jump to navigation

PINHEIRÃO: DO AUGE AO ABANDONO outubro 15, 2010

Posted by Barbosa in 4JOAN, Cidadania, Cultura, Esporte, Eventos, História, Lazer, Moradores, Segurança, Tarumã.
Tags: , , ,
1 comment so far

Por: David Musso, Denis Barbosa e Ramon Assis

 

Em 1985, o projeto inicial do Pinheirão, de Ayrton Cornelsen, foi apresentado pela construtora HD, de Carlos Eduardo Andrade e Carlos Eduardo Almeida.

 

Projetado inicialmente para comportar cerca de 120 mil pessoas; famoso por ter sido palco de disputas históricas, como entre Brasil e Chile em 1986, sediou os timesdo Atlético-Pr e Paraná Clube durante reformas nos respectivos estádios, e foi sede do Real Brasil em 2006, e; por ter subsidiado uma pista modelo de atletismo, o “Elefante Branco”, interditado desde 2007, é famoso hoje por outros motivos.

Por oferecer abrigo a dois cães de guarda, bem como servir de casa esporádica para moradores de rua, as dependências decadentes do Estádio Pinheirão são utilizadas corriqueiramente para acolher indivíduos carentes nas noites frias e chuvosas da capital paranaense.

Para ser reutilizado, o estádio, inaugurado em 1985, precisa ter suas dívidas pagas (que chegam a R$ 63 mi) e diversas reformas, que revitalizariam o Elefante, devem ser feitas. “Para abrir o estádio e possibilitar a realização de jogos, cerca de R$ 2 mi deveriam ser investidos”, garante Hélio Curi, presidente da Federação Paranaense de Futebol.

O problema maior do estádio é a penhora de cerca de R$ 50 milhões por dívidas com o INSS, prefeitura de Curitiba e outros credores menores – entre eles o Atlético e o advogado Augusto Mafuz.

Como não houve recurso o estádio ficou lá, esquecido, e a sombra do abandono deixada pelo “assombroso” Pinheirão atrapalha até quem mora próximo a ele. “Uma região que poderia ser muito mais valorizada se ela fosse mais bonita e conservada”, comenta a Ana Carolina Rocha, moradora da região. “Deveria ter alguém que se preocupasse com a qualidade de vida dos moradores”, completa.

Enquanto isso não for resolvido, é provável que a vizinhança do elefante branco continue sofrendo os reflexos maléficos da construção que não pode ser passada adiante. Isso se é possível esquecer um estádio daquele porte.

O que se desenhava como um melancólico desfecho pode sofrer uma reviravolta. Antes rejeitado, o estádio pode até dar sua contribuição para a Copa em Curitiba. Com a indicação da Arena da Baixada para o mundial, o que parecia ser o último prego no caixão, é uma das prováveis fontes de uma sobrevida para o Pinheirão. O Atlético ficará “sem teto” durante as obras de conclusão da Arena, por cerca de dois anos, e pode precisar da outrora desprezada hospedaria.

Anúncios

CICLOVIAS DO TARUMÃ outubro 14, 2010

Posted by ringo4president in 4JOAN, Cidadania, Cultura, Idéias, Meio Ambiente, Moradores, Tarumã.
add a comment

O morador do bairro Felipe Souza, usa a bicicleta para ir ao trabalho.

Por: Daniel Santos e Guilherme de Paula Pires

Conhecida por ser uma cidade de vanguarda, Curitiba iniciou a implantação da malha ciclo-viária em 1977 na gestão de Saul Raiz. O primeiro trecho inaugurado foi o que hoje liga o Bairro Alto ao Alto da XV, por meio da ciclovia situada na Avenida Victor Ferreira do Amaral que possui 8 quilômetros de extensão. Essa via é utilizada diariamente por cerca de 100 ciclistas, porém o fluxo aumenta nos horários de pico.

Os horários que contam com maior fluxo são das 7h às 7h45 e das 17h30 às 18h30, períodos de ida e retorno do trabalho. A ciclovia da Rua Konrad Adenauer é uma das preferidas pelos ciclistas. É o caso de Felipe Souza que prefere a bicicleta para ir ao trabalho por ser um meio mais rápido e não poluente. “A nove meses utilizo a bicicleta para ir ao trabalho e tive um enorme ganho de tempo e saúde”.

Por outro lado as condições de conservação da ciclovia não são das melhores para os ciclistas, buracos e poças de água se formam no meio da ciclovia, iluminação pública ineficiente e em muitos casos danificada ou furtada por vândalos. Por ser uma via compartilhada, o trânsito intenso de pedestres também requer atenção redobrada, como afirma Souza. “Nos horários de pico é muito complicado pois os alunos do Colégio Militar, Colégio Paulo Leminski e Faculdades Unibrasil também usam a ciclovia o que causa um certo tumulto na via”.

Uma das alternativas para fugir do tráfego intenso de pedestres é os ciclistas utilizarem uma via paralela à Victor, que passa pela Passarela da Praça Nossa Senhora de Fátima, onde o fluxo é bem mais tranqüilo e o tempo de deslocamento é praticamente o mesmo, ou evitar os horários de pico.

A Prefeitura de Curitiba tenta incentivar o uso da bicicleta não só no bairro mas em toda a cidade e para isso pretende ampliar a malha cicloviária existente. Segundo levantamentos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), hoje há cerca de 100 quilômetros de ciclovias na capital, sendo 70 quilômetros compartilhados com pedestres e 30 exclusivos para bicicleta.

A Secretaria de Urbanismo possui mais cinco projetos definidos onde serão implantados mais 45 quilômetros, além do plano de criar uma rede metropolitana de ciclovias, com extensão estimada em 42 quilômetros interligando a grande Curitiba. O projeto está sendo desenvolvido junto ao Plano Diretor Multimodal.

Por fim, para colocar de vez os curitibanos sobre duas rodas, o Ippuc pretende complementar o plano com equipamentos de apoio como paraciclos (espécie de estacionamento aberto para bicicleta), bicicletários (estacionamentos fechados) e um sistema de bicicletas de aluguel como ocorre em quase toda a Europa.

FESTA DA INDEPENDÊNCIA outubro 14, 2010

Posted by lylafischer in 4JOAN, Cultura, Eventos, História, independência, Lazer, Política, Ruas, Uncategorized.
add a comment

Por Louize Fischer e Nelma Suzan

No dia sete de setembro é comemorada a Independência do Brasil. Porém, nem todos conhecem o significado desta data. O que a maioria sabe é que se trata de um feriado nacional. No dia 7 de setembro de 1822 Dom Pedro I deu o grito de independência. Desde então o Brasil se tornou ex-colônia de Portugal.

Em todo o país ocorrem desfiles em comemoração à data, que foi valorizada no período da Ditadura Militar. Naquela época, além dos militares, a participação nos desfiles era obrigatória para alunos de escolas públicas. A matéria de “Educação Moral e Cívica” deixava evidente o patriotismo naquele período histórico. Desde o fim da Ditadura, o desfile deixou de ser obrigatório para os alunos. Ainda assim, militares e alunos de escolas militares participam até hoje.

O Colégio Militar de Curitiba participa atualmente com 300 alunos. De acordo com o Comandante Coronel Luiz Quintino Martins de Figueiredo, a participação dos alunos é voluntária e a procura é grande. “Muitos ficam de fora porque há um limite de vagas, até para o desfile não ficar cansativo”. Participam também escolas estaduais e municipais da rede pública de ensino. Algumas delas incentivam a participação dos alunos com pontuação extra nas matérias em que não estão tão bem. No Colégio Estadual Prieto Martinez, o aluno Sidney Fiori Junior desfilou vestido de D. Pedro I. “Algumas fantasias precisaram ser locadas, mas a minha foi cedida pelo colégio”.

No entanto, o significado da data não é tão explorado. A maioria dos adolescentes, muitas vezes, nem se interessam pela história ou confundem os personagens. “Pedro Àlvares Cabral chegou ao Brasil e declarou “Independência ou morte!”, diz um estudante da sétima série. Alguns, ainda, não conhecem quase nada sobre a história do Brasil. Nem sabem que o Brasil deixou de ser colônia de Portugal, como disse outro aluno da sexta série.

Para o professor de história e geografia João Luis, o patriotismo deveria ficar na época do regime militar. “Hoje, acho que a escola não devia nem participar, pois não tem nada a ver com o aluno”.

Fizeram parte da programação da semana da pátria em Curitiba a apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná, juntamente com as bandas militares. Além do tradicional desfile no dia 7, foram disponibilizados serviços gratuitos no programa “Paraná em Ação”.

.

Nostalgia Cíclica outubro 14, 2010

Posted by ringo4president in 4JOAN, Cultura, História.
1 comment so far

Por Yuri Vasselai e Carlos Eduardo Lisemberg

Discos de Vinil. Compactos de 12 rotações. Capas Sanduíche. O “clima” em uma loja de discos usados vai de vintage à reprensagens 180 gramas. O preço, hora convidativo hora não, nos leva a um elo entre “Slider” do T.Rex até “Slave Mass” de Hermeto Pascoal. Na Loja do aposentado Clóvis, ou “Seu Clóvis”, a variedade de artigos “bolachões” raros, é incrível. Comparada a outras lojas do ramo, é a que mais “ratos” de sebo indicam e consomem.

Localizada no centro de Curitiba, atrai um público nada restrito. Hoje em dia, o comercio do Vinil ultrapassa barreiras e conquista seguidores em pleno ano de 2010. Logicamente a concorrência com o MP3 não pode ser desconsiderada, uma vez que este último pode ser adquirido sem custo algum. A Magia do LP é encontrada numa capa bem abrangente, quadrada e na maioria das vezes, bem colorida e chamativa – coisa que um download não traz ao mundo material-sonoro. O que faz o colecionador ir atrás de raridades e discos “pirata” é justamente o fato de ser muito difícil de encontrar por ter poucas edições.

Não só o sebo “só Música” do seu Clóvis é especialista em velharias raras. Uma das mais famosas lojas do ramo fonográfico, a Vinyl Club, localizada também no centro – Ébano Pereira, na galeria do antigo cinema Condor – obtém uma boa munição contra downloads baratos. Um estupendo exemplo disso é o Disco Brazilian Guitar Fuzz Bananas que somente lançado lá fora, é acolhido por Marco Pereira, dono da loja. Algumas edições vieram pro Brasil e uma está aqui – mas por um preço bem salgado.

Aposentado e levando a loja como Hobby, Sr Clóvis renova o seu estoque uma vez por mês e sabe na certa o que cada cliente em especial, quer. “Um dia desses ainda apareceu um garoto que vinha toda semana atrás de um LP e de uma hora pra outra, sumiu”. A Frequencia quase que “religiosa” dos clientes, não assusta o vendedor. “O Gozado é que justamente quando ele faltou seu “compromisso”, o disco chegou e foi embora rapidinho”, complementa o aposentado.

Nas categorias dos Lp’s, o de sempre: em ordem alfabética para o consumidor não se perder com o gênero para a preferência. Temos duas prateleiras (cheias) em duas paredes, e as outras duas são completadas por pôsteres ou pela vitrine que faz brilhar os olhos de quem passa pela galeria e se imagina lá dentro. Seja comprando, trabalhando ou apenas olhando.

“Não preciso de ninguém aqui comigo, me viro muito bem sozinho mesmo às vezes não tendo conhecimento de algum produto”, exclama o comerciante após o assunto em voga naquele momento: Funcionários na loja junto ao chefe, o próprio Clóvis.

A Galeria César Franco, assim como o Sebo “Só Música” abrem as nove e fecham por volta das 19 horas. E aos sábados, até as 13h30. O acesso é fácil e o atendimento é digno de um sebo.

“Guardar ou não guardar?” Eis a questão! outubro 14, 2010

Posted by opingado in 4JOAN.
add a comment

por Márcio Ribeiro e Amanda Fischer

Portal Arquivo Público ajuda a acabar com o pesadelo das contas.

Desde o início deste ano, as empresas responsáveis pelo fornecimento de água e luz, no Paraná, respectivamente, Sanepar e Copel, vêm emitindo aos seus usuários um histórico detalhado com o consumo e os valores pagos pelos serviços dos meses anteriores. O objetivo é proporcionar ao cliente, um maior controle nos seus gastos, mas indiretamente ajuda a livrar o consumidor de um pesadelo, as intermináveis pilhas de contas pagas guardadas.

Vez por outra, em uma faxina no armário ou nas gavetas, as pessoas se perguntam: “o que jogar fora?” “E o que devo manter?”. A dona de casa Irinéia Ladwig de Souza, 27 anos, vive perdida entre estas perguntas. “Moro só com meu bebê, pago aluguel faz uns 9 anos e guardo todos os recibos, notas e contas.” disse a dona de casa que, precavida, tem medo de jogar fora uma conta e ser novamente cobrada por ela. “A gaveta já nem fecha mais”, complementa.

Para Daysi Lucia Ramos de Andrade, do Portal Arquivo Público, contas como de água, luz e telefone, por exemplo, devem ficar guardadas por, pelo menos, cinco anos. Condomínio e recibos de mensalidade escolar, seis anos. Já as notas fiscais devem ficar arquivadas enquanto durar o produto ou durante o período em que o serviço contratado estiver sendo prestado (confira a tabela abaixo). “Iniciativas como as da Copel e da Sanepar são boas, ajudam a manter a organização das contas”, disse Daysi.

O Portal Arquivo Público, reformulado recentemente, é vinculado ao Arquivo Público do Paraná, fundação que completou em abril, 155 anos. Além dos prazos, o Portal também dá dicas de como conservar e organizar contas e documentos tanto no âmbito doméstico, quanto no profissional. Para mais, acesse http://www.arquivopublico.pr.gov.br

Museu de História Natural Capão da Imbuia amplia seu acervo. outubro 14, 2010

Posted by opingado in 4JOAN.
1 comment so far

      por Larissa Cristini e Daniélle Parabocz

       Observar animais sem vida em seu meio ambiente, pode parecer mais chato do que ir ao zoológico. Mas no Museu de História Natural, a visita é bastante educativa e no mínimo curiosa. No local se encontram os animais taxidermizados (empalhados) em exposição, livros didáticos e matérias em meio liquido.

       Os animais destinados à exposição são empalhados em posições naturais, e colocados em ambientes que simulem os de suas origens, como o cerrado, a floresta, o banhado, entre outros. Atualmente, o museu conta com 50 animais, Marco Aurélio Bragenski, biólogo e responsável pelo setor de exposição, diz que haverá mudanças no mês de outubro. “Vamos ampliar mais o numero de animais em exposição”, explica.

       Além dos visitantes conhecerem os bichos de diversas espécies, eles podem fazer uma trilha de 400 metros pelo interior do bosque, podem conhecer um pouco mais dos aspectos de uma floresta com araucárias. A passarela está inserida num fragmento da floresta, onde podem visualizar animais vivos como cutias, papagaios e jacus. “Ajuda há conhecer um pouco mais os animais, o museu é bem estruturado, tem bastante informações”, ressalta Juliane Marian Adamowicz, umas das visitantes do museu.

      

              O museu ainda conta com um serviço de palestras e de empréstimo, com coleção didática com aproximadamente mil peças. Atualmente, o museu tem três vitrines externas e o espaço de exposições onde o tema central é o eco sistema brasileiro. No total, o museu tem nove vitrines, uma delas reproduz o ambiente urbano, na tentativa de conscientizar a população sobre a presença de ratos, gambás e pombas em locais onde o lixo é deixado a céu aberto.

       Para visitações orientadas ou agendamento para empréstimo dos animais em meio liquido, os interessados podem ligar no telefone 3313-5481, ou comparecer no local. O museu fica na Rua Nivaldo Braga, no bairro Capão da Imbuia. Em caso de empréstimo o responsável deve levar um oficio solicitando esse material, colocando a data que quer emprestar e a data que vai devolver e também qual o objetivo desse empréstimo.

Adaptações melhoram o acesso para deficientes no tubo do DETRAN dezembro 17, 2009

Posted by unicoprodutosnaturais in 4JOAN, Cidadania, Tarumã.
Tags: , , , ,
add a comment

Tubo DETRAN ganha adaptação para deficientes. Foto Elize Brasil

Reporter Elize Brasil

As reformas do tubo do DETRAN já estão em fase de conclusão. No projeto de restauração e ampliação, está previsto a adaptação das calçadas e melhorias que visam facilitar o acesso de deficientes físicos e visuais, ao transporte público.

Está sendo instaladas no centro da calçada as chamadas “listras direcionais” e “sinais de alerta”. Uma espécie de piso em alto relevo e na cor vermelha. Que serve para direcionar o deficiente visual até a entrada do tubo. Outra melhoria são as plataformas para embarque de cadeirantes, que agora estão nas instaladas nas duas entradas do tubo.

Estas adaptações estão sendo realizadas em mais 15 tubos da linha INTER II. A conclusão das obras foi prorrogada para fevereiro de 2010. Portanto, até esta data os usuários terão que conviver com os incômodos da reforma. “A última etapa é a plantação de flores e árvores, queremos proporcionar um novo paisagismo ao usuário, declara Osvaldo Franco, Supervisor Geral das obras.

Outra modificação, e a instalação de mais uma plataforma para possibilitar o embarque e desembarque de passageiros nos articulados. São aqueles veículos, que possuem dois ônibus ligados por uma espécie de sanfona.

Aparelho de ar-condicionado também será colocado nos tubos de maior fluxo de pessoas, DETRAN e Centro Cívico. ”Teve uma melhoria no espaço após a ampliação , no horário do meio-dia tinha muito tumulto devido a saída do colégio e a faculdade , também nos dias quentes o ambiente vai ficar melhor por causa do ar”, conta Marcos Vinicius Pappi , Cobrador de ônibus.

A inclusão do cidadão com deficiência física e visual exige que a cidade mude sua estrutura para oferecer uma melhor qualidade de vida, há alguns anos OGNs lutam para que e as instituições governamentais façam adaptações nas cidades e para suprir as necessidades desta parte da população.

Calçamento em alto relevo para orientar deficiêntes visuais. Foto Elize Brasil

 

  • As Melhorias Para Os Usuários
  • Os Prós e Os Contras
  • Estações – Tubo Da Linha Inter 2 Serão Adaptadas Na Nova
  • Documentos Importantes
  • Rua Leopoldo Belczak concentra comércio no bairro Capão da Imbuia dezembro 17, 2009

    Posted by tomjunior83 in 4JOAN.
    add a comment

    Repórter Antonio Júnior

    4º JOAN

    A rua Delegado Leopoldo Belczak oferece às pessoas que moram no bairro do Capão da Imbuia, em Curitiba, uma estrutura comercial que tem crescido nos últimos anos. A rua, que começa no limite da cidade com o município de Pinhais, cruza praticamente todo o bairro, terminando somente na BR 116, já no bairro Cristo Rei – e é nela que está concentrada a maior parte do comércio da região.

    Os arredores do terminal de ônibus é a parte mais movimentada, contando com lojas de eletrodomésticos, carros, farmácias, supermercados e ainda bares e lanchonetes. É praticamente um mini-centro regional onde as pessoas podem encontrar a maioria dos produtos e serviços para o cotidiano.

    Comércio na rua Leopoldo Belczak - Foto : Antonio Júnior

    A funcionária pública Regina Sepel conta que o bairro oferece as coisas mais importantes para resolver seus problemas. “Tudo o que preciso tem no bairro. Não é necessário sair daqui para comprar coisa alguma”. Segundo ela, o bairro oferece panificadora, lojas de diversos tipos, casas lotéricas e médicos, além de um diferencial que nenhuma multinacional tem: “aqui os comerciantes me chamam pelo nome e já sabem as minhas preferências”, comemora.
    O crescimento do comércio no bairro tem feito com que os moradores da localidade procurem cada vez menos as lojas e estabelecimentos do centro da cidade para fazerem suas compras. A comodidade e a praticidade são elementos fundamentais na hora de escolher as lojas “vizinhas” às grandes cadeias longe dali.
    O empresário Daniel Carrano, “nascido e criado no Capão”, conta que mais de 70% dos clientes que freqüentam sua loja, especializada em decoração de interiores, são  pessoas que moram no bairro. Existe ainda uma clientela que vem de bairros vizinhos. “Um dos motivos da procura por nossa loja é o fato de eles não terem que pagar estacionamento, como ocorre no centro. Aqui nós não pagamos os aluguéis altos da região central da cidade, o que reflete no preço final dos produtos”, comenta Daniel.

    Mais Fotos dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    add a comment

    Apostador conferindo páreo a ser disputado

    Apostadores aguardando corrida

    Prêmio pago em dinheiro e na hora

    Volta de apresentação dos cavalos competidores

    Clique aqui para voltar na matéria principal

    Conheça a estrutura do Parque dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAN, Cotidiano, Cultura, Eventos, Lazer, Tarumã.
    2 comments

    Maicon Balbino

    A instituição conta com 60 funcionários entre eles profissionais da área de saúde. A estrutura disponibiliza praça de alimentação, sanitários e estacionamento.  Para garantir a diversão é necessário estar atendo às orientações de cada brinquedo.  É proibido o consumo de álcool nas dependências do local.  A manutenção dos equipamentos é realizada diariamente, o parque não restituirá o valor das entradas em casos de falta de energia ou chuva intensa.

    Funcionário conta como é ter uma vida nômade:

  • Tupã está de volta a Curitiba
  • Como chegar ao Parque Tupã
  • Conheça a história do Parque
  • Trabalho puxado, mas recompensado dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    add a comment

    José Duarte Rosa, ex-jockey e veterano no trabalho diário com os animais

    Influenciado pela paixão do pai, Luciano saiu de sua cidade natal em São Paulo rumo à Curitiba, em busca de realizar o sonho de ser jóquei. Apesar de ter o perfil indicado aos jóqueis, que devem pesar no máximo 60 quilos e ter altura média de 1,60 metro, as dificuldades são muitas.

    A Escola de Aprendizes do JCPR oferece alimentação e alojamento gratuitos, acompanhamento profissional, mas também exige muita determinação dos aprendizes.

    Para manter a segurança durante as corridas, os cuidadores que domam e cuidam dos cavalos ficam presentes no momento da apresentação, como proteção aos jockeys.

    Um dos cuidadores, Josué Duarte Rosa, mais conhecido como Rosa, mora na cocheira 26 e diz que o trabalho é diário e puxado para todos. ‘’Os jovens começam as atividades às 6 horas da manhã’’, conta.

     

    Clique aqui para voltar a matéria principal

     

    Jovem Promissor dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    Tags:
    1 comment so far

    Luciano Salles, jovem com 15 anos e ganhador do último páreo da noite do dia 20/11/2009

    Reportagem e fotos de Anderson Mariano, Ivonete Francielle e Michele Saide

     

    O jóquei Luciano Salles, 15 anos, do Jockey Club do Paraná (JCPR), com o cavalo Indecente, foi o ganhador do último páreo da noite de 20 de novembro. A corrida durou por volta de 1 minuto e 20 segundos e no total das nove corridas somaram mais de uma 4 horas. O animal pertence a Sergio Buzato e Antonio Carlos Zeni há quatro meses e já venceu quatro vezes em Curitiba e seis no Rio de Janeiro. As apostas podem ser feitas a partir de R$ 1 nos guichês do jockey ou então em casas lotéricas conveniadas.

     

    Trabalho puxado, mas recompensado

    Hobby que virou paixão

    Bastidores e profissionais envolvidos

     

    Mais Fotos

     

    Compromisso com a comunidade ou campanha eleitoral dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAN, Cajuru, Cidadania, Moradia, Moradores.
    1 comment so far

    Em entrevista para GAZETA DO POVO, 3/11/09 a assessoria nega que o programa tenha caráter assistencialista. Segundo a assessoria do prefeito, o objetivo do programa é criar condições para emancipar as famílias beneficiárias, de modo que não elas precisem depender de programas sociais.

    Outros programas da prefeitura já deram certo, como é o caso do Projeto Piá, onde histórias de transformação são consequencias do projeto, como podemos ver na matéria de Tatielle Euzébio.

    No site da Prefeitura de Curitiba também podemos encontrar mais informações sobre o programa.

    Nesta ação do Famílias Curitibanas várias secretarias e órgãos municipais estão envolvidos.

    Fundação de Ação Social

    Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab)

    Secretaria Municipal da Saúde

    Secretaria Municipal da Educação

    Fundação Cultural de Curitiba

    Secretaria Municipal do Abastecimento

    Secretaria Municipal do Esporte e Lazer

    Secretaria Municipal do Meio Ambiente

    Secretaria Municipal de Planejamento

    Secretaria do Governo Municipal

    Secretaria Municipal de Administração

    Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego

    Instituto Municipal de Administração Pública

    Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba

    A ideia era interferir no dia-a-dia da cidade dezembro 4, 2009

    Posted by artedocinema in 4JOAN, Cultura, Eventos.
    Tags:
    add a comment

    Acontece nos dias 18,19,20 e 21 de novembro o Festival de Cultura do Paraná de 2009, a ideia é formar um corredor de cultura na capital. O evento apresentará o que há de alternativo e independente na arte do estado. Os grupos se apresentam no Largo da Ordem, praça Santos Andrade e na Reitoria da Universidade Federal do Paraná.

    Como começou o evento

    História do grupo de dança

    Chega ao fim o Pontão de cultura

    Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
    Tags: , , , ,
    4 comments

    “Nossa vida é isso aqui”, conta Clóvis dos Santos, cuidador de cavalos. Foto de: Francielle Costa

    Frequentadores assíduos do Jockey Club do Paraná (JCPR), no bairro Tarumã de Curitiba, talvez já tenham percebido. Porém, não é de conhecimento comum que o estado de Alagoas esteja tão presente dentro do clube. Em média, cerca de 50 cuidadores de cavalos são alagoanos. E o que mais chama atenção é que a maioria compartilha o mesmo sobrenome, isto é, tem alguma ligação familiar, ou já se conheciam em seu estado natal. Esta migração ocorre anos a fio.

    Reportagem: Larissa Ilaídes e Maicon Jefferson Secco

    Leia mais:

    Conexão Tarumã-Dubai

    Meu mundo num Jockey

    Dados numéricos

    Conexão Tarumã-Dubai dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
    Tags: , ,
    4 comments

    São pessoas simples, de alegria contagiante que cuidam dos treinados cavalos de raia. A migração ocorre de maneira muito informal. “A gente vai um puxando o outro”, conta Clóvis dos Santos, 29, que está no Jockey há quatro anos. Quando surge uma vaga, eles se contatam e na maioria das vezes, dá certo. A principal motivação da mudança para o Paraná é a busca por um novo horizonte de trabalho, de vida e a carência de oportunidades em Alagoas. Silvano Gomes Clemente tem apenas 23 anos, mas já passou por experiências inesquecíveis. Dentre elas, está a viagem à Dubai. Devido a etapas mundiais de turfe, ele já pisou em terras árabes duas vezes, e agora se prepara para a terceira viagem, que será em dezembro. “Cuidar não é trabalho fácil, mas devo tudo que tenho a essa profissão”, afirma com grande orgulho.

    Leia mais:

    Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná

    Meu mundo num Jockey

    Dados numéricos

    Meu mundo num Jockey dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
    Tags: , ,
    4 comments

    A rotina de um cuidador começa cedo, antes do sol raiar. Por volta das 5h30 da madrugada começam a limpar as cocheiras, depois o dia se resume em dar banho nos cavalos e levá-los para galope na raia específica. Trabalham até as 18h e assim que acaba o expediente o rumo é certeiro: ir para a arquibancada, assistir, torcer, tomar uma cerveja e apostar por simples diversão – pequenas quantias quando comparadas às maiores apostas. Além de trabalhar no clube, os cuidadores nordestinos moram no Jockey em alojamentos planejados. Quando indagados se conhecem a cidade que os abriga, simplesmente respondem “não muito”. O lazer não é muito variado. Vez em quando vão á balada sertaneja Victoria Villa (que fica ao lado do clube) ou aos bailões arrasta-pé da redondeza. Em resumo, é a vida que gira em torno do JCPR.

    Leia mais:

    Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná

    Conexão Tarumã-Dubai

    Dados numéricos

    Dados numéricos dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
    Tags: ,
    4 comments

    A estrutura do JCPR é grande. Ao todo, são 59 grupos de cocheiras. Cada uma delas pode empregar até 5 cuidadores.

    59 cocheiras x 5cuidadores para cada Total : 295 cuidadores

    Contudo, nem todas as cocheiras estão em uso. Caso estivessem, o clube teria um total de 742 animais. A realidade é bem diferente. Há em todo o clube, aproximadamente 60 cuidadores. Desse total, mais de 40% é nordestino de Alagoas, Ceará ou Bahia. “É o Jockey inteiro”, conta Gerson Luiz, 19, que freqüenta o clube desde os sete anos de idade.

    Em comparação com a realidade salarial do Nordeste, a renda mensal dos cuidadores do Jockey é relativamente alta. Recebem por volta de novecentos reais mensais, mais benefícios.

    Leia mais:

    Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná

    Conexão Tarumã-Dubai

    Meu mundo num Jockey

    Tenda da Cura apresenta o Banho do Gongo dezembro 4, 2009

    Posted by suelen24 in 4JOAN, Cultura.
    Tags: ,
    4 comments

    Nós fazemos o Banho de Gongo, esse instrumento vem do norte da Índia e do Tibet, também é feito na China e é um instrumento que induz o estado profundo de relaxamento. A pessoa deve fazer práticas de respiração, relaxamento e deitar-se, assim consegue entrar em estado profundo de consciência apenas ouvindo o som, sentindo seu corpo inteiro vibrar”. Segundo Vinicius “Bhagat”.

    O Banho foi realizado durante uma hora na Reitoria da UFPR e muitas pessoas puderam sentir a experiência. O estudante de Administração, Marcos Vinicius conta. “É um profundo relaxamento, você fica com a mente limpa e vazia, me trouxe experiência interna”.

    Busca da cura através do Banho do Gongo

    Festival de Cultura e suas atrações pela cidade

    Cura através da mente

    Tenda espiritual atrai público em busca de cura em Festival de Cultura

    Cura através da mente dezembro 4, 2009

    Posted by suelen24 in 4JOAN, Cultura.
    Tags: ,
    3 comments

    Para a produtora do Evento, Julia Basso a tenda tem um significado diferente. “É um lugar em que a atividade não é de cura medicinal e sim de cura da humanidade”. Os temas eram: Meditação Conduzida, Massagem Oriental, Cha Yoga Zen, Meditação para a Compreensão do Pensamento, Biopsicologia para Mulheres- Trabalhando Aqui e Agora, Abiosorventes, Dança Circular e Dança da Paz, Maracatu Voa Voa, Mantra Magia Sonora Cria Ativa, Debate- Biopsicologia e Saúde, Reflexologia, Banho do Gongo, oficina de Agroecologia, Oficina do Didgeridoo e Filtros dos Sonhos como Prática Terapêutica.

    A arte do pensamento na Tenda da Cura

    Tenda da Cura apresenta o Banho do Gongo
       

    Festival de Cultura e suas atrações pela cidade

     

     

    Festival de Cultura e suas atrações pela cidade dezembro 4, 2009

    Posted by suelen24 in 4JOAN, Cultura.
    Tags: ,
    2 comments

    O Festival da Cultura de Curitiba reuniu mais de130 atrações pela cidade, como oficinas, debates, música, teatro e exposição.  O evento foi organizado pelo coletivo Soy loco por ti e DCE (Diretório Central de Estudantes) da Universidade Federal do Paraná (UFPR), tendo com objetivo promover e disseminar a contra cultura da sustentabilidade e a arte produzida pelo povo. O festival aconteceu nas Praça Santos Andradre, Largo da Ordem, Reitoria da UFPR, Casa Hoffman e Conservatório MPB.

    Todas as atrações que aconteceram no festival estão no blog: http://cc.nosdarede.org.br/

    Banho do Gongo – técnicas de relaxamento espiritual.

    Tenda espiritual atrai público em busca de cura em Festival de Cultura

    Cura através da mente

    Tenda da Cura apresenta o Banho do Gongo

    Tenda espiritual atrai público em busca de cura em Festival de Cultura dezembro 4, 2009

    Posted by suelen24 in 4JOAN, Cultura.
    Tags: ,
    3 comments
    Reportagem de Ana Paula Melo, Suelen Rocha e Vissolela Cunha

    Diversidades de pensamentos na Tenda da Cura

    Uma tenda feita com bambus entrelaçados, flores e bandeiras coloridas no pátio da Reitoria da UFPR no sábado (21 de novembro) foi palco da Tenda da Cura atraiu pessoas que buscavam a cura espiritual e a troca de energia, no Festival de Cultura em Curitiba. O Banho do Gongo apresentado pelo professor Vinicius “Bhagat”, que há cinco anos pratica yoga, ministrou técnicas de relaxamento e busca espiritual.

    Tenda da Cura apresenta o Banho do Gongo

    Cura através da mente

    Festival de Cultura e suas atrações pela cidade

     

    Acaba com Chave de Ouro dezembro 3, 2009

    Posted by sidneia in 4JOAN, Cultura.
    1 comment so far

    Tom Almeida e sua esposa Bel Araujo tocando Pífanos.

    No dia 22 de novembro teve fim o Festival de Cultura do Paraná 2009,  no Conservatório de MPB na Rua 13 de Maio em Curitiba. A finalização do evento contou com a participação das Bandas Bambuzeiro e Gaiapiá que já haviam se apresentado outras vezes durante o Festival. As apresentações tiveram início às 11 horas, com um público não muito grande, mas animação não faltou até o final das apresentações mesmo com a chuva que caiu às 12 horas.

    Programação que fez a alegria da platéia dezembro 3, 2009

    Posted by sidneia in 4JOAN, Cultura.
    1 comment so far

    Integrante da Banda Gaiapiá com o Didgeridoo

    O Festival ocorreu em 19, 20, 21 e 22 no corredor da cultura no Largo da Ordem, Praça Santos Andrade e Reitoria da UFPR, todos contaram com apresentações durante o dia todo. A programação contou com Debates como Cultura Digital: A Comunicação a Serviço da Livre Expressão, Tenda da Cura com meditação, massagem oriental, Oficina: Infinita Capoeira, Oficina de Confecção de Pífanos, Teatro como A Palavra Mágica, Músicas com as bandas Bambuziro e Gaiapiá, Dança com Sambadeiras com Samba de Roda, ainda foi possível a intervenção de Grupos de HIP Hop, Grafite, Break e Rap, entre outras muitas atrações que ocorreram. O festival teve fim mais deixou um gostinho de quero mais em muita gente.

    Para ver a programação Cultural de Curitiba, basta a acessar o site

    http://www.fccdigital.com.br/

    Como vive e história da Banda Bambuzeiro dezembro 3, 2009

    Posted by sidneia in 4JOAN, Cultura.
    2 comments

    Produtos vendidos pela banda

    A Banda Bambuzeiro (Balaio Sonoro Brasileiro) nasceu em março deste ano. O  grupo conta com Tom Almeida que é cantor, toca e ensina a fazer os Pífanos. São mais conhecidas como flautas, todas feitas de bambu e cada uma com um som diferente. Almeida vive em Campinas, junto com a esposa Bel Araujo e veio exclusivamente para o festival.  Desenvolvem o trabalho que é vendido nos festivais em que participam. Uma flauta tem o valor de R$40. Além do instrumento fabricado é vendido o CD da banda com o valor de R$10. Almeida diz que toca há15  anos, é apaixonado pela música, morava em Curitiba e quando estudava tinha o sonho de tocar no Conservatório de MPB, e para ele é uma honra estar ali.

    O último vencedor e sua coleção de prêmios dezembro 3, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    add a comment

    A família tem haras em Curitiba e Rio de Janeiro, e seus cavalos uma coleção de prêmios. Ao todo são 103 animais sob os cuidados dos herdeiros de Antenor Menegolo.

    Antenor Menegolo Neto representa a tradição em Curitiba. Cria 30 animais, entre eles o cavalo Indecent, ganhador do 9º Páreo do último dia 20. Segundo o dono, o animal tem seis anos e seis vitórias. Além do primeiro lugar, coleciona prêmios de 2º, 3º e 5º lugar.  “Ele já teve vários donos, e vem de uma linhagem de vencedores. Seu pai já ganhou seis corridas. É um bom cavalo”, conta.

    Antenor Neto é formado em Administração, mas segundo ele só cursou a faculdade para ter um diploma “Só fiz administração para ter o diploma, minha paixão sempre foi os cavalos, acho que é coisa de sangue”, define.

    Uma tradição chamada cavalo dezembro 3, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    add a comment

    Reportagem de Ana Carolina Skrepec e Bruna Carneiro

    A sexta-feira para a família Menegolo é dia de encontro no Jockey Club de Curitiba. As corridas de cavalo são mais que um hobby, são sinônimo de profissão. Os Menegolos são tradicionais nos Jockeys do país pela criação e treinamento dos animais, e este trabalho é realizado diariamente por profissionais.

    A paixão começou na década de 60 quando o patriarca da família, Antenor Menegolo, comprou o primeiro cavalo. “Depois disso nunca mais ele parou, tomou gosto pela coisa”, comenta o filho Adélcio Menegolo.

    Antenor politizou os filhos e os netos para que todos um dia seguissem seus passos. “Ele nunca nos forçou a nada, mas tinha tanto amor pelos bichos que foi impossível não aprender a gostar”, relembra Adelcio.

    Período de profissionalização dificulta participação de grupos nos festivais de teatro dezembro 3, 2009

    Posted by Everton Mossato in 4JOAN, Eventos, Lazer, Pinhais, Uncategorized.
    Tags: , , ,
    1 comment so far

    Reportagem de Everton Mossato e José Pires

    CCT na última apresentação do Fetaepi 2009.

    O IV Festival de Teatro Amador Estudantil de Pinhais, o Fetaepi, encerrou suas apresentações dia 21 de novembro, com uma peça da Companhia Teatral de Teatro (CTT), grupo convidado. A companhia conta com atores profissionais e amadores, o que limita a sua participação em alguns festivais.

    Fetaepi impede que grupos com atores profissionais concorram no festival

    Dificuldades enfrentadas pelo teatro amador

    Conheça a Companhia Teatral de Teatro

    Conheça a Companhia Teatral de Teatro dezembro 3, 2009

    Posted by Everton Mossato in 4JOAN, Cultura, Eventos, Pinhais, Uncategorized.
    add a comment

    Fundada em 1º de abril de 2006 a Companhia Teatral de Teatro era uma iniciativa de um grupo de teatro juvenil, formado por estudantes. Da formação inicial restaram apenas seis integrantes. A companhia é formada por 17 pessoas. A maioria mora em Pinhais, alguns em Piraquara.Um dos poucos apoios que recebem vem da própria prefeitura de Pinhais, e lhes cedem o palco do Centro de Cultura Wanda Mullman para os ensaios que acontecem todos os sábados.

    Confira uma cena da última apresentação do ano.

    Saiba como foi o FETAEPI

    Corredor cultural incentiva os artistas de todos os lugares dezembro 3, 2009

    Posted by limajornalis in 4JOAN, Cidadania, Cultura.
    Tags:
    3 comments

    Grupo de teatro do RJ participam do corredor de Cultura

    Repórter Kelly Lima

    Na edição de 2009 o Festival de Cultura apresentou no sábado dia 21 de novembro, na Praça Santos Andrade as bandas Sincopé, Eu e você e Maria e a peça de teatro de rua Mahuet. Os curitibanos que presenciaram palcos e tendas nas ruas e praças, já sentem falta da alegria e alegorias dos artistas que tomaram os espaços culturais de Curitiba,por meio de mostras, shows, debates, oficinas e apresentações, no dia a dia as pessoas interagiram com o Festival de Cultura do Paraná, que ocorreu entre os dias 18 e 22 de novembro, que ousaram nas atrações. /fotos: Amanda Bozza

    Festival cultural não é festival comercial 

    Muito mais que apresentações um exercício de cidadania 

    Com o teatro de rua a resposta é sempre imediata 

    Festival de Cultura mostra a luta pela arte dezembro 3, 2009

    Posted by limajornalis in 4JOAN.
    Tags:
    2 comments

    peça "Mahuet" atrai olhares na Pç Santos Andrade

    Na sua quarta edição é a primeira vez que o Festival de Cultura ganha espaço nas ruas de Curitiba, com o ideal de expandi-lo além dos limites da universidade, o Festival é fruto da parceria entre o Coletivo Soylocoporti, a Universidade Federal do Paraná e seus centros e diretórios acadêmicos. Isadora Flores, que faz parte da organização do evento acredita na divulgação da cultura. “As pessoas não estam acostumadas com as proposta da arte independente, queremos que a população perceba a cultura que vai além dos festivais comerciais e da mídia industrializada.”

    Com o teatro de rua a resposta é sempre imediata

    Com o teatro de rua a resposta é sempre imediata dezembro 3, 2009

    Posted by limajornalis in 4JOAN, Eventos.
    Tags:
    1 comment so far

    Enquanto esperavam a produtora do espetáculo e uma das organizadoras do festival, o diretor da peça “Mahuet”, Francisco Gaspar e seu elenco debatiam a interatividade do público curitibano e a organização do evento, eles que são um grupo de teatro do Rio de Janeiro que vieram ao festival de forma independente “aguardamos um público de rua bom e participativo”. A realidade cultural dos brasileiros segundo dados fornecidos pelo IBGE, revelam que apenas 13% dos brasileiros freqüentam cinema alguma vez por ano (mais…)

    O detalhe que faz toda a diferença dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    3 comments

    Com o objetivo de proteger os cascos dos cavalos do desgaste, as ferraduras surgiram há milhares de anos e até hoje são bastante úteis. Numa prova de turfe –corridas de cavalo- não poderia ser diferente. Seja no formato de filetes ou em “U”, o objetivo é, além da proteção, o auxílio no desempenho dos animais nas corridas. Nas provas realizadas no Jockey Club do Paraná, no dia 20 de novembro, elas tiveram um papel fundamental nos resultados dos páreos. Saiba mais sobre o ferrageamento no site webcavalo.com

    No vídeo de Leandro Valentim, Barriga explica como funciona a inspeção das ferraduras antes de cada páreo.

    Equilíbrio entre cavalos e jóqueis dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    3 comments

    As ferraduras são tão importantes para o cavalo quanto para o jóquei. Nas provas do dia 20, a maioria dos animais usou ferraduras de ferro nas patas de trás e os filetes nas da frente. Jóquei há dois anos, Eder Wilson Vidal explica que esse tipo de escolha gera um melhor balanço do cavalo. E conta que, além das ferraduras, existem outros objetos que podem ajudar no desempenho do cavalo. “As agarradeiras dão mais tração ao animal, mas aqui no Brasil elas só são permitidas nas patas de trás e em grandes prêmios.”Tão importante quanto as ferraduras é o tratamento que os cavalos recebem após a corrida.

    Leia mais em: O trabalho por trás das cocheiras

    Confira no vídeo, de Leandro Valentim,  o desenpenho dos cavalos durante o sétimo pareo da noite.

    Os materiais definem a utilidade das ferraduras dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    1 comment so far

      Foto: Tais Barth

    Nas corridas do dia 20, a maioria dos cavalos usou ferraduras de aluminio nas patas da frente e ferro nas de trás. 

     

    Nas modalidades do turfe, são utilizados três tipos de ferraduras. As de alumínio, que são mais leves e ideais para as pistas de grama, as de ferro, mais pesadas e idéias para competições na areia, e as ligas de alumínio e ferro, chamadas de filetes. Uma ferradura custa, em média, de R$ 12 a 70, dependendo do material. O administrador de empresas e responsável por um dos únicos jornais de turfe no Brasil, Roberto Mica, 42 anos, vai ao Jockey desde criança e explica a escolha das ferraduras. “A escolha de uma ferradura depende do quanto ela custa. A de alumínio é mais cara, enquanto a de ferro é mais barata”, afirma. 

      

    Ferrageamento é coisa séria dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    3 comments

    Reportagem de Leandro Valentim e Tais Barth   

     Foto: Tais Barth

    Foto: Tais BarthA conferência é obrigatória antes de cada corrida

    No dia 20, todos os cavalos passaram por uma conferência antes de cada páreo, quanto ao seu ferrageamento. O responsável por conferir se cada animal iria correr com as ferraduras especificadas na programação das corridas, foi o homem que é conhecido no Jockey Club do Paraná como Barriga. Ele está lá ha três anos e é quem garante que todos os cavalos estarão equiparados antes dos páreos, e conta, “eu trabalho com isso desde primeiro de maio de 1991, eu me considero um ferrador, mas essa profissão não existe mais, não é regulamentada em carteira, como a de ferreiro”.  

     

    Agroecologia ao alcance de todos dezembro 2, 2009

    Posted by Robério Marcolino Filho in 4JOAN, Alimentação, Cultura, Meio Ambiente, Uncategorized.
    Tags:
    add a comment

    Reportagem de Robério Marcolino Filho

    Tenda de Agroecologia

    Tenda onde foi realizada a oficina de Agroecologia

    Alessander Von Wagner Fagundes é aluno de Agronomia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e responsável pela oficina de Agroecologia do Festival de Cultura do Paraná.  Esta oficina estava programada para as 9h de sábado (21/03) na reitoria, mas acabou sendo realizada na Praça Santos Andrade por uma questão de logística. A oficina foi realizada em molde todo particular.

    Agroecologia tem ligação com teologia dezembro 2, 2009

    Posted by Robério Marcolino Filho in 4JOAN, Alimentação, Meio Ambiente.
    Tags: ,
    1 comment so far

    Sementes que poderiam ser uma alternativa

    Segundo Henri Cristo, como é conhecido Fagundes a agroecologia é um movimento multidisciplinar, holístico e sistêmico, cujo objetivo seria romper com o atual programa de desenvolvimento mundial. O movimento teria tido suas raízes em movimentos da década de 70 com o feroz avanço dos latifúndios e o aumento dos problemas sociais na América Latina. Segundo Fagundes o movimento teria sido inspirado pela teologia da libertação, cujo objetivo era melhorar a qualidade de vida dos pobres latino-americanos tendo por base a cultura cristã.

    Os principais membros desta teologia se reúnem no Fórum Mundial Social (FMS) desde 1997, mesmo o ápice do movimento tendo sido entre os anos 70 e 80. O último encontro tinha como tema: água, terra, teologia para outro mundo possível, mais informações no site oficial do Fórum Mundial de Teologia e Libertação.

    Agricultura orgânica, permacultura, sistemas agrosilvipastoris, cultivo familiar entre outros seriam as bases técnicas para a agroecologia rural. Nas concepções políticas a igualdade entre os homens e movimentos dos direitos humanos seriam as bandeiras levantadas pelo movimento.

    Bibliografia utililazada como base na agroecologia

    Uma oficina diferente dezembro 2, 2009

    Posted by Robério Marcolino Filho in 4JOAN, Alimentação, Política, Saúde.
    Tags: ,
    add a comment

    Isca para abelhas nativas

    Uma estrutura circular confeccionada em bambu, tecidos e uma lona cobrindo é o palco da oficina. Ajudamos a transportar os materiais necessários à oficina. Fagundes começa instalando colmeias artificiais para abelhas nativas, confeccionadas com garrafa pet e bromélias.

    Ele nos explica que a agroecologia é uma ciência em desenvolvimento e por isso não existem modelos fechado, nem uma definição teórica deste modelo. Foram apresentados cerca de dez tipos de sementes e grãos. Ele explica que estas seriam espécies alternativas de feijão, ervilha, milho entre outras leguminosas, que poderiam ser cultivadas. São espécies com potencial para se desenvolver em vários ambientes brasileiros e que complementariam a dieta da população.

    Após isso sobre uma esteira de palha foram dispostos vários livros e cartilhas explicativas sobre os principais conceitos da agroecologia e seus precursores e ferramentas. Fagundes nos explicou a agroecologia tem muitas metodológicas rurais, porém ela iria além das propriedades rurais e teria com objetivo algo muito maior, como a interação equilibrada homem-homem e homem-natureza.

    Os espectadores dezembro 2, 2009

    Posted by Robério Marcolino Filho in 4JOAN, Alimentação, Cultura.
    1 comment so far

    André Luiz Alves da Cunha Milla foi o único que nos acompanhou desde o início, ele é estudante do primeiro ano do curso de Tecnólogo em Agroecologia da UFPR – Litoral e tem experimentado uma nova técnica de ensino aplicada na instituição. Esta técnica faz com que os estudantes façam matérias diversificas de segunda a quarta e no resto da semana matérias aplicadas ao curso que optaram. Assim, os alunos dos diversos cursos da instituição podem interagir mais desenvolver a multidisciplinaridade, explica.

    Milla veio a Curitiba especialmente para o festival em busca de mais informações sobre o curso que está fazendo e para aproveitar a oportunidade de ver teatro, música e dança quase de graça, além de poder rever a família que mora aqui.

    Outras pessoas que apareceram perto da hora do almoço também possuem afinidade com o meio ambiente e geralmente são estudantes de agronomia, engenharia florestal, biologia, geologia e áreas afins.

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009 dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Uncategorized.
    4 comments

    A expectativa para a corrida do Grande Prêmio Paraná é grande. O tratador Osvaldo Loezer acredita na vitória. “Ela é uma das favoritas, se ganhar esse prêmio vai correr no Uruguai”, afirma.

    A égua recebe soro de vitamina E, ferro, uma base para a musculação e uma massagem refrescante. Na alimentação come Aveia com uma ração concentrada com Milho, Soja, Farelo de trigo entre outros ingredientes. O tratador leva a égua para passear por 45 minutos, diferente dos outros animais que passeiam apenas15 minutos. O luxo não acaba aí, ela corre com ferraduras de alumínio nas patas dianteiras e de ferro nas traseiras.

    Para conhecer mais o mundo das corridas acesse o site www.jockeypr.com.br.

    Égua ampulheta recebe vitaminas no soro

    Égua tem tratamento especial com massagem refrescante

    Tratador dá vitaminas para égua

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    O trabalho por trás das cocheiras dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    5 comments

    Andre Augusto, 20 anos, cuida dos cavalos há dois anos. Conta que foi parar no Jockey por influência familiar. Na família o tio é jóquei e o pai treinador. Todos os dias levanta cedo para trocar a alfafa das baias e alimentar os animais, que possuem duas refeições ao dia, uma pela manhã e outra a tarde. Ele estima que cada cavalo come mais ou menos doze litros de alimentos. Depois de alimentados os cavalos são escovados, para que não haja risco de pegarem carrapatos e outros parasitas. Feito isso os animais são preparados para galopar com os jóqueis.

    Osvaldo Loezer, 49 anos, nascido em Curitiba, cuida de cavalos há 37 anos. Vindo de uma família de jóqueis ele foi o único que decidiu cuidar dos animais. Trabalha todos os dias, das seis da manhã ao meio dia. Ele cuida de cinco cavalos. Diariamente limpa as cocheiras, engraxa os cascos, leva os cavalos para galopar, recolhe, alimenta, escova, passa a raspadeira e passeia com eles.

    O tratador Osvaldo Loezer escovando e passando a raspadeira na égua

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    Vitórias trazem tratamento especial dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    5 comments

    Osvaldo Loezer, tratador limpa o casco da égua

    Poucos cavalos têm tratamento vip como a Ampulheta. A égua venceu o Clássico “Primavera”, no dia 18 de setembro que rendeu R$ 9 mil ao seu proprietário. Sua última vitória foi na Prova Especial “Raphael Munhoz da Rocha”, no dia 13 de novembro.

    Jairo da Silva Borges, o treinador, explica que o tratamento especial que a égua recebe é resultado das suas conquistas. Nas 12 corridas em que participou obteve a sua sexta vitória. “Não é para qualquer um não, ela merece”, completa.

    Segundo dados divulgados pela assessoria de imprensa do Jockey Clube do Paraná o movimento das apostas totalizou R$ 182.132,83, com uma média de R$ 19.077,03 por páreo, descontadas as bonificações. E a prova que mais movimentou os guichês foi o Clássico “Primavera” vencido pela Ampulheta, que vendeu R$ 31.671,79. E quem quiser assistir à melhor égua do Paraná correr, o Grande Prêmio Paraná 2009, é neste domingo, dia seis, das 14h às 19h30.

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    Égua campeã tem tratamento especial no Jockey Club do Paraná dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
    2 comments

    Reportagem de Camila Sampaio, Lilian da Cruz e Milton Massao

    Tratador Osvaldo Loezer escova a égua Ampulheta

    A melhor égua do Paraná é daqui da Vila Hípica do Tarumã. A menos de uma semana do Grande Prêmio Paraná 2009 é considerada por jóqueis e tratadores favorita. Na cocheira 47 do Jockey Club ela tem tratamento vip. A égua Ampulheta, “que marca o tempo”, tem quatro anos, é filha de Lord Marcos e Vencedora Gold, de criação e propriedade do Haras Valente.

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    ‘Tá na moda discutir cultura’ novembro 13, 2009

    Posted by limajornalis in 4JOAN, Cultura, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    Tags: , ,
    1 comment so far

    Erico Pereira encerrou o IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural na quarta dia 11, com sua oficina pra lá de especial, a começar por sua disponibilidade em fazer parte de uma conversa, porém lá pelas tantas se tornou mais que uma aula de cultura. Tratava-se sobre as leis de incentivo, a valorização de cultura e a democratização da comunicação. (mais…)

    Campo promissor para o jornalismo econômico novembro 13, 2009

    Posted by limajornalis in 4JOAN, Economia, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    Tags: , , ,
    add a comment

    O IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural encerrou na quarta dia 11, com o convidado da oficina, Robson Silva Campos, jornalista e editor chefe do site AgRural, que trata das relações econômicas, agronegócios, bolsa de valores e consultorias. (mais…)

    Presença de Cristiano Freitas da Gazetinha novembro 12, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    add a comment
    julian 028

    Cristiano Freitas responde perguntas dos alunos

    Presença de Douglas Moreira da Ciranda novembro 12, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    add a comment
    julian 016

    Profº Rafael apresenta Douglas Moreira

    IV Ciclo de debates na Unibrasil novembro 12, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    1 comment so far
    julian 012

    Profº Rafael abre o segundo dia do evento

    Histórico e inovador novembro 12, 2009

    Posted by 10di in 4JOAN, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
    6 comments

    O caderno gazetinha, do jornal Gazeta do Povo, foi lançado em 1973 com o enfoque no público  infantil, permaneceu por quase 30 anos com a mesma linha, “fechado não existia um pensamento editorial”, como nos contou o atual editor Cristiano Freitas no IV Ciclo de Debates. (mais…)