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Mais Fotos dezembro 8, 2009

Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Apostador conferindo páreo a ser disputado

Apostadores aguardando corrida

Prêmio pago em dinheiro e na hora

Volta de apresentação dos cavalos competidores

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Trabalho puxado, mas recompensado dezembro 8, 2009

Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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José Duarte Rosa, ex-jockey e veterano no trabalho diário com os animais

Influenciado pela paixão do pai, Luciano saiu de sua cidade natal em São Paulo rumo à Curitiba, em busca de realizar o sonho de ser jóquei. Apesar de ter o perfil indicado aos jóqueis, que devem pesar no máximo 60 quilos e ter altura média de 1,60 metro, as dificuldades são muitas.

A Escola de Aprendizes do JCPR oferece alimentação e alojamento gratuitos, acompanhamento profissional, mas também exige muita determinação dos aprendizes.

Para manter a segurança durante as corridas, os cuidadores que domam e cuidam dos cavalos ficam presentes no momento da apresentação, como proteção aos jockeys.

Um dos cuidadores, Josué Duarte Rosa, mais conhecido como Rosa, mora na cocheira 26 e diz que o trabalho é diário e puxado para todos. ‘’Os jovens começam as atividades às 6 horas da manhã’’, conta.

 

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Jovem Promissor dezembro 8, 2009

Posted by Michele Saide in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Luciano Salles, jovem com 15 anos e ganhador do último páreo da noite do dia 20/11/2009

Reportagem e fotos de Anderson Mariano, Ivonete Francielle e Michele Saide

 

O jóquei Luciano Salles, 15 anos, do Jockey Club do Paraná (JCPR), com o cavalo Indecente, foi o ganhador do último páreo da noite de 20 de novembro. A corrida durou por volta de 1 minuto e 20 segundos e no total das nove corridas somaram mais de uma 4 horas. O animal pertence a Sergio Buzato e Antonio Carlos Zeni há quatro meses e já venceu quatro vezes em Curitiba e seis no Rio de Janeiro. As apostas podem ser feitas a partir de R$ 1 nos guichês do jockey ou então em casas lotéricas conveniadas.

 

Trabalho puxado, mas recompensado

Hobby que virou paixão

Bastidores e profissionais envolvidos

 

Mais Fotos

 

Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná dezembro 4, 2009

Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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“Nossa vida é isso aqui”, conta Clóvis dos Santos, cuidador de cavalos. Foto de: Francielle Costa

Frequentadores assíduos do Jockey Club do Paraná (JCPR), no bairro Tarumã de Curitiba, talvez já tenham percebido. Porém, não é de conhecimento comum que o estado de Alagoas esteja tão presente dentro do clube. Em média, cerca de 50 cuidadores de cavalos são alagoanos. E o que mais chama atenção é que a maioria compartilha o mesmo sobrenome, isto é, tem alguma ligação familiar, ou já se conheciam em seu estado natal. Esta migração ocorre anos a fio.

Reportagem: Larissa Ilaídes e Maicon Jefferson Secco

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Conexão Tarumã-Dubai

Meu mundo num Jockey

Dados numéricos

Conexão Tarumã-Dubai dezembro 4, 2009

Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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São pessoas simples, de alegria contagiante que cuidam dos treinados cavalos de raia. A migração ocorre de maneira muito informal. “A gente vai um puxando o outro”, conta Clóvis dos Santos, 29, que está no Jockey há quatro anos. Quando surge uma vaga, eles se contatam e na maioria das vezes, dá certo. A principal motivação da mudança para o Paraná é a busca por um novo horizonte de trabalho, de vida e a carência de oportunidades em Alagoas. Silvano Gomes Clemente tem apenas 23 anos, mas já passou por experiências inesquecíveis. Dentre elas, está a viagem à Dubai. Devido a etapas mundiais de turfe, ele já pisou em terras árabes duas vezes, e agora se prepara para a terceira viagem, que será em dezembro. “Cuidar não é trabalho fácil, mas devo tudo que tenho a essa profissão”, afirma com grande orgulho.

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Alagoas marca presença no Jockey Club do Paraná

Meu mundo num Jockey

Dados numéricos

Meu mundo num Jockey dezembro 4, 2009

Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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A rotina de um cuidador começa cedo, antes do sol raiar. Por volta das 5h30 da madrugada começam a limpar as cocheiras, depois o dia se resume em dar banho nos cavalos e levá-los para galope na raia específica. Trabalham até as 18h e assim que acaba o expediente o rumo é certeiro: ir para a arquibancada, assistir, torcer, tomar uma cerveja e apostar por simples diversão – pequenas quantias quando comparadas às maiores apostas. Além de trabalhar no clube, os cuidadores nordestinos moram no Jockey em alojamentos planejados. Quando indagados se conhecem a cidade que os abriga, simplesmente respondem “não muito”. O lazer não é muito variado. Vez em quando vão á balada sertaneja Victoria Villa (que fica ao lado do clube) ou aos bailões arrasta-pé da redondeza. Em resumo, é a vida que gira em torno do JCPR.

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Dados numéricos

Dados numéricos dezembro 4, 2009

Posted by laaaarih in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Trabalho.
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A estrutura do JCPR é grande. Ao todo, são 59 grupos de cocheiras. Cada uma delas pode empregar até 5 cuidadores.

59 cocheiras x 5cuidadores para cada Total : 295 cuidadores

Contudo, nem todas as cocheiras estão em uso. Caso estivessem, o clube teria um total de 742 animais. A realidade é bem diferente. Há em todo o clube, aproximadamente 60 cuidadores. Desse total, mais de 40% é nordestino de Alagoas, Ceará ou Bahia. “É o Jockey inteiro”, conta Gerson Luiz, 19, que freqüenta o clube desde os sete anos de idade.

Em comparação com a realidade salarial do Nordeste, a renda mensal dos cuidadores do Jockey é relativamente alta. Recebem por volta de novecentos reais mensais, mais benefícios.

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Meu mundo num Jockey

O último vencedor e sua coleção de prêmios dezembro 3, 2009

Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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A família tem haras em Curitiba e Rio de Janeiro, e seus cavalos uma coleção de prêmios. Ao todo são 103 animais sob os cuidados dos herdeiros de Antenor Menegolo.

Antenor Menegolo Neto representa a tradição em Curitiba. Cria 30 animais, entre eles o cavalo Indecent, ganhador do 9º Páreo do último dia 20. Segundo o dono, o animal tem seis anos e seis vitórias. Além do primeiro lugar, coleciona prêmios de 2º, 3º e 5º lugar.  “Ele já teve vários donos, e vem de uma linhagem de vencedores. Seu pai já ganhou seis corridas. É um bom cavalo”, conta.

Antenor Neto é formado em Administração, mas segundo ele só cursou a faculdade para ter um diploma “Só fiz administração para ter o diploma, minha paixão sempre foi os cavalos, acho que é coisa de sangue”, define.

Uma tradição chamada cavalo dezembro 3, 2009

Posted by anac11 in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Reportagem de Ana Carolina Skrepec e Bruna Carneiro

A sexta-feira para a família Menegolo é dia de encontro no Jockey Club de Curitiba. As corridas de cavalo são mais que um hobby, são sinônimo de profissão. Os Menegolos são tradicionais nos Jockeys do país pela criação e treinamento dos animais, e este trabalho é realizado diariamente por profissionais.

A paixão começou na década de 60 quando o patriarca da família, Antenor Menegolo, comprou o primeiro cavalo. “Depois disso nunca mais ele parou, tomou gosto pela coisa”, comenta o filho Adélcio Menegolo.

Antenor politizou os filhos e os netos para que todos um dia seguissem seus passos. “Ele nunca nos forçou a nada, mas tinha tanto amor pelos bichos que foi impossível não aprender a gostar”, relembra Adelcio.

O detalhe que faz toda a diferença dezembro 2, 2009

Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Com o objetivo de proteger os cascos dos cavalos do desgaste, as ferraduras surgiram há milhares de anos e até hoje são bastante úteis. Numa prova de turfe –corridas de cavalo- não poderia ser diferente. Seja no formato de filetes ou em “U”, o objetivo é, além da proteção, o auxílio no desempenho dos animais nas corridas. Nas provas realizadas no Jockey Club do Paraná, no dia 20 de novembro, elas tiveram um papel fundamental nos resultados dos páreos. Saiba mais sobre o ferrageamento no site webcavalo.com

No vídeo de Leandro Valentim, Barriga explica como funciona a inspeção das ferraduras antes de cada páreo.

Equilíbrio entre cavalos e jóqueis dezembro 2, 2009

Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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As ferraduras são tão importantes para o cavalo quanto para o jóquei. Nas provas do dia 20, a maioria dos animais usou ferraduras de ferro nas patas de trás e os filetes nas da frente. Jóquei há dois anos, Eder Wilson Vidal explica que esse tipo de escolha gera um melhor balanço do cavalo. E conta que, além das ferraduras, existem outros objetos que podem ajudar no desempenho do cavalo. “As agarradeiras dão mais tração ao animal, mas aqui no Brasil elas só são permitidas nas patas de trás e em grandes prêmios.”Tão importante quanto as ferraduras é o tratamento que os cavalos recebem após a corrida.

Leia mais em: O trabalho por trás das cocheiras

Confira no vídeo, de Leandro Valentim,  o desenpenho dos cavalos durante o sétimo pareo da noite.

Os materiais definem a utilidade das ferraduras dezembro 2, 2009

Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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  Foto: Tais Barth

Nas corridas do dia 20, a maioria dos cavalos usou ferraduras de aluminio nas patas da frente e ferro nas de trás. 

 

Nas modalidades do turfe, são utilizados três tipos de ferraduras. As de alumínio, que são mais leves e ideais para as pistas de grama, as de ferro, mais pesadas e idéias para competições na areia, e as ligas de alumínio e ferro, chamadas de filetes. Uma ferradura custa, em média, de R$ 12 a 70, dependendo do material. O administrador de empresas e responsável por um dos únicos jornais de turfe no Brasil, Roberto Mica, 42 anos, vai ao Jockey desde criança e explica a escolha das ferraduras. “A escolha de uma ferradura depende do quanto ela custa. A de alumínio é mais cara, enquanto a de ferro é mais barata”, afirma. 

  

Ferrageamento é coisa séria dezembro 2, 2009

Posted by taisbarth in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Reportagem de Leandro Valentim e Tais Barth   

 Foto: Tais Barth

Foto: Tais BarthA conferência é obrigatória antes de cada corrida

No dia 20, todos os cavalos passaram por uma conferência antes de cada páreo, quanto ao seu ferrageamento. O responsável por conferir se cada animal iria correr com as ferraduras especificadas na programação das corridas, foi o homem que é conhecido no Jockey Club do Paraná como Barriga. Ele está lá ha três anos e é quem garante que todos os cavalos estarão equiparados antes dos páreos, e conta, “eu trabalho com isso desde primeiro de maio de 1991, eu me considero um ferrador, mas essa profissão não existe mais, não é regulamentada em carteira, como a de ferreiro”.  

 

Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009 dezembro 2, 2009

Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã, Uncategorized.
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A expectativa para a corrida do Grande Prêmio Paraná é grande. O tratador Osvaldo Loezer acredita na vitória. “Ela é uma das favoritas, se ganhar esse prêmio vai correr no Uruguai”, afirma.

A égua recebe soro de vitamina E, ferro, uma base para a musculação e uma massagem refrescante. Na alimentação come Aveia com uma ração concentrada com Milho, Soja, Farelo de trigo entre outros ingredientes. O tratador leva a égua para passear por 45 minutos, diferente dos outros animais que passeiam apenas15 minutos. O luxo não acaba aí, ela corre com ferraduras de alumínio nas patas dianteiras e de ferro nas traseiras.

Para conhecer mais o mundo das corridas acesse o site www.jockeypr.com.br.

Égua ampulheta recebe vitaminas no soro

Égua tem tratamento especial com massagem refrescante

Tratador dá vitaminas para égua

Vitórias trazem tratamento especial

O trabalho por trás das cocheiras

Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

O trabalho por trás das cocheiras dezembro 2, 2009

Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Andre Augusto, 20 anos, cuida dos cavalos há dois anos. Conta que foi parar no Jockey por influência familiar. Na família o tio é jóquei e o pai treinador. Todos os dias levanta cedo para trocar a alfafa das baias e alimentar os animais, que possuem duas refeições ao dia, uma pela manhã e outra a tarde. Ele estima que cada cavalo come mais ou menos doze litros de alimentos. Depois de alimentados os cavalos são escovados, para que não haja risco de pegarem carrapatos e outros parasitas. Feito isso os animais são preparados para galopar com os jóqueis.

Osvaldo Loezer, 49 anos, nascido em Curitiba, cuida de cavalos há 37 anos. Vindo de uma família de jóqueis ele foi o único que decidiu cuidar dos animais. Trabalha todos os dias, das seis da manhã ao meio dia. Ele cuida de cinco cavalos. Diariamente limpa as cocheiras, engraxa os cascos, leva os cavalos para galopar, recolhe, alimenta, escova, passa a raspadeira e passeia com eles.

O tratador Osvaldo Loezer escovando e passando a raspadeira na égua

Vitórias trazem tratamento especial

O trabalho por trás das cocheiras

Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

Vitórias trazem tratamento especial dezembro 2, 2009

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Osvaldo Loezer, tratador limpa o casco da égua

Poucos cavalos têm tratamento vip como a Ampulheta. A égua venceu o Clássico “Primavera”, no dia 18 de setembro que rendeu R$ 9 mil ao seu proprietário. Sua última vitória foi na Prova Especial “Raphael Munhoz da Rocha”, no dia 13 de novembro.

Jairo da Silva Borges, o treinador, explica que o tratamento especial que a égua recebe é resultado das suas conquistas. Nas 12 corridas em que participou obteve a sua sexta vitória. “Não é para qualquer um não, ela merece”, completa.

Segundo dados divulgados pela assessoria de imprensa do Jockey Clube do Paraná o movimento das apostas totalizou R$ 182.132,83, com uma média de R$ 19.077,03 por páreo, descontadas as bonificações. E a prova que mais movimentou os guichês foi o Clássico “Primavera” vencido pela Ampulheta, que vendeu R$ 31.671,79. E quem quiser assistir à melhor égua do Paraná correr, o Grande Prêmio Paraná 2009, é neste domingo, dia seis, das 14h às 19h30.

Vitórias trazem tratamento especial

O trabalho por trás das cocheiras

Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

Égua campeã tem tratamento especial no Jockey Club do Paraná dezembro 2, 2009

Posted by liliandacruz in 4JOAN, Jockey Club do Paraná, Tarumã.
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Reportagem de Camila Sampaio, Lilian da Cruz e Milton Massao

Tratador Osvaldo Loezer escova a égua Ampulheta

A melhor égua do Paraná é daqui da Vila Hípica do Tarumã. A menos de uma semana do Grande Prêmio Paraná 2009 é considerada por jóqueis e tratadores favorita. Na cocheira 47 do Jockey Club ela tem tratamento vip. A égua Ampulheta, “que marca o tempo”, tem quatro anos, é filha de Lord Marcos e Vencedora Gold, de criação e propriedade do Haras Valente.

Vitórias trazem tratamento especial

O trabalho por trás das cocheiras

Muita expectativa para o Grande Prêmio Paraná 2009

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