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Trabalho de ONG reduz violência em escola no Cajuru maio 25, 2009

Posted by João Luiz Guarneri in Cajuru, Cidadania, Educação.
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O Colégio Estadual Senhorinha de Moraes Sarmento reduziu em 95% os índices de agressões entre alunos após o ciclo de palestras e cursos realizados pela Organização Não-Governamental (ONG) Projeto Não Violência Brasil (PNV). De acordo com Sílvia Oliveira, professora integrante da equipe pedagógica do colégio, os trabalhos da ONG promoveram, nos últimos seis meses, melhoras também na relação entre professores e alunos. Silvia Oliveira diz que os atos violentos, que antes eram corriqueiros, passaram a ser eventos esporádicos.

A parceria entre as duas instituições teve início em julho do ano passado, quando temas como “Pratique a Paz”, “Conversar para Resolver” voltavam-se principalmente para situações de violência e bullying (atos agressivos intencionais e repetitivos entre estudantes). “Durante os seis meses em que pusemos em prática as estratégias sugeridas pela PNV pudemos observar uma evolução significativa no relacionamento entre os alunos”, explica a professora.

A ONG conta com uma equipe de quatro profissionais, entre psicólogos e assistentes sociais, para atender as instituições de ensino em dificuldades.  “Um desses profissionais é enviado ao local para estabelecer a parceria e determinar os temas e o calendário dos cursos e palestras que serão oferecidos aos professores”, diz a coordenadora do projeto Eliane da Silva. Segundo ela, é a própria PNV quem avalia as necessidades da instituição.

Em 2009 os diretores de escolas, que não conseguirem agendar o ciclo de palestras em suas instituições, podem enviar seus professores ao Sesc da Esquina, no centro de Curitiba, onde os eventos acontecem quinzenalmente. O primerio ciclo de 2009 terá início na segunda quinzena de junho. O tema de abertura será voltado à liderança. Mais informações sobre o Projeto Não Violência podem ser obtidas através do site naoviolencia.org.br ou pelo telefone 3254-1643.

João Luiz Guarneri

Leia sobre o início dos trabalhos da Ong em 2008 no bairro Cajuru

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Comentários»

1. FABIO - junho 27, 2009

Nao mudou nada no colégio senhorinha a violencia continua a mesma coisa ,os alunos nao penssam em outra coisa a nao ser ficar brigando entre sí .O que falta no colégio senhorinha é uma direção mais rígida e que puna severamente alunos que cometem delitos contra professores, funcionarios e entre alunos mesmo,agora pergunto: pra que serve a lei que diz que é crime desacatar ou ofender funcionaro publico se até professores estao sendo ameaçados?Eu acho que o governo do estado deveria penssar melhor sobre isso porque uma educação de qualidade nao é bom apenas para o aluno , mas tambem para a imagem do estado .

2. flavio - junho 28, 2010

FABIO,

Criança ( até 12 anos) não sofre nem mesmo medida socioeducativa, em caso de ato infracional. O adolescente( de 13 à 18 anos) pode sofrer medida socioeducativa que pode chegar até à internamento em instituição correicional (o que na verdade é PRISÃO) . Se agredir professores, o adolescente está sujeito ás penalidades impostas de ECA. Basta que se denuncie o caso à Vara da Infancia e da Juventude. Acontece que estes HEROIS que são os professores, fazem o impossivel para dar o que não se dá em casa: EDUCAÇÃO. Na escola deveri-se dar CONHECIMENTO. A EDUCAÇÃO é trabalho para os pais. Estes querem ter filhos porque os outros têm e não porque realmente sabem ou querem educar seus filhos. A coisa é muito ampla…


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