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Parque Tupã estimula o comércio ambulante de alimentos na Avenida Victor Ferreira do Amaral dezembro 17, 2009

Posted by Christiano Kubis in 4JOAD, Alimentação, Cidadania, Comércio, Cotidiano, Cultura, Economia, Eventos, Lazer, Tarumã, Trabalho, Uncategorized.
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Christiano Kubis

Há oito anos o garçom aposentado Derli Claudio Soares trabalha na venda de espetinhos no local, e há cinco anos é uma figura recorrente em estádios de futebol e  grandes eventos pela cidade. “Eu gosto é de movimento, gosto de fazer fumaça e vender muito espetinho. Como o meu produto é barato e custa apenas R$2,00 preciso ganhar na quantidade, em um dia movimentado consigo vender até 350 espetinhos. Tenho um cardápio variado, barato e com qualidade que inclui carne bovina, carne de frango e coraçãozinho de galinha.”, afirma Derli, mais conhecido como Senhor Claudio.

Ao Lado da barraca do Senhor Claudio está a Luciana Miler Ferreira, com seus crepes de massa de panqueca com queijo parmesão, que ela comercializa há quatro anos. “Foi uma forma que achei de complementar a minha renda e não depender financeiramente do meu marido”, afirma Luciana.

Feitos em uma chapa que esquenta a uma temperatura de 300 graus, os crepes custam R$2,50 cada. “Vendo aqui no Parque Tupã há dois anos, a minha chapa consome muita energia elétrica, o bom é que os responsáveis pelo parque nos fornecem energia e até nos avisam quando vem para Curitiba”.

A simpática Luciana Miler Ferreira aproveita o movimento do Parque Tupã para engordar a renda da sua família com bom humor. Foto: Christiano Kubis

Com R$3,00 também é possível comprar um cachorro-quente da Neusa Aparecida da Silva, que há 16 anos corre para o seu “ponto” assim que recebe a notícia de que o parque chegou ao local.

Ela é manicure e depiladora de uma grande rede de salões de beleza da cidade e nessa época do ano enfrenta uma dupla jornada de trabalho. “Meu dia começa bem cedo, sou a primeira a montar a barraca. Sempre contrato uma pessoa para comercializar e não perder de ganhar dinheiro enquanto estou no salão, depois que saio de lá venho correndo e fico por aqui até o parque fechar”.

Com um “ponto” privilegiado na Avenida Victor Ferreira do Amaral, Neusa garante empolgada que o esforço vale a pena, pois consegue vender entre 100 e 200 cachorros-quentes ao dia. Fora da temporada a equipada barraquinha fica muito bem guardada a espera do próximo ano.

Quando o parque fecha e as luzes se apagam, o Senhor Claudio desmonta toda a parafernália rapidamente e espera a churrasqueira esfriar. Luciana aguarda a chegada do marido ansiosa para ir para casa e ver a filha de apenas um ano. E a Neusa que todos os dias monta e desmonta sua barraca sozinha, sai satisfeita e feliz para descansar e recuperar as energias para o próximo dia de trabalho.

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