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Visão além do alcance setembro 3, 2009

Posted by Jeferson, Maicon in Uncategorized.
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Qualquer dia desses, quando entrar no Terminal do Capão da Imbuia, talvez você nem se dê conta disso, mas poderá ter ganho, ao menos por um segundo, a atenção de um vigilante par de olhos.

O emblema da Metropolitana, no ombro da farda azul escura, diz mais sobre ele que o nome impresso na tarjeta de identificação em seu peito. Porém, o que ele é não está ao alcance do seu olhar.

Protetor único de um terminal pelo qual circulam diariamente cerca de 200 mil pessoas. Esse é seu fardo, de uma responsabilidade e orgulho que talvez jamais confesse. A não ser por alguns instantes, num discreto ajeitar da boina disposta sobre sua cabeça, um pouco acima dos olhos mais atentos a circular pelo terminal da zona leste curitibana.

Comentários»

1. laaaarih - setembro 3, 2009

Poético, não??

Ficou legal!
🙂

jefersonsecco - setembro 4, 2009

Texto corrigido depois dos puxões d orelha do professor (merecidos)…
Pior q já me disseram q quando não estou engessado pelas rígidas regras d redação, meus textos tendem ao sentimentalismo… rsrs…
Acho q serei cronista…

2. Professor - setembro 3, 2009

a repetiação de “mais” na segunda, quarta e quinta linhas é proposital? Outro “mais” na penúltima. Daria para contornar/ajustar.
Isso abre margem para uma pauta factual sobre número de ocorrências ou variações em termos de segurança e na preservação do patrimônio. Por exemplo, será que existe uma época ou mesmo um horário em que o patrimônio fica mais vulnerável? Temos estatísticas de quanto isso onera o contribuinte? Isso vai parar no preço da tarifa? Sugestões ainda preliminares, claro, para uma possível pauta.

jefersonsecco - setembro 4, 2009

Tem razão, professor.
Dois “mais” cortados.
Obrigado.
Sem “mais’.

3. ricardofrancio - setembro 5, 2009

Você é a única pessoa que poderia se atentar para essa questão,é a pura verdade, agente nem percebe que ganhou esses minutos de fama

Jeferson, Maicon - setembro 5, 2009

A maioria das pessoas passa por estes “profissionais do cotidiano” sem notar sua presença.
Este texto foi inspirado por uma situação que vivi, no Terminal do Portão, quando me vi “obrigado” a salvar dois paranistas de uma facção da Império.
Não fosse isso, as viagens da kombi, hoje, estariam menos lotadas.


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