suas apresentações dia 21 de novembro, com uma peça da Companhia Teatral de Teatro (CTT), grupo convidado. A companhia conta com atores profissionais e amadores, o que limita a sua participação em alguns festivais.

Fetaepi impede que grupos com atores profissionais concorram no festival

Dificuldades enfrentadas pelo teatro amador

Conheça a Companhia Teatral de Teatro

Fetaepi impede que grupos com atores profissionais concorram no festival dezembro 3, 2009

Posted by Everton Mossato in Uncategorized.
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Atores da Companhia Teatral de Teatro no palco do Centro de Cultura Wanda Mullman, em Pinhais-PR.

O Companhia Teatral de Teatro (CTT) de Pinhais possui no elenco 17 atores, três profissionais. Mesmo composto em sua maioria por amadores, o regulamento não permitiu que o grupo concorresse à premiação. “Este ano não pudemos concorrer porque eu e mais dois integrantes adquirimos nossa carteira profissional de ator”, diz Erika Paraguaia, atriz e professora de teatro.

Dificuldades enfrentadas pelo teatro amador