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Histórico e inovador novembro 12, 2009

Posted by 10di in 4JOAN, IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural.
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O caderno gazetinha, do jornal Gazeta do Povo, foi lançado em 1973 com o enfoque no público  infantil, permaneceu por quase 30 anos com a mesma linha, “fechado não existia um pensamento editorial”, como nos contou o atual editor Cristiano Freitas no IV Ciclo de Debates. A partir de 2001 a gazetinha passou a mudar sua cara, a idéia de se aproximar dos leitores foi lançada com o concurso repórter mirim. A “idéia loca” como foi denominada na redação, tinha como propósito trazer algumas crianças, ganhadoras do concurso, para dentro do jornal e ouvir o que o grupo gostaria de ver no caderno, os assuntos que eram de interesses deles.

O grupo começou a fazer parte da equipe da gazetinha, participavam das reuniões de pautas, produziam matérias, para Cristiano esse foi o ponta pé para a mudança da gazetinha, que não era mais só para crianças mais também para o público jovem. Outro ponto que ajudou na conquista do público foi a aproximação do jornalista com o público alvo, quebrou a enorme distância que existia e o jornalista passou a escrever o que era de interesse do público e não o que ele achava bom.  

Com isso o caderno tornou-se um produto mobilizador,  abriu as portas para o espaço jovem no jornal. E a gazetinha continua em ritmo de mudança, Cristiano promete cara nova para 2010.

Diego da Cunha

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Comentários»

1. Professor - novembro 12, 2009

5 linhas na primeira tela.

2. Robério - novembro 12, 2009

não seria conveniente grafar “idéia louca”?;
pautas e produziam matérias. Para Cristiano; faria ma sentido.

Desculpe se fui chato…

3. 10di - novembro 12, 2009

Não foi chato não cara, a matéria está ai para ser corrigida!!

Abrass

4. Everton Mossato - novembro 12, 2009

“fechado, não existia…. – eu acho que cabe uma virgula aí diegão.

Então, pode ter mudado e aberto espaço para interação dos jovens com o jornal. Mas o caderno ainda é elitizado e o Cristiano não me convenceu de que a gazetinha faz algo para mudar a imagem distorcida que o pobre periférico sofre perante os olhares das tais classes A e B. Nas leituras críticas do projeto EDUCOMUNICAÇÂO do outro participante, o Douglas, a gazetinha deve apanhar bastante, não acha?
Enfim, bom texto, é isso aí muleke.

5. 10di - novembro 12, 2009

Valeu pela ajuda!!

Concordo contigo meu brother, a gazetinha não publica mais sobre amizade de prédio, mais escreve para piá de prédio. Acho eu, que o projeto EDUCOMUNICAÇÂO funcionaria ainda melhor, se além de utilizar os mecanismos da comunicação, as suas produções fossem publicadas em algum meio como a Gazetinha, que se diz um espaço jovem. Vai ai o toque.

6. taisbarth - novembro 15, 2009

Di eu separei um pouco os teus paragrafos….


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