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PINHEIRÃO: DO AUGE AO ABANDONO outubro 15, 2010

Posted by Barbosa in 4JOAN, Cidadania, Cultura, Esporte, Eventos, História, Lazer, Moradores, Segurança, Tarumã.
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Por: David Musso, Denis Barbosa e Ramon Assis

 

Em 1985, o projeto inicial do Pinheirão, de Ayrton Cornelsen, foi apresentado pela construtora HD, de Carlos Eduardo Andrade e Carlos Eduardo Almeida.

 

Projetado inicialmente para comportar cerca de 120 mil pessoas; famoso por ter sido palco de disputas históricas, como entre Brasil e Chile em 1986, sediou os timesdo Atlético-Pr e Paraná Clube durante reformas nos respectivos estádios, e foi sede do Real Brasil em 2006, e; por ter subsidiado uma pista modelo de atletismo, o “Elefante Branco”, interditado desde 2007, é famoso hoje por outros motivos.

Por oferecer abrigo a dois cães de guarda, bem como servir de casa esporádica para moradores de rua, as dependências decadentes do Estádio Pinheirão são utilizadas corriqueiramente para acolher indivíduos carentes nas noites frias e chuvosas da capital paranaense.

Para ser reutilizado, o estádio, inaugurado em 1985, precisa ter suas dívidas pagas (que chegam a R$ 63 mi) e diversas reformas, que revitalizariam o Elefante, devem ser feitas. “Para abrir o estádio e possibilitar a realização de jogos, cerca de R$ 2 mi deveriam ser investidos”, garante Hélio Curi, presidente da Federação Paranaense de Futebol.

O problema maior do estádio é a penhora de cerca de R$ 50 milhões por dívidas com o INSS, prefeitura de Curitiba e outros credores menores – entre eles o Atlético e o advogado Augusto Mafuz.

Como não houve recurso o estádio ficou lá, esquecido, e a sombra do abandono deixada pelo “assombroso” Pinheirão atrapalha até quem mora próximo a ele. “Uma região que poderia ser muito mais valorizada se ela fosse mais bonita e conservada”, comenta a Ana Carolina Rocha, moradora da região. “Deveria ter alguém que se preocupasse com a qualidade de vida dos moradores”, completa.

Enquanto isso não for resolvido, é provável que a vizinhança do elefante branco continue sofrendo os reflexos maléficos da construção que não pode ser passada adiante. Isso se é possível esquecer um estádio daquele porte.

O que se desenhava como um melancólico desfecho pode sofrer uma reviravolta. Antes rejeitado, o estádio pode até dar sua contribuição para a Copa em Curitiba. Com a indicação da Arena da Baixada para o mundial, o que parecia ser o último prego no caixão, é uma das prováveis fontes de uma sobrevida para o Pinheirão. O Atlético ficará “sem teto” durante as obras de conclusão da Arena, por cerca de dois anos, e pode precisar da outrora desprezada hospedaria.

CICLOVIAS DO TARUMÃ outubro 14, 2010

Posted by ringo4president in 4JOAN, Cidadania, Cultura, Idéias, Meio Ambiente, Moradores, Tarumã.
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O morador do bairro Felipe Souza, usa a bicicleta para ir ao trabalho.

Por: Daniel Santos e Guilherme de Paula Pires

Conhecida por ser uma cidade de vanguarda, Curitiba iniciou a implantação da malha ciclo-viária em 1977 na gestão de Saul Raiz. O primeiro trecho inaugurado foi o que hoje liga o Bairro Alto ao Alto da XV, por meio da ciclovia situada na Avenida Victor Ferreira do Amaral que possui 8 quilômetros de extensão. Essa via é utilizada diariamente por cerca de 100 ciclistas, porém o fluxo aumenta nos horários de pico.

Os horários que contam com maior fluxo são das 7h às 7h45 e das 17h30 às 18h30, períodos de ida e retorno do trabalho. A ciclovia da Rua Konrad Adenauer é uma das preferidas pelos ciclistas. É o caso de Felipe Souza que prefere a bicicleta para ir ao trabalho por ser um meio mais rápido e não poluente. “A nove meses utilizo a bicicleta para ir ao trabalho e tive um enorme ganho de tempo e saúde”.

Por outro lado as condições de conservação da ciclovia não são das melhores para os ciclistas, buracos e poças de água se formam no meio da ciclovia, iluminação pública ineficiente e em muitos casos danificada ou furtada por vândalos. Por ser uma via compartilhada, o trânsito intenso de pedestres também requer atenção redobrada, como afirma Souza. “Nos horários de pico é muito complicado pois os alunos do Colégio Militar, Colégio Paulo Leminski e Faculdades Unibrasil também usam a ciclovia o que causa um certo tumulto na via”.

Uma das alternativas para fugir do tráfego intenso de pedestres é os ciclistas utilizarem uma via paralela à Victor, que passa pela Passarela da Praça Nossa Senhora de Fátima, onde o fluxo é bem mais tranqüilo e o tempo de deslocamento é praticamente o mesmo, ou evitar os horários de pico.

A Prefeitura de Curitiba tenta incentivar o uso da bicicleta não só no bairro mas em toda a cidade e para isso pretende ampliar a malha cicloviária existente. Segundo levantamentos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), hoje há cerca de 100 quilômetros de ciclovias na capital, sendo 70 quilômetros compartilhados com pedestres e 30 exclusivos para bicicleta.

A Secretaria de Urbanismo possui mais cinco projetos definidos onde serão implantados mais 45 quilômetros, além do plano de criar uma rede metropolitana de ciclovias, com extensão estimada em 42 quilômetros interligando a grande Curitiba. O projeto está sendo desenvolvido junto ao Plano Diretor Multimodal.

Por fim, para colocar de vez os curitibanos sobre duas rodas, o Ippuc pretende complementar o plano com equipamentos de apoio como paraciclos (espécie de estacionamento aberto para bicicleta), bicicletários (estacionamentos fechados) e um sistema de bicicletas de aluguel como ocorre em quase toda a Europa.

Parque Tupã estimula o comércio ambulante de alimentos na Avenida Victor Ferreira do Amaral dezembro 17, 2009

Posted by Christiano Kubis in 4JOAD, Alimentação, Cidadania, Comércio, Cotidiano, Cultura, Economia, Eventos, Lazer, Tarumã, Trabalho, Uncategorized.
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Christiano Kubis

Há oito anos o garçom aposentado Derli Claudio Soares trabalha na venda de espetinhos no local, e há cinco anos é uma figura recorrente em estádios de futebol e  grandes eventos pela cidade. “Eu gosto é de movimento, gosto de fazer fumaça e vender muito espetinho. Como o meu produto é barato e custa apenas R$2,00 preciso ganhar na quantidade, em um dia movimentado consigo vender até 350 espetinhos. Tenho um cardápio variado, barato e com qualidade que inclui carne bovina, carne de frango e coraçãozinho de galinha.”, afirma Derli, mais conhecido como Senhor Claudio.

Ao Lado da barraca do Senhor Claudio está a Luciana Miler Ferreira, com seus crepes de massa de panqueca com queijo parmesão, que ela comercializa há quatro anos. “Foi uma forma que achei de complementar a minha renda e não depender financeiramente do meu marido”, afirma Luciana.

Feitos em uma chapa que esquenta a uma temperatura de 300 graus, os crepes custam R$2,50 cada. “Vendo aqui no Parque Tupã há dois anos, a minha chapa consome muita energia elétrica, o bom é que os responsáveis pelo parque nos fornecem energia e até nos avisam quando vem para Curitiba”.

A simpática Luciana Miler Ferreira aproveita o movimento do Parque Tupã para engordar a renda da sua família com bom humor. Foto: Christiano Kubis

Com R$3,00 também é possível comprar um cachorro-quente da Neusa Aparecida da Silva, que há 16 anos corre para o seu “ponto” assim que recebe a notícia de que o parque chegou ao local.

Ela é manicure e depiladora de uma grande rede de salões de beleza da cidade e nessa época do ano enfrenta uma dupla jornada de trabalho. “Meu dia começa bem cedo, sou a primeira a montar a barraca. Sempre contrato uma pessoa para comercializar e não perder de ganhar dinheiro enquanto estou no salão, depois que saio de lá venho correndo e fico por aqui até o parque fechar”.

Com um “ponto” privilegiado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, Neusa garante empolgada que o esforço vale a pena, pois consegue vender entre 100 e 200 cachorros-quentes ao dia. Fora da temporada a equipada barraquinha fica muito bem guardada a espera do próximo ano.

Quando o parque fecha e as luzes se apagam, o Senhor Claudio desmonta toda a parafernália rapidamente e espera a churrasqueira esfriar. Luciana aguarda a chegada do marido ansiosa para ir para casa e ver a filha de apenas um ano. E a Neusa que todos os dias monta e desmonta sua barraca sozinha, sai satisfeita e feliz para descansar e recuperar as energias para o próximo dia de trabalho.

Tupã está de volta a Curitiba
Como chegar ao Parque Tupã
Conheça a estrutura do Parque
Conheça a história do Parque

Adaptações melhoram o acesso para deficientes no tubo do DETRAN dezembro 17, 2009

Posted by unicoprodutosnaturais in 4JOAN, Cidadania, Tarumã.
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Tubo DETRAN ganha adaptação para deficientes. Foto Elize Brasil

Reporter Elize Brasil

As reformas do tubo do DETRAN já estão em fase de conclusão. No projeto de restauração e ampliação, está previsto a adaptação das calçadas e melhorias que visam facilitar o acesso de deficientes físicos e visuais, ao transporte público.

Está sendo instaladas no centro da calçada as chamadas “listras direcionais” e “sinais de alerta”. Uma espécie de piso em alto relevo e na cor vermelha. Que serve para direcionar o deficiente visual até a entrada do tubo. Outra melhoria são as plataformas para embarque de cadeirantes, que agora estão nas instaladas nas duas entradas do tubo.

Estas adaptações estão sendo realizadas em mais 15 tubos da linha INTER II. A conclusão das obras foi prorrogada para fevereiro de 2010. Portanto, até esta data os usuários terão que conviver com os incômodos da reforma. “A última etapa é a plantação de flores e árvores, queremos proporcionar um novo paisagismo ao usuário, declara Osvaldo Franco, Supervisor Geral das obras.

Outra modificação, e a instalação de mais uma plataforma para possibilitar o embarque e desembarque de passageiros nos articulados. São aqueles veículos, que possuem dois ônibus ligados por uma espécie de sanfona.

Aparelho de ar-condicionado também será colocado nos tubos de maior fluxo de pessoas, DETRAN e Centro Cívico. ”Teve uma melhoria no espaço após a ampliação , no horário do meio-dia tinha muito tumulto devido a saída do colégio e a faculdade , também nos dias quentes o ambiente vai ficar melhor por causa do ar”, conta Marcos Vinicius Pappi , Cobrador de ônibus.

A inclusão do cidadão com deficiência física e visual exige que a cidade mude sua estrutura para oferecer uma melhor qualidade de vida, há alguns anos OGNs lutam para que e as instituições governamentais façam adaptações nas cidades e para suprir as necessidades desta parte da população.

Calçamento em alto relevo para orientar deficiêntes visuais. Foto Elize Brasil

 

  • As Melhorias Para Os Usuários
  • Os Prós e Os Contras
  • Estações – Tubo Da Linha Inter 2 Serão Adaptadas Na Nova
  • Documentos Importantes
  • Antes de completar as obras o Tubo – Detran está com os vidros pichados dezembro 17, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAD, Segurança, Tarumã, Transporte.
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    Maicon Balbino

    A estação Tubo – Detran passa por reforma, o local terá modificação em suas partes elétricas, adaptação para deficientes e calçadas antiderrapantes. Antes mesmo da conclusão das obras, que estão previstas para este mês (12/09), já é possível visualizar depredações ao local: “A URBS, Guarda Municipal e a Patrulha Escolar estão informados da situação, porém a fiscalização não tem aparecido”, relata o cobrador Sérgio Cabral (nome fictício). Perto da estação esta localizada o Colégio Paulo Leminski, os alunos estão entre os vândalos que destroem e invadem o tubo sem pagar a passagem. 

    “O problema pode ser mais fácil de resolver do que parece”, disse Antônio Carlos Araújo, que sai do trabalho para almoçar em casa e vê todos os dias às confusões dos estudantes, ele conta que a imagem do colégio está ficando ruim, pela falta de consideração de poucos: “São sempre os mesmo, conheço os rostos! Eles não disfarçam, e se você chama a atenção eles agridem com palavrões”. Para psicóloga, Ligia Figueiredo Ramos é comum esse tipo de comportamento entre os adolescentes: “Eles não se preocupam com que os adultos pensam da situação, para eles é um desafio, estão preocupados em impressionar e se alto-afirmarem”, comenta.

    Tentamos contato com a Direção do Colégio Paulo Leminski, mas até o fechamento da matéria não obtivemos retorno. Ressaltamos que embora os alunos sejam os principais acusados, não se deve generalizar. “Não vejo graça em riscar tubos, acho desprezível esse tipo de atitude. Todos saem prejudicados com isso, até mesmo o próprio pichador.”, afirma Lucas Andrade, estudante. Confira no site da URBS mais notícias sobre o sistema de transporte da região.

    Antes da URBS concluir as obras na estação Tubo – Detran, já se pode ver: vidros e paredes do local riscados pelos os próprios usuários. Foto Maicon Balbino

    Parque Tupã faz mudanças de planejamento dezembro 17, 2009

    Posted by julianyared in 4JOAD, Cotidiano, Cultura, Lazer, Tarumã.
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    O Parque Tupã, que estreou ao lado do Pinheirão na última nesta sexta-feira (12), reduziu o número de atrações para 17 atrações. Os brinquedos infantis perderam dois brinquedos e os chamados radicais (Montanha Russa, Kamikaze e Evolution) perderam um por falta de lubrificação nas engrenagens. O parque continua na cidade até a data programada, até o carnaval. O horário muda. Terça a domingo, das 13h30 às 22h. Os ingressos poderão ser adquiridos na bilheteria nos mesmos valores, são de R$ 15 para os dias úteis e de R$ 20 para os fins de semana. E para denunciar cambistas, ligue para o número (41)32266069. 

    Para ressaltar o Parque está localizado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2.300 – Tarumã. Para você que vem do Centro os ônibus indicados são: Pinhais/ Guadalupe (Terminal do Guadalupe) e  Detran / Vicente Machado (Praça Carlos Gomes). Se você estiver no Terminal do Cabral poderá pegar o Interbairros 2. Além desses conseguidos pela reportagem, quem estiver em Santa Felicidade é só pegar o Bairro Alto/Santa Felicidade, para em frente ao Pinheirão, e quem está nas Mercês o indicado é o Inter 2/Ligeirinho. O telefone para contato é (41) 4102-3422. O uso de objetos que possam cair não é aconselhável, pois se perder em algum brinquedo, o parque não se responsabiliza. O valor do guarda-volumes subiu de preço após uma cliente reclamar que quebraram seu óculos, agora é R$ 4,00.

    Sobre essas alterações surgiram inúmeras reclamações. Ressaltaram que um parque de 31 anos de história e conhecido por cidades importantes do Sul do país, tem que possuir um melhor planejamento. Além da capacidade ter sido reduzida para 1.900 pessoas. “Um parque tem que aumentar! Não pode diminuir, reduzir, entre outros termos. “Isso está uma palhaçada, e eu vimem um parque, não em um circo.”, indaga Ligo Zinn frequentador do parque há 6 anos. Para Fernando Magotte , toda empresa passa pelos seus altos e baixos: “Isto acontece. Tem que dar uma folga para o pessoal se recuperar. Sempre fui bem atendido e é isso que conta”. Mais informações sobre o Parque você pode encontrar no site: http://www.parktupa.com.br.

    Mais Fotos dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Apostador conferindo páreo a ser disputado

    Apostadores aguardando corrida

    Prêmio pago em dinheiro e na hora

    Volta de apresentação dos cavalos competidores

    Clique aqui para voltar na matéria principal

    Conheça a história do Parque dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAD, Cotidiano, Cultura, Lazer, Tarumã.
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    Maicon Balbino

    Há 31 anos o Parque viaja pelas principais cidades do Sul do país. Com capacidade para 2.000 mil pessoas. O Tupã começou como uma instituição familiar e é hoje um dos maiores parques itinerantes do Brasil, tendo ao todo três sedes espalhada pelo país. “Somos movidos pelo público, onde tivermos maior aceitação a probabilidade de ficarmos mais tempo é maior”, disse Hugo Mayer proprietário. Para Solange Fernanda Conceição, o melhor dia é quando o parque libera a entrada gratuita para comunidade: “Sempre fico atenta! Aproveito esse dia para levar meus filhos e comer muita maça do amor”. Mais informações referentes ao Parque você poderá encontrar no site: www.parktupa.com.br.

    Conheça a história de Amauri Machado Zdroyeski, que desde 1949 trabalha em parques de diversão.

  • Tupã está de volta a Curitiba
  • Como chegar ao Parque Tupã
  • Conheça a estrutura do Parque
  • Conheça a estrutura do Parque dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAN, Cotidiano, Cultura, Eventos, Lazer, Tarumã.
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    Maicon Balbino

    A instituição conta com 60 funcionários entre eles profissionais da área de saúde. A estrutura disponibiliza praça de alimentação, sanitários e estacionamento.  Para garantir a diversão é necessário estar atendo às orientações de cada brinquedo.  É proibido o consumo de álcool nas dependências do local.  A manutenção dos equipamentos é realizada diariamente, o parque não restituirá o valor das entradas em casos de falta de energia ou chuva intensa.

    Funcionário conta como é ter uma vida nômade:

  • Tupã está de volta a Curitiba
  • Como chegar ao Parque Tupã
  • Conheça a história do Parque
  • Como chegar ao Parque Tupã dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAD, Cotidiano, Cultura, Eventos, Lazer, Tarumã.
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    Maicon Balbino

    O Parque está localizado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, 2.300 – Tarumã. Para você que vem do Centro os ônibus indicados são: Pinhais/ Guadalupe (Terminal do Guadalupe) e  Detran / Vicente Machado (Praça Carlos Gomes). Se você estiver no Terminal do Cabral poderá pegar o Interbairros 2 (confira os horários dos ônibus).  O telefone para contato é (41) 4102-3422. Para dispensar contratempos evite ir com boné, sapato de salto alto ou qualquer objeto que possa cair do bolso em quanto estiver usufruindo dos brinquedos. O valor do guarda-volumes é R$ 2,00.

    Vista do parque pelo lado de fora. Foto Maicon Balbino

    Parque Tupã está de volta a Curitiba dezembro 8, 2009

    Posted by Evandro in 4JOAD, Cotidiano, Cultura, Eventos, Lazer, Tarumã.
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    Maicon Balbino

    Parque Tupã estreia nesta sexta-feira (12) ao lado do Pinheirão, com 20 atrações que vão além de brinquedos infantis a outros mais radicais (Montanha Russa, Kamikaze e Evolution). O parque ficará na cidade até o carnaval, de terça a domingo, das 14 às 22h. Os ingressos só poderão ser adquiridos na bilheteria do estabelecimento, os valores são de R$ 15 para os dias úteis e de R$ 20 para os fins de semana. 

    Cerca de 60 funcionários trabalham para levantar a estrutura do Parque até sexta-feira. Foto Maicon Balbino

    Trabalho puxado, mas recompensado dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    José Duarte Rosa, ex-jockey e veterano no trabalho diário com os animais

    Influenciado pela paixão do pai, Luciano saiu de sua cidade natal em São Paulo rumo à Curitiba, em busca de realizar o sonho de ser jóquei. Apesar de ter o perfil indicado aos jóqueis, que devem pesar no máximo 60 quilos e ter altura média de 1,60 metro, as dificuldades são muitas.

    A Escola de Aprendizes do JCPR oferece alimentação e alojamento gratuitos, acompanhamento profissional, mas também exige muita determinação dos aprendizes.

    Para manter a segurança durante as corridas, os cuidadores que domam e cuidam dos cavalos ficam presentes no momento da apresentação, como proteção aos jockeys.

    Um dos cuidadores, Josué Duarte Rosa, mais conhecido como Rosa, mora na cocheira 26 e diz que o trabalho é diário e puxado para todos. ‘’Os jovens começam as atividades às 6 horas da manhã’’, conta.

     

    Clique aqui para voltar a matéria principal

     

    Jovem Promissor dezembro 8, 2009

    Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Luciano Salles, jovem com 15 anos e ganhador do último páreo da noite do dia 20/11/2009

    Reportagem e fotos de Anderson Mariano, Ivonete Francielle e Michele Saide

     

    O jóquei Luciano Salles, 15 anos, do Jockey Club do Paraná (JCPR), com o cavalo Indecente, foi o ganhador do último páreo da noite de 20 de novembro. A corrida durou por volta de 1 minuto e 20 segundos e no total das nove corridas somaram mais de uma 4 horas. O animal pertence a Sergio Buzato e Antonio Carlos Zeni há quatro meses e já venceu quatro vezes em Curitiba e seis no Rio de Janeiro. As apostas podem ser feitas a partir de R$ 1 nos guichês do jockey ou então em casas lotéricas conveniadas.

     

    Trabalho puxado, mas recompensado

    Hobby que virou paixão

    Bastidores e profissionais envolvidos

     

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    Unibrasil oferece assessoria jurídica a pessoas de baixa renda dezembro 8, 2009

    Posted by ricardotavares in 4JOAD, Cidadania, Tarumã.
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    A maior demanda que a população da Zona Leste apresenta por assessoria jurídica é na área de família.De acordo com os dados da coordenação da universidade as pessoas vêem diretamente em busca de soluções para seus problemas.

    Assessoria urídica da Unibrasil atende o público no bloco 06 (o último) no campus da faculdade

    Processos por pensão alimentícia são os mais procurados dezembro 8, 2009

    Posted by ricardotavares in 4JOAD, Cotidiano, Tarumã.
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    Os serviços prestados pela faculdade são para a comunidade da zona leste de Curitiba e para Pinhais. “As pessoas que se interessam pelo o serviço vem diretamente ao campus no bloco 06 de direito” afirma a coordenação. De acordo com a assessoria jurídica, 90% dos casos estão ligados diretamente aos casos de família.

    (mais…)

    Avaliação socioecômica para se obter o direito da defensoria pública dezembro 8, 2009

    Posted by ricardotavares in 4JOAD, Cotidiano, Tarumã.
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    As Faculdades Integradas do Brasil (Unibrasil) disponibiliza estagiários do 7º, 8º, 9º e 10º período de advocacia para a comunidade.  Pessoas com ganho de até três salários mínimos têm o direito ao serviço gratuito. Pedidos de pensão alimentícia, exame de paternidade e conflitos familiares são os casos que mais a defensoria pública trata. (mais…)

    O que é o cicloturismo dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Lazer, Meio Ambiente, Tarumã, Trabalho, Transporte, Uncategorized.
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    cicloturismo é uma forma de turismo que consiste em viajar utilizando como meio de transporte uma bicicleta. É uma maneira muito saudável, econômica e ecológica de se fazer turismo.

    Neste video, Gestennberger Reis  fala sobre o cicloturismo e ciclismo.

    http://www.bikesul.com/site/

    Leis para ciclistas
    As dificuldades em aderir ao uso da bike
    Ciclovias de Curitiba
    Ciclista e pedestres dividem espaço na Victor Ferreira
    Economia para quem utiliza a bicicleta
    Quanto custa a brincadeira
    A bicicleta é uma boa alternativa para moradores do Tarumã

    Economia para quem utiliza a bicicleta dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Lazer, Meio Ambiente, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Para os trabalhadores, a utilização da bicicleta pode resultaruma economia média de R$ 101,20 por mês. O equivalente a quase metade de uma sexta básica no Paraná, hoje cotada em R$222,67, segundo tabela do Dieese.  Os que trocaram o transporte público ou privado pela bicicleta, não se arrependem. O principal  benefício alcançado é a melhoria da qualidade de vida. “ o exercício  melhora o condicionamento físico e evitar problemas cardíacos, além de aumentar a disposição diária”, afirma Marcos Sebastião, médico.

    Leis para ciclistas
    As dificuldades em aderir ao uso da bike
    Ciclovias de Curitiba
    Ciclista e pedestres dividem espaço na Victor Ferreira
    Quanto custa a brincadeira
    O que é o cicloturismo
    A bicicleta é uma boa alternativa para moradores do Tarumã

    Quanto custa a brincadeira dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Esporte, Lazer, Meio Ambiente, Ruas, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Para quem se animou em começa a pedalar, tem bike a partir de R$219,00.  Mais para aqueles que querem algo mais elaborado, aqui vão os preços.

    Tabela com preços

    Uma boa Bike R$690,00

    Capacete        R$70,00

    Luvas              R$37,00

    TOTAL           R$797,00

    Leis para ciclistas dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Lazer, Meio Ambiente, Ruas, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    O código de trânsito brasileiro prevê normas para a circulação de bicicletas, ainda desconhecidas de muitos. Segundo a legislação brasileira de trânsito, na falta de ciclovias o ciclista deve andar pela rua, a um metro e meio de distância das bordas. Além de seguir as mesmas normas obrigatórias aos veículos, o código também prevê o uso de alguns equipamentos obrigatórios como espelho retrovisor do lado esquerdo, olhos de gato e buzina.

    http://www.transportes.gov.br/bit/trodo/codigo/index.htm

    http://www.ippuc.org.br/

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    Ciclovias de Curitiba
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    O que é o cicloturismo
    As dificuldades em aderir ao uso da bike

    As dificuldades em aderir ao uso da bike dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Lazer, Meio Ambiente, Ruas, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Manter uma bicicleta tem um baixo custo. Foto:Gleiciany Oliveira

    As principais reclamações dos ciclistas são a má conservação das vias, o desrespeito dos motoristas e a falta de bicicletários. Para Gestennberger Reis, 49, dono de uma agência de cicloturismo, Curitiba é uma cidade onde há espaço para andar de bicicleta. O problema é que as empresas não motivam os seus funcionários a utilizarem a bicicleta para trabalhar. “Se oferecessem vestiários para os funcionários e local seguro para guardarem as bicicletas, com certeza mais pessoas trabalhariam de bicicleta”, diz. O que reduziria os congestionamentos na cidade mais motorizada do país, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

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    Ciclovias de Curitiba dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Esporte, Idéias, Lazer, Meio Ambiente, Ruas, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Curitiba possui cerca de 120 quilômetros de ciclovias. Aumentar este número é uma alternativa para tentar reduzir os congestionamentos. O Plano de Mobilidade, um projeto do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (IPPUC),  tem a intenção de ampliar em 87% as vias destinadas às bicicletas.O projeto prevê a implantação de ciclofaixas, rotas privilegiadas,  calçadas compartilhadas e colocação de bicicletários em pontos estratégicos,ainda a serem definidos.

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    Ciclista e pedestres dividem espaço na Victor Ferreira dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Economia, Esporte, Lazer, Meio Ambiente, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Quem transita pela Avenida Victor Ferreira do Amaral, no Tarumã, tem um bom motivo para utilizar a bicicleta. Neste trecho, onde há a via compartilhada, o trajeto é calmo e a via esta em bom estado de conservação. Diferente de outras localidades da cidade.  Segundo Josué Fernandes, 42, Pedreiro, “o caminho é tranqüilo e tem espaço para todos utilizarem”. Ele mora no Bairro Alto e vai trabalhar de bicicleta todos os dias. O uso da  bicicleta é uma alternativa saudável e barata, além de economizar tempo. Segundo dados do (IPPUC), a bicicleta é um meio mais rápido em trajetos até 15 Km.

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    Ciclovias de Curitiba
    A bicicleta é uma boa alternativa para moradores do Tarumã
    Economia para quem utiliza a bicicleta
    Quanto custa a brincadeira
    O que é o cicloturismo

    Alvarás concedidos nos últimos anos no Tarumã dezembro 7, 2009

    Posted by maiconganske in 4JOAD, Comércio, Tarumã.
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    Dados da Prefeitura Municipal de Curitiba mostram que a abertura de comércio no Tarumã, teve no ano de 2008 o seu maior índice, em comparação com os últimos onze anos. O menor índice foi registrado em 2005, quando apenas 79 alvarás foram liberados.

        

    ANO ALVARÁS CONCEDIDOS
    1999 121
    2000 116
    2001 93
    2002 80
    2003 104
    2004 101
    2005 79
    2006 90
    2007 83
    2008 124
    2009 97

    Crescimento do Tarumã alavanca empreendedorismo 

    Ampliação do comércio no Tarumã traz boas perspectivas

    Comércio do Tarumã ainda não consegue suprir necessidades dos moradores

     

    A bicicleta é uma boa alternativa para moradores do Tarumã dezembro 7, 2009

    Posted by Gleiciany Oliveira in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Esporte, Lazer, Meio Ambiente, Tarumã, Trabalho, Transporte.
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    Via Compartilhada na Victor Ferreira é alternativa para ciclistas. Foto:Gleiciany Oliveira

    Incentivar o uso da bicicleta e uma alternativa para reduzir os congestionamentos e a poluição. O Tarumã possui um dos trechos em melhor  conservação para a prática do ciclismo.  Quem opta por ir ao trabalho de bicicleta economiza em média,  R$101,20 em passagens de transporte urbano.

    Leis para ciclistas
    As dificuldades em aderir ao uso da bike
    Ciclovias de Curitiba
    Ciclista e pedestres dividem espaço na Victor Ferreira
    Economia para quem utiliza a bicicleta
    Quanto custa a brincadeira
    O que é o cicloturismo
    Outras reportagens – Ciclovia da Rua Konrad Adenauer tem melhores condições para ciclistas do que para pedestres

    Comércio do Tarumã ainda não consegue suprir necessidades dos moradores dezembro 7, 2009

    Posted by maiconganske in 4JOAD, Comércio, Tarumã.
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     Apesar do crescimento verificado nos últimos anos, os moradores do bairro reclamam ainda da falta de diversidade do comércio. “Faltam muitas coisas aqui no Tarumã. Alguns serviços a gente não encontra aqui ainda. O comércio está em expansão”, disse o morador Hamilton Mercer. Segundo ele, muitas vezes é necessário sair do bairro para encontrar determinados produtos. “Nem tudo a gente consegue comprar aqui, às vezes é preciso ir a outro local para comprar o que deseja”, justifica. Rosimeire Batista encontra a mesma dificuldade de encontrar alguns produtos. “Tem alguns produtos que só em outro bairro você encontra. Aqui no Tarumã, só compro coisas pequenas que eu utilizo no dia-a-dia”.

    Outra queixa é em relação aos preços, a rede de supermercados Super Muffato, que inaugurou no mês de julho uma loja no Tarumã, não agradou muitos moradores do bairro. “O Muffato não deveria nem ser inaugurado. Quando chove forte, várias goteiras se formam na cobertura”, reclama Hamilton Mercer. Para ele os preços praticados pelo mercado não se adequaram à realidade do bairro. ”Eles cobram preços que não condizem com aqueles que moram aqui”, disse. O preço dos produtos vendidos no mercado também é criticado pela moradora Rosimeire Batista. “Pensei que, com a abertura do mercado, nós teríamos uma outra opção na hora de comprar, mas na verdade os preços são muito altos. Alguns produtos são muito mais caros que em outros mercados”, afirmou Rosimeire.

    Veja alguns estabelecimentos comerciais na Av.Victor Ferreira do Amaral

    Crescimento do Tarumã alavanca empreendedorismo 

    Ampliação do comércio no Tarumã traz boas perspectivas

    Alvarás concedidos nos últimos anos no Tarumã

    Ampliação do comércio no Tarumã traz boas perspectivas dezembro 7, 2009

    Posted by maiconganske in 4JOAD, Comércio, Tarumã, Uncategorized.
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    Entre os estabelecimentos comerciais que se destacam no bairro do Tarumã, estão as revendedoras de carros. Em uma caminhada pelas ruas do bairro é possível encontrar várias lojas de automóveis, principalmente na Avenida Victor Ferreira do Amaral.

     Só em 2009, segundo dados da Prefeitura Municipal de Curitiba, foram concedidos seis alvarás para a abertura de comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários usados. Outro tipo de comércio que se destaca é o varejista de artigos do vestuário e acessórios, que teve neste ano cinco alvarás de abertura concedidos.

    O comerciante Lorival Linhares acredita em uma melhora no movimento com o passar do tempo.

     Apesar de ainda não ter uma grande clientela, em virtude do pouco tempo de atividade, Lorival crê que aos poucos as coisas vão melhorar.“Tenho boas perspectivas. Espero que o movimento melhore com o tempo”, disse ele. Um dos trunfos para ter um aumento da clientela é o fato de a lanchonete ficar próxima ao DETRAN e de  outros estabelecimentos como bancos e farmácias. “As pessoas que vão ao DETRAN e ao banco, são algumas daquelas que podem vir a consumir em meu estabelecimento”, afirma Lorival.

    Crescimento do Tarumã alavanca empreendedorismo 

    Comércio do Tarumã ainda não consegue suprir necessidades dos moradores

    Alvarás concedidos nos últimos anos no Tarumã

    Os problemas que o curitibano enfrenta diariamente nas ruas da cidade. dezembro 7, 2009

    Posted by aurosantos in 4JOAD, Tarumã, Transporte, Uncategorized.
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         Ruas congestionadas, motoristas estressados buzinas, alguns acidentes e várias multas aos que tentam “dar um jeitinho “para passar mais rápido pelos congestionamentos. Em seis anos a frota de carros na capital paranaense aumentou 40%,e o resultado disso é percebido no caos em que se encontra o trânsito em Curitibanos horários de maior movimento(7h30;e 18h30).  Na região do bairro tarumã esta realidade não é diferente, principalmente na Avenida Victor Ferreira do Amaral que por sua vez, faz ligação órgãos públicos como o DETRAN e faculdades como a Unibrasil,além de ser uma saída para a BR 116,portanto muito usada por caminhões que por conseguinte tornam o trânsito na região lento.Segundo a Diretoria de Trânsito de Curitiba (Diretran), vinculada à Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs), para amenizar este problema esta sendo estudado o que já ocorre em São Paulo e em Belo Horizonte ,onde caminhões com peso bruto acima de seis mil quilos são proibidos de circular  na área central.

    Um novo problema para os comerciantes.

    Outras medidas para amenizar o engarrafamento, que já estão em vigor, e que apresentam bons resultados.

    O rodízio seria realmente uma boa saída para Curitiba, ou seria como tapar o sol com a peneira.

    Curitiba estuda medidas para melhorar o trânsito

    Projetos visam melhora da situação no Tarumã e em outros bairros dezembro 7, 2009

    Posted by marilainemartins in 4JOAD, Moradia, Tarumã.
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    A UniBrasil, juntamente com outras instituições, já participou de campanhas para refazer a mata ciliar do Córrego Capão da Imbuia, veja notícia.

    www.unibrasil.com.br/noticias/detalhes.asp?id_noticia=5198

    A prefeitura também tem projetos para proteger as laterais do Córrego Capão da Imbuia desde o início de 2009, confira.

    www.ticokuzma.com.br/portal/articles_545_Prefeitura-vai-construir-protecao-em-corrego.html

    Cajuru sofre com a poluição do Rio Belém, mas medidas tomadas pela Prefeitura visam recuperação, obtenha mais informações.

    https://zonaleste.wordpress.com/2008/12/23/rio-belem-pode-ser-salvo/

    Esgoto agrava ainda mais o problema dezembro 7, 2009

    Posted by marilainemartins in 4JOAD, Moradia, Moradores, Tarumã.
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    Esgoto é despejado diretamente no córrego.

     

    O córrego conta, tanto na região do Tarumã, como na região do Capão da Imbuia, com esgotos despejados em suas águas, o que agrava ainda mais o problema das enchentes. Além de ser um dos fatores causadores do problema, leva água muitas vezes contaminada para dentro das casas. Nagila Tah relata a situação após três enchentes ocorridas nos últimos três meses. “A gente perde tudo que tem, alimentos, móveis e roupas. Tudo fica com um cheiro insuportável”. A população não conta com quase nenhuma ajuda quanto à restituição do que se perdeu.

    Chuvas de verão alagam casas no Tarumã dezembro 7, 2009

    Posted by marilainemartins in 4JOAD, Moradia, Moradores, Tarumã.
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    Moradores do Tarumã sofrem com as frequentes enchentes.

    As enchentes decorrentes das fortes chuvas da estação trazem problemas às famílias que moram as margens do Córrego do Capão da Imbuia. Em poucos minutos de chuva, a água sobe, deixando a população apreensiva. “Foi preciso segurar minhas filhas, para que elas não fossem carregadas pela correnteza”, disse a moradora Nagila Tah, de 22 anos, mãe de duas crianças, de quatro e oito anos. 

    Crescimento do Tarumã alavanca empreendedorismo dezembro 7, 2009

    Posted by maiconganske in 4JOAD, Comércio, Economia, Tarumã.
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    Comércio de automóveis é o que mais cresce no Tarumã.

    O Tarumã, em Curitiba, viu o comércio crescer ao longo dos anos com a criação de novos estabelecimentos. Entre aqueles que optaram pelo bairro para abrir o seu próprio negócio está Lorival Linhares, 58 anos, que há quatro meses têm uma lanchonete na rua Professor Nivaldo Braga, próximo ao Detran.Outra modalidade de comércio que se destaca é o de automóveis, com seis alvarás liberados só em 2009.

    Ampliação do comércio no Tarumã traz boas perspectivas

    Comércio do Tarumã ainda não consegue suprir necessidades dos moradores

    Alvarás concedidos nos últimos anos no Tarumã

    Hipermercados, Supermercados e População Segundo os Bairros de Curitiba

    Informações sobre transporte público em Curitiba dezembro 7, 2009

    Posted by impressionismo in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Educação, Ruas, Segurança, Tarumã, Transporte.
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             Para obter o passe escolar, é preciso cumprir alguns requisitos. Isso colabora para que o prejuízo da Urbs diminua. Os gastos com vandalismo chegam a R$270 mil por mês, segundo site Globo.com.

     

    Tubo do Detran sofre com ação de vândalos

    Alunos invadem tubo no Tarumã

    Cobradores se sentem ameaçados por ação de vândalos

    Cobradores se sentem ameaçados por ação de vândalos dezembro 7, 2009

    Posted by impressionismo in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Educação, Ruas, Segurança, Tarumã, Transporte.
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                Segundo Anderson, cobrador que não quis ter o sobrenome revelado, o pior horário é entre 11h50 e 12h10, quando alunos do Paulo Leminski são liberados das aulas. “Imagine se todos que vêem eles [alunos] invadindo também fossem invadir, ia sobrar quem pra pagar?”, questiona.

                Mas seu companheiro de trabalho, Braz, destaca que isso não acontece em todos os pontos e cita o Colégio Militar, também na Victor Ferreira do Amaral. “Lá [Colégio Militar], se você vê qualquer coisa, é só ligar para a direção do Colégio que no outro dia vai estar tudo resolvido. Agora, aqui [Paulo Leminski], não” e emenda “uma vez, vieram até professores do Paulo Leminski aqui fazer manifestação a favor da invasão. Eles diziam que o preço da passagem é muito alto”.

                O estudante de Direito, Leonel Salvá, diz que a população sairá perdendo enquanto isso não acabar. “O preço das passagens tende a subir ainda mais com os estragos em ônibus, tubos e terminais, e também com as invasões”, conclui.

                Nem a presença da Polícia Militar no local reprime totalmente a ação destes jovens. Apesar de não invadirem o tubo, os invasores fazem piadas sobre o assunto e comentam ironicamente que “os caras estão ali para prender os bandidos”.

                Inseguros, alguns cobradores guardam um pedaço de pau atrás de sua cadeira de trabalho, e dizem que, se precisar, não vão ter medo de usar. Isso desencadearia uma série de outros problemas que, certamente, traria os adolescentes como simples vítimas.

                Em defesa dos cobradores, Salvá diz que a principal culpada é a população. “Se todo mundo se mobilizasse seria possível impedir isso. Mas as pessoas ainda colaboram, mesmo que indiretamente, ao comprarem os créditos que os alunos vendem na catraca”.

     

    Tubo do Detran sofre com ação de vândalos

    Alunos invadem tubo no Tarumã

    Informações sobre transporte público em Curitiba

    Alunos invadem tubo no Tarumã dezembro 7, 2009

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    Tubo do Detran que passou por reforma recentemente (Foto: Mariana Gatzk)

                O Colégio Estadual Paulo Leminski, com quase 3 mil alunos, fica na avenida Coronel Augusto de Almeida Garret, zona Leste de Curitiba. Próximo a ele, está o tubo do Detran, onde passam os ligeirinhos Inter2 e Bairro Alto/Santa Felicidade.

                Ao cruzarem a avenida Victor Ferreira do Amaral, onde está localizado o tubo, alguns alunos do Paulo Leminski fazem uma fila na rua e saltam pela porta de embarque/desembarque, para o interior do mesmo. Braz explica que a massa se divide em dois grupos. “Fica uma fila aqui [catraca] para pagar, e outra fia ali [avenida] para invadir”.

    Para facilitar a ilegalidade, durante a reforma, a porta lateral do tubo estava com defeito e não podia ser fechada. As pessoas que ficavam paradas ali, à espera do ônibus, eram empurradas e ofendidas com palavrões.

                Além da invasão, alunos negociam créditos do cartão transporte na catraca, vendendo-os a outros passageiros por um preço inferior ao real, de R$2,20.  Este comércio acontece sem disfarce algum, como se fosse algo legalizado.

     

    Tubo do Detran sofre com ação de vândalos

    Cobradores se sentem ameaçados por ação de vândalos

    Informações sobre transporte público em Curitiba

    Tubo do Detran sofre com ação de vândalos dezembro 7, 2009

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    Tubo do Detran sofre com vândalos

    Vândalos riscam vidro no tubo do Detran (Foto: Mariana Gatzk)

    O tubo do Detran, na avenida Victor Ferreira do Amaral, zona Leste de Curitiba, recebe 3500 pessoas por dia. Sem contar adolescentes que, após comercializarem os créditos do cartão-transporte, invadem o tubo. Após reforma concluída há um mês, o tubo já tem vidros e lataria danificados. Para o cobrador José Braz, trata-se de uma minoria. “Não podemos acusar a todos.”

     

    Alunos invadem tubo no Tarumã

    Cobradores se sentem ameaçados por ação de vândalos

    Informações sobre transporte público em Curitiba

    Alunos invadem tubo no Tarumã dezembro 7, 2009

    Posted by impressionismo in 4JOAD, Cidadania, Cotidiano, Ruas, Tarumã, Transporte.
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                O Colégio Estadual Paulo Leminski, com quase 3 mil alunos, fica na avenida Coronel Augusto de Almeida Garret, zona Leste de Curitiba. Próximo a ele, está o tubo do Detran, onde passam os ligeirinhos Inter2 e Bairro Alto/Santa Felicidade.

                Ao cruzarem a avenida Victor Ferreira do Amaral, onde está localizado o tubo, alguns alunos do Paulo Leminski fazem uma fila na rua e saltam pela porta de embarque/desembarque, para o interior do mesmo. Braz explica que a massa se divide em dois grupos. “Fica uma fila aqui [catraca] para pagar, e outra fia ali [avenida] para invadir”.

    Para facilitar a ilegalidade, durante a reforma, a porta lateral do tubo estava com defeito e não podia ser fechada. As pessoas que ficavam paradas ali, à espera do ônibus, eram empurradas e ofendidas com palavrões.

                Além da invasão, alunos negociam créditos do cartão transporte na catraca, vendendo-os a outros passageiros por um preço inferior ao real, de R$2,20.  Este comércio acontece sem disfarce algum, como se fosse algo legalizado.

    Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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    “Nossa vida é isso aqui”, conta Clóvis dos Santos, cuidador de cavalos. Foto de: Francielle Costa

    Frequentadores assíduos do Jockey Club do Paraná (JCPR), no bairro Tarumã de Curitiba, talvez já tenham percebido. Porém, não é de conhecimento comum que o estado de Alagoas esteja tão presente dentro do clube. Em média, cerca de 50 cuidadores de cavalos são alagoanos. E o que mais chama atenção é que a maioria compartilha o mesmo sobrenome, isto é, tem alguma ligação familiar, ou já se conheciam em seu estado natal. Esta migração ocorre anos a fio.

    Reportagem: Larissa Ilaídes e Maicon Jefferson Secco

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    Dados numéricos

    Conexão Tarumã-Dubai dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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    São pessoas simples, de alegria contagiante que cuidam dos treinados cavalos de raia. A migração ocorre de maneira muito informal. “A gente vai um puxando o outro”, conta Clóvis dos Santos, 29, que está no Jockey há quatro anos. Quando surge uma vaga, eles se contatam e na maioria das vezes, dá certo. A principal motivação da mudança para o Paraná é a busca por um novo horizonte de trabalho, de vida e a carência de oportunidades em Alagoas. Silvano Gomes Clemente tem apenas 23 anos, mas já passou por experiências inesquecíveis. Dentre elas, está a viagem à Dubai. Devido a etapas mundiais de turfe, ele já pisou em terras árabes duas vezes, e agora se prepara para a terceira viagem, que será em dezembro. “Cuidar não é trabalho fácil, mas devo tudo que tenho a essa profissão”, afirma com grande orgulho.

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    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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    A rotina de um cuidador começa cedo, antes do sol raiar. Por volta das 5h30 da madrugada começam a limpar as cocheiras, depois o dia se resume em dar banho nos cavalos e levá-los para galope na raia específica. Trabalham até as 18h e assim que acaba o expediente o rumo é certeiro: ir para a arquibancada, assistir, torcer, tomar uma cerveja e apostar por simples diversão – pequenas quantias quando comparadas às maiores apostas. Além de trabalhar no clube, os cuidadores nordestinos moram no Jockey em alojamentos planejados. Quando indagados se conhecem a cidade que os abriga, simplesmente respondem “não muito”. O lazer não é muito variado. Vez em quando vão á balada sertaneja Victoria Villa (que fica ao lado do clube) ou aos bailões arrasta-pé da redondeza. Em resumo, é a vida que gira em torno do JCPR.

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    Dados numéricos dezembro 4, 2009

    Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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    A estrutura do JCPR é grande. Ao todo, são 59 grupos de cocheiras. Cada uma delas pode empregar até 5 cuidadores.

    59 cocheiras x 5cuidadores para cada Total : 295 cuidadores

    Contudo, nem todas as cocheiras estão em uso. Caso estivessem, o clube teria um total de 742 animais. A realidade é bem diferente. Há em todo o clube, aproximadamente 60 cuidadores. Desse total, mais de 40% é nordestino de Alagoas, Ceará ou Bahia. “É o Jockey inteiro”, conta Gerson Luiz, 19, que freqüenta o clube desde os sete anos de idade.

    Em comparação com a realidade salarial do Nordeste, a renda mensal dos cuidadores do Jockey é relativamente alta. Recebem por volta de novecentos reais mensais, mais benefícios.

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    O último vencedor e sua coleção de prêmios dezembro 3, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    A família tem haras em Curitiba e Rio de Janeiro, e seus cavalos uma coleção de prêmios. Ao todo são 103 animais sob os cuidados dos herdeiros de Antenor Menegolo.

    Antenor Menegolo Neto representa a tradição em Curitiba. Cria 30 animais, entre eles o cavalo Indecent, ganhador do 9º Páreo do último dia 20. Segundo o dono, o animal tem seis anos e seis vitórias. Além do primeiro lugar, coleciona prêmios de 2º, 3º e 5º lugar.  “Ele já teve vários donos, e vem de uma linhagem de vencedores. Seu pai já ganhou seis corridas. É um bom cavalo”, conta.

    Antenor Neto é formado em Administração, mas segundo ele só cursou a faculdade para ter um diploma “Só fiz administração para ter o diploma, minha paixão sempre foi os cavalos, acho que é coisa de sangue”, define.

    Uma tradição chamada cavalo dezembro 3, 2009

    Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Reportagem de Ana Carolina Skrepec e Bruna Carneiro

    A sexta-feira para a família Menegolo é dia de encontro no Jockey Club de Curitiba. As corridas de cavalo são mais que um hobby, são sinônimo de profissão. Os Menegolos são tradicionais nos Jockeys do país pela criação e treinamento dos animais, e este trabalho é realizado diariamente por profissionais.

    A paixão começou na década de 60 quando o patriarca da família, Antenor Menegolo, comprou o primeiro cavalo. “Depois disso nunca mais ele parou, tomou gosto pela coisa”, comenta o filho Adélcio Menegolo.

    Antenor politizou os filhos e os netos para que todos um dia seguissem seus passos. “Ele nunca nos forçou a nada, mas tinha tanto amor pelos bichos que foi impossível não aprender a gostar”, relembra Adelcio.

    O detalhe que faz toda a diferença dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Com o objetivo de proteger os cascos dos cavalos do desgaste, as ferraduras surgiram há milhares de anos e até hoje são bastante úteis. Numa prova de turfe –corridas de cavalo- não poderia ser diferente. Seja no formato de filetes ou em “U”, o objetivo é, além da proteção, o auxílio no desempenho dos animais nas corridas. Nas provas realizadas no Jockey Club do Paraná, no dia 20 de novembro, elas tiveram um papel fundamental nos resultados dos páreos. Saiba mais sobre o ferrageamento no site webcavalo.com

    No vídeo de Leandro Valentim, Barriga explica como funciona a inspeção das ferraduras antes de cada páreo.

    Equilíbrio entre cavalos e jóqueis dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    As ferraduras são tão importantes para o cavalo quanto para o jóquei. Nas provas do dia 20, a maioria dos animais usou ferraduras de ferro nas patas de trás e os filetes nas da frente. Jóquei há dois anos, Eder Wilson Vidal explica que esse tipo de escolha gera um melhor balanço do cavalo. E conta que, além das ferraduras, existem outros objetos que podem ajudar no desempenho do cavalo. “As agarradeiras dão mais tração ao animal, mas aqui no Brasil elas só são permitidas nas patas de trás e em grandes prêmios.”Tão importante quanto as ferraduras é o tratamento que os cavalos recebem após a corrida.

    Leia mais em: O trabalho por trás das cocheiras

    Confira no vídeo, de Leandro Valentim,  o desenpenho dos cavalos durante o sétimo pareo da noite.

    Os materiais definem a utilidade das ferraduras dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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      Foto: Tais Barth

    Nas corridas do dia 20, a maioria dos cavalos usou ferraduras de aluminio nas patas da frente e ferro nas de trás. 

     

    Nas modalidades do turfe, são utilizados três tipos de ferraduras. As de alumínio, que são mais leves e ideais para as pistas de grama, as de ferro, mais pesadas e idéias para competições na areia, e as ligas de alumínio e ferro, chamadas de filetes. Uma ferradura custa, em média, de R$ 12 a 70, dependendo do material. O administrador de empresas e responsável por um dos únicos jornais de turfe no Brasil, Roberto Mica, 42 anos, vai ao Jockey desde criança e explica a escolha das ferraduras. “A escolha de uma ferradura depende do quanto ela custa. A de alumínio é mais cara, enquanto a de ferro é mais barata”, afirma. 

      

    Ferrageamento é coisa séria dezembro 2, 2009

    Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Reportagem de Leandro Valentim e Tais Barth   

     Foto: Tais Barth

    Foto: Tais BarthA conferência é obrigatória antes de cada corrida

    No dia 20, todos os cavalos passaram por uma conferência antes de cada páreo, quanto ao seu ferrageamento. O responsável por conferir se cada animal iria correr com as ferraduras especificadas na programação das corridas, foi o homem que é conhecido no Jockey Club do Paraná como Barriga. Ele está lá ha três anos e é quem garante que todos os cavalos estarão equiparados antes dos páreos, e conta, “eu trabalho com isso desde primeiro de maio de 1991, eu me considero um ferrador, mas essa profissão não existe mais, não é regulamentada em carteira, como a de ferreiro”.  

     

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009 dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Uncategorized.
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    A expectativa para a corrida do Grande Prêmio Paraná é grande. O tratador Osvaldo Loezer acredita na vitória. “Ela é uma das favoritas, se ganhar esse prêmio vai correr no Uruguai”, afirma.

    A égua recebe soro de vitamina E, ferro, uma base para a musculação e uma massagem refrescante. Na alimentação come Aveia com uma ração concentrada com Milho, Soja, Farelo de trigo entre outros ingredientes. O tratador leva a égua para passear por 45 minutos, diferente dos outros animais que passeiam apenas15 minutos. O luxo não acaba aí, ela corre com ferraduras de alumínio nas patas dianteiras e de ferro nas traseiras.

    Para conhecer mais o mundo das corridas acesse o site www.jockeypr.com.br.

    Égua ampulheta recebe vitaminas no soro

    Égua tem tratamento especial com massagem refrescante

    Tratador dá vitaminas para égua

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    O trabalho por trás das cocheiras dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Andre Augusto, 20 anos, cuida dos cavalos há dois anos. Conta que foi parar no Jockey por influência familiar. Na família o tio é jóquei e o pai treinador. Todos os dias levanta cedo para trocar a alfafa das baias e alimentar os animais, que possuem duas refeições ao dia, uma pela manhã e outra a tarde. Ele estima que cada cavalo come mais ou menos doze litros de alimentos. Depois de alimentados os cavalos são escovados, para que não haja risco de pegarem carrapatos e outros parasitas. Feito isso os animais são preparados para galopar com os jóqueis.

    Osvaldo Loezer, 49 anos, nascido em Curitiba, cuida de cavalos há 37 anos. Vindo de uma família de jóqueis ele foi o único que decidiu cuidar dos animais. Trabalha todos os dias, das seis da manhã ao meio dia. Ele cuida de cinco cavalos. Diariamente limpa as cocheiras, engraxa os cascos, leva os cavalos para galopar, recolhe, alimenta, escova, passa a raspadeira e passeia com eles.

    O tratador Osvaldo Loezer escovando e passando a raspadeira na égua

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

    Vitórias trazem tratamento especial dezembro 2, 2009

    Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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    Osvaldo Loezer, tratador limpa o casco da égua

    Poucos cavalos têm tratamento vip como a Ampulheta. A égua venceu o Clássico “Primavera”, no dia 18 de setembro que rendeu R$ 9 mil ao seu proprietário. Sua última vitória foi na Prova Especial “Raphael Munhoz da Rocha”, no dia 13 de novembro.

    Jairo da Silva Borges, o treinador, explica que o tratamento especial que a égua recebe é resultado das suas conquistas. Nas 12 corridas em que participou obteve a sua sexta vitória. “Não é para qualquer um não, ela merece”, completa.

    Segundo dados divulgados pela assessoria de imprensa do Jockey Clube do Paraná o movimento das apostas totalizou R$ 182.132,83, com uma média de R$ 19.077,03 por páreo, descontadas as bonificações. E a prova que mais movimentou os guichês foi o Clássico “Primavera” vencido pela Ampulheta, que vendeu R$ 31.671,79. E quem quiser assistir à melhor égua do Paraná correr, o Grande Prêmio Paraná 2009, é neste domingo, dia seis, das 14h às 19h30.

    Vitórias trazem tratamento especial

    O trabalho por trás das cocheiras

    Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009